<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
<article xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" specific-use="sps-1.9" dtd-version="1.1" xml:lang="pt" article-type="research-article">
  <front>
    <journal-meta>
      <journal-id journal-id-type="publisher-id">abc</journal-id>
      <journal-title-group>
        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
      </journal-title-group>
      <issn pub-type="ppub">0066-782X</issn>
      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
    </journal-meta>
    <article-meta>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">SsjZXMwQxbTNNj8MpyrQSDC</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00012</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2009000800012</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(09)09300212</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2009000800012</article-id>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Artigos Originais</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title>Associa&#231;&#227;o entre transientes inicial e final de frequ&#234;ncia card&#237;aca no teste de exerc&#237;cio</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Mattioli</surname>
            <given-names>Gisele Messias</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Ara&#250;jo</surname>
            <given-names>Claudio Gil Soares de</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
          <xref ref-type="aff" rid="aff02"/>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <aff id="aff01">
        <addr-line>
          <named-content content-type="city">Rio de Janeiro</named-content>
          <named-content content-type="state"/>
        </addr-line>
        <institution content-type="orgname">Universidade Gama Filho</institution>
        <country country="BR">Brazil</country>
      </aff>
      <aff id="aff02">
        <addr-line>
          <named-content content-type="city">Rio de Janeiro</named-content>
          <named-content content-type="state"/>
        </addr-line>
        <institution content-type="orgname">Cl&#237;nica de Medicina do Exerc&#237;cio</institution>
        <country country="BR">Brazil</country>
      </aff>
      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>08</month>
        <year>2009</year>
      </pub-date>
      <volume>93</volume>
      <issue>2</issue>
      <fpage>141</fpage>
      <lpage>146</lpage>
      <history>
        <date date-type="rev-recd">
          <day>12</day>
          <month>11</month>
          <year>2008</year>
        </date>
        <date date-type="received">
          <day>30</day>
          <month>07</month>
          <year>2008</year>
        </date>
        <date date-type="accepted">
          <day>18</day>
          <month>11</month>
          <year>2008</year>
        </date>
      </history>
      <permissions>
        <license license-type="open-access" xlink:href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" xml:lang="en">
          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
        </license>
      