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        <article-title>Escores de risco em s&#237;ndrome coronariana aguda: separando o joio do trigo</article-title>
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    <p>
      <bold>EDITORIAL</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Escores de risco em s&#237;ndrome coronariana aguda: separando o joio do trigo</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Antonio Carlos Carvalho; Iran Gon&#231;alves Jr.</bold>
    </p>
    <p>Universidade Federal de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="back">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p><bold>Palavras-chave: </bold> Sindrome coronariana aguda, medi&#231;&#227;o de risco, escores.</p>
    <p>As s&#237;ndromes coronarianas agudas (SCA) s&#227;o respons&#225;veis por mais de 1,7 milh&#227;o de interna&#231;&#245;es anualmente nos Estados Unidos da Am&#233;rica, constituindo uma das formas de manifesta&#231;&#227;o mais frequentes de emerg&#234;ncias m&#233;dicas. O Escore de Risco Dante Pazzanese<sup>1</sup>, para s&#237;ndrome coronariana aguda sem supradesnivelamento do segmento ST (SCA sem supra), &#233; uma iniciativa ambiciosa, pioneira a n&#237;vel nacional e feita para estimar morte ou reinfarto em 30 dias. Ele procura ser pr&#225;tico e possui a vantagem te&#243;rica de provir de pacientes brasileiros da vida real.</p>
    <p>Em SCA sem supra, os escores mais validados s&#227;o o do PURSUIT<sup>2</sup>, o do grupo TIMI<sup>3</sup> e o escore geral para SCA do GRACE<sup>4</sup>. O escore do Dante &#233; t&#227;o simples de usar quanto os demais, utiliza vari&#225;veis pr&#243;ximas aos outros citados (idade, antecedentes, ECG, marcadores, creatinina, IECA) e desenvolveu quatro grupos de risco - separar melhor casos de risco m&#233;dio pode ser muito interessante -, desde um "muito baixo", at&#233; um "alto risco", com 2% e 47% de eventos, respectivamente. Nesse escore, a propor&#231;&#227;o de eventos &#233; 23 vezes maior no grupo mais grave (comparativamente, o TIMI &#233; 4 X 40% ou 10 vezes maior). O C <italic>statistic</italic> para a escala de pontua&#231;&#227;o foi de 0.74, demonstrando bom desempenho para identificar os eventos definidos em 30 dias (PURSUIT e GRACE t&#234;m C de 0.80 e 0.81 para &#243;bito hospitalar, e 0.77 e 0.79 para &#243;bito de um ano, respectivamente). O C, portanto, &#233; quase equivalente e possui boa capacidade de progn&#243;stico. Mas n&#227;o h&#225; men&#231;&#227;o no artigo do Hosmer-Lemeshow ou <italic>goodness of fit test</italic>, importante para informar se h&#225; ou n&#227;o chance de sub ou superestima&#231;&#227;o de eventos.</p>
    <p>D&#250;vidas adicionais em rela&#231;&#227;o ao escore proposto poderiam ser resumidas em: os pacientes com SCA que procuram o Dante refletem a m&#233;dia brasileira? Porque n&#227;o entrou recidiva de isquemia no escore? Qual foi a percentagem de cada um dos quatro grupos nos 1.027 pacientes? Al&#233;m disso, s&#243; h&#225;, surpreendentemente, 14 pacientes com Killip &gt; 1 na popula&#231;&#227;o estudada, raz&#227;o prov&#225;vel pela qual a insufici&#234;ncia card&#237;aca congestiva (ICC) n&#227;o foi significante na multivari&#225;vel e ficou fora da constitui&#231;&#227;o do escore. N&#227;o h&#225; men&#231;&#227;o, nas refer&#234;ncias, de um artigo de 2008, encampado pelas principais Sociedades Internacionais<sup>5</sup>, que redefine e tenta uniformizar crit&#233;rios diagn&#243;sticos de reinfarto e infarto, espont&#226;neo e p&#243;s-interven&#231;&#245;es, o que tem implica&#231;&#227;o importante para a constru&#231;&#227;o da escala de infartos e reinfartos, mesmo que <italic>a posteriori</italic>. Finalmente, uma compara&#231;&#227;o com os outros escores j&#225; poderia ter sido feita, permitindo uma informa&#231;&#227;o adicional e inicial de como esse escore nacional se comportaria frente aos plenamente validados globalmente e tradicionalmente usados na literatura internacional.</p>
    <p>Uma estratifica&#231;&#227;o adequada &#233; fundamental para transferir casos graves para locais de maiores recursos, e para evitar exames ou interna&#231;&#245;es desnecess&#225;rias em indiv&#237;duos de baixo risco ou sem SCA. Esses aspectos s&#227;o extremamente &#250;teis para a gest&#227;o eficiente de leitos hospitalares e dos parcos recursos econ&#244;micos que possu&#237;mos, oferecendo, portanto, uma oportunidade de atendimento eficiente e com qualidade<sup>6-8</sup>. Os escores de risco s&#227;o superiores &#224; avalia&#231;&#227;o em baixo, m&#233;dio e alto risco, feita isolada e individualmente pelo cl&#237;nico, onde frequentemente dados como idade, ICC, instabilidade hemodin&#226;mica, creatinina e supervaloriza&#231;&#227;o de altera&#231;&#245;es isoladas de ondas T contribuem para um n&#250;mero maior de erros diagn&#243;sticos<sup>9</sup>. Esfor&#231;os adicionais para refinar nossa avalia&#231;&#227;o de risco em SCA s&#227;o bem-vindos e o escore de risco do Dante precisa agora ser validado em outros locais para ter o seu grau de utiliza&#231;&#227;o definido.</p>
    <p>&#192; medida que nossa civiliza&#231;&#227;o mudou seus paradigmas, com mais jovens usando drogas ilegais, mais mulheres com duplo emprego e duplo <italic>stress</italic>, e com nossa popula&#231;&#227;o ficando mais idosa e com maior ocorr&#234;ncia de comorbidades, os desafios na identifica&#231;&#227;o de SCA aumentaram. Essas situa&#231;&#245;es mencionadas, e a possibilidade de uso de equipamentos, medicamentos e terap&#234;uticas mais complexas e de alto custo, exigem uma separa&#231;&#227;o adequada do joio do trigo e, &#233; esse desafio que o escore do Dante vai enfrentar. Com cardiologistas preparados e de excelente n&#237;vel e uma Sociedade Brasileira de Cardiologia madura, que quer efetivamente contribuir para melhorar a condi&#231;&#227;o de sa&#250;de cardiovascular de nossa popula&#231;&#227;o, temos que lutar por melhores condi&#231;&#245;es para o tratamento de SCA, e oferecer solu&#231;&#245;es nossas que contribuam para melhorar a sa&#250;de cardiovascular dos brasileiros. &#201; a nossa popula&#231;&#227;o que far&#225; a avalia&#231;&#227;o final do m&#233;rito que nossas pesquisas e pesquisadores j&#225; desfrutam internacionalmente. Acreditamos que, como demonstra o artigo que motivou este Editorial, estamos no caminho certo.</p>
    <p>
      <fn id="back" fn-type="corresp">
        <p>Correspond&#234;ncia:</p>
        <p> Antonio Carlos Carvalho </p>
        <p> Avenida Jandira 731 ap 23 - Moema </p>
        <p> 04080 004 - S&#227;o Paulo, SP - Brasil </p>
        <p> E-mail:</p>
        <p><email xlink:href="acarloscc@cardiol.br">acarloscc@cardiol.br</email>, </p>
        <p>
          <email xlink:href="carvalho.cardiocir@terra.com.br">carvalho.cardiocir@terra.com.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 19/03/09; revisado recebido em 03/04/09; aceito em 03/04/09.</p>
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          <article-title>Risk prediction in patients presenting with suspected cardiac pain: the GRACE and TIMI risk scores versus clinical evaluation</article-title>
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          <article-title>TIMI, PURSUIT, and GRACE risk scores: sustained prognostic value and interaction with revascularization in NSTE-ACS</article-title>
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          <article-title>Understanding physicians' risk stratification of acute coronary syndromes: insights from the Canadian ACS 2 Registry</article-title>
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            <year>2009</year>
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          <subject>Editorials</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Risk scores in acute coronary syndrome: separating the wheat from the chaff</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>EDITORIAL</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body2">
          <label>
            <bold>Risk Scores in acute coronary syndrome: separating the wheat from the chaff</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Antonio Carlos Carvalho; Iran Gon&#231;alves Jr.</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Universidade Federal de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, SP - Brazil</p>
      <p> Mailing address </p>
      <p><bold>Key words:</bold> Acute coronary syndrome; risk assessment; scores.</p>
      <p>The acute coronary syndromes (ACS) are responsible for more than 1.7 million annual hospitalizations in the United States, constituting one of the most frequent manifestations of medical emergencies. The Dante Pazzanese Risk Score<sup>1</sup> for ACS without ST-segment elevation is an ambitious initiative, pioneer at national level and created to estimate death or reinfarction in 30 days. It strives to be practical and has the theoretical advantage of originating from real-life Brazilian patients.</p>
      <p>The most validated scores in ACS without ST-segment elevation, are the PURSUIT<sup>2</sup>, the one from the TIMI<sup>3</sup> group and the general score for ACS of GRACE<sup>4</sup>. The Dante score is as simple to use as the others, uses variables that are similar to the aforementioned scores (age, antecedents, ECG, markers, creatinine, ACEI) and developed four risk groups - to better separate cases of moderate risk can be very interesting - from a "very low" to a "very high" risk, with 2% to 47% of events, respectively. In this score, the proportion of events is 23-fold higher in the most severe form (comparatively, the TIMI is 4 x 40%, or 10-fold higher).</p>
      <p>The C statistic for the score scale was 0.74, demonstrating a good performance to identify the defined 30-day events (PURSUIT and GRACE have a C statistic of 0.80 and 0.81 for hospital death and 0.77 and 0.79 one-year death, respectively). The C statistic, therefore, is almost equivalent and has good prognostic capacity. But there is no mention in the article of the Hosmer-Lemeshow or goodness of fit test, important to inform whether there is or not a chance of event hyperestimation.</p>
      <p>Additional doubts regarding the proposed score could be summarized in: do the patients with ACS treated at the Dante Pazzanese Institute reflect the average Brazilian patient? Why not included ischemia recurrence in the score? What was the percentage of each of the four groups among the 1,027 patients? Additionally, there are, surprisingly, only 14 patients with Killip &gt; 1 in the studied population, a probable cause why congestive heart failure (CHF) was not significant in the multivariate and was left out of the score design. There is no mention in the references of a 2008 article, encompassed by the main International Societies<sup>5</sup>, which redefines and tries to standardize diagnostic criteria of reinfarction and infarction, spontaneous and post-intervention, which has an important implication in the construction of the infarction and reinfarction scale, even after its construction.</p>
      <p>Finally, a comparison with the other scores could have already been carried out, allowing additional and initial information on how this national score would behave in comparison to those globally validated and traditionally used in the international literature.</p>
      <p>An adequate stratification is fundamental to transfer severe cases to places with more resources and to prevent unnecessary examinations or hospitalizations in individuals at low-risk or without ACS. These aspects are extremely useful for the efficient management of hospital beds and the scarce economical resources we have, offering, therefore, an opportunity to offer patients efficient and good-quality care<sup>6-8</sup>. The risk scores are better than the classification assessment as low, medium and high-risk, carried out isolatedly and individually by the clinician, where data as age, CHF, hemodynamic instability, creatinine and overestimation of isolated T-wave alterations often contribute to a higher number of diagnostic errors<sup>9</sup>. Additional efforts to refine our ACS risk assessment tool are welcome and the Dante risk score now needs to be validated in other centers to have its degree of use defined.</p>
      <p>As our civilization changed its paradigms, with younger people using illicit drugs, women performing double workloads doubling their stress and our population getting older and presenting a higher occurrence of comorbidities, the challenges of the identification of ACS have increased. These aforementioned situations and the possibility of using more complex and high-cost equipment, medications and therapies demand an adequate separation between the wheat and the chaff and such is the challenge that the Dante score will face. With experienced and high-level cardiologists and a mature Brazilian Society of Cardiology, which effectively wants to contribute to improve the cardiovascular health of our population, we have to fight for better conditions for the treatment of ACS and offer domestic solutions that can contribute to improve the cardiovascular health of the Brazilian people. Our population will make the final evaluation of the merit that our researches and researchers have internationally. We believe that, as demonstrated in the article that prompted this Editorial, we are on the right track.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
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      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Scores de riesgo en s&#237;ndrome coronario agudo: separando la paja del trigo</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>EDITORIAL</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="top-body3">
          <label>
            <bold>Scores de riesgo en s&#237;ndrome coronario agudo: separando la paja del trigo</bold>
          </label>
          <p>
            <bold>Antonio Carlos Carvalho; Iran Gon&#231;alves Jr.</bold>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Universidad Federal de S&#227;o Paulo, S&#227;o Paulo, SP - Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> S&#237;ndrome coronario agudo, medici&#243;n de riesgo, scores.</p>
      <p>Los s&#237;ndromes coronarios agudos (SCA) son responsables por m&#225;s de 1.7 mill&#243;n de internaciones anualmente en los Estados Unidos de Am&#233;rica, constituyendo una de las formas de manifestaci&#243;n m&#225;s frecuentes de emergencias m&#233;dicas. El Score de Riesgo Dante Pazzanese<sup>1</sup>, para s&#237;ndrome coronario agudo sin supradesnivel del segmento ST (SCA sin supra), es una iniciativa ambiciosa, pionera a nivel nacional y realizada para estimar muerte o reinfarto en 30 d&#237;as. &#201;ste busca ser pr&#225;ctico y tiene la ventaja te&#243;rica de provenir de pacientes brasile&#241;os de vida real.</p>
      <p>En SCA sin supra, los scores m&#225;s validados son el de PURSUIT<sup>2</sup>, el del grupo TIMI<sup>3</sup> y el score general para SCA del GRACE<sup>4</sup>. El score del Dante es tan simple de usar como los dem&#225;s, utiliza variables pr&#243;ximas a los otros citados (edad, antecedentes, ECG, marcadores, creatinina, IECA) y desarroll&#243; cuatro grupos de riesgo - separar mejor casos de riesgo medio puede ser muy interesante -, desde un "muy bajo", hasta un "alto riesgo", con 2% y 47% de eventos, respectivamente. En este score, la proporci&#243;n de eventos es 23 veces mayor en el grupo m&#225;s grave (comparativamente, el TIMI es 4 X 40% o 10 veces mayor). El C <italic>statistic</italic> para la escala de puntaje fue de 0.74, demostrando buen desempe&#241;o para identificar los eventos definidos en 30 d&#237;as (PURSUIT y GRACE tiene C de 0.80 y 0.81 para &#243;bito hospitalario, y 0.77 y 0.79 para &#243;bito de un a&#241;o, respectivamente). El C, por lo tanto, es casi equivalente y tiene buena capacidad de pron&#243;stico. Pero no hay menci&#243;n en el art&#237;culo del Hosmer-Lemeshow o <italic>goodness of fit test</italic>, importante para informar si hay o no chance de sub o superestimaci&#243;n de eventos.</p>
      <p>Las dudas adicionales con relaci&#243;n al score propuesto podr&#237;an ser resumidas en: &#191;Los pacientes con SCA que buscan el Dante reflejan la media brasile&#241;a? &#191;Por qu&#233; no entr&#243; recurrencia de isquemia en el score? &#191;Cu&#225;l fue el porcentaje de cada uno de los cuatro grupos en los 1.027 pacientes? Adem&#225;s de ello, s&#243;lo hay, sorprendentemente, 14 pacientes con Killip &gt; 1 en la poblaci&#243;n estudiada, raz&#243;n probable por la cual la insuficiencia card&#237;aca congestiva (ICC) no fue significativa en la multivariable y qued&#243; fuera de la constituci&#243;n del score. No hay menci&#243;n, en las referencias, a un art&#237;culo de 2008, aceptado por las principales Sociedades Internacionales<sup>5</sup>, que redefine e intenta uniformizar criterios diagn&#243;sticos de reinfarto e infarto, espont&#225;neo y post intervenciones, lo que tiene una implicaci&#243;n importante para la construcci&#243;n de la escala de infartos y reinfartos, aun <italic>a posteriori</italic>. Finalmente, una comparaci&#243;n con los otros scores ya podr&#237;a haber sido realizada, permitiendo una informaci&#243;n adicional e inicial de c&#243;mo ese score nacional se comportar&#237;a frente a los plenamente validados globalmente y tradicionalmente usados en la bibliograf&#237;a internacional.</p>
      <p>Una estratificaci&#243;n adecuada es fundamental para transferir casos graves para locales de mayores recursos, y para evitar ex&#225;menes o internaciones innecesarias en individuos con bajo o riesgo o sin SCA. Estos aspectos son extremadamente &#250;tiles para la gesti&#243;n eficiente de camas hospitalarias y de los modestos recursos econ&#243;micos que poseemos, ofreciendo por lo tanto, una oportunidad de atenci&#243;n eficiente y con calidad<sup>6-8</sup>. Los score de riesgo son superiores a la evaluaci&#243;n en bajo, medio y alto riesgo, realizada aislada e individualmente por el cl&#237;nico, en la cual frecuentemente datos como edad, ICC, inestabilidad hemodin&#225;mica, creatinina y supervalorizaci&#243;n de alteraciones aisladas de ondas T contribuyen para un mayor n&#250;mero de errores diagn&#243;sticos<sup>9</sup>. Esfuerzos adicionales para refinar nuestra evaluaci&#243;n de riesgo en SCA son bienvenidos, y el score de riesgo del Dante tiene ahora que ser validado en otros locales para definir su grado de utilizaci&#243;n.</p>
      <p>En la medida que nuestra civilizaci&#243;n ha cambiado sus paradigmas, con m&#225;s j&#243;venes usando drogas ilegales, m&#225;s mujeres con doble empleo, y doble estr&#233;s, y con nuestra poblaci&#243;n volvi&#233;ndose m&#225;s a&#241;osa y con mayor ocurrencia de comorbilidades, los desaf&#237;os en la identificaci&#243;n de SCA aumentaron. Estas situaciones mencionadas, y la posibilidad de uso de equipamientos, medicamentos y terap&#233;uticas m&#225;s complejas y de alto costo, exigen separar adecuadamente la paja del trigo, y es &#233;ste el desaf&#237;o que el score del Dante enfrentar&#225;. Con cardi&#243;logos preparados y de excelente nivel, y una Sociedad Brasile&#241;a de Cardiolog&#237;a madura, que quiere efectivamente contribuir para mejorar la condici&#243;n de salud cardiovascular de nuestra poblaci&#243;n, hemos de luchar por mejores condiciones para el tratamiento de SCA, y ofrecer soluciones nuestras que contribuyan para mejorar la salud cardiovascular de los brasile&#241;os. Es nuestra poblaci&#243;n la que har&#225; la evaluaci&#243;n final del m&#233;rito que nuestras investigaciones e investigadores ya disfrutan internacionalmente. Creemos que, como lo demuestra el art&#237;culo que motiv&#243; este Editorial, estamos en el camino correcto.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
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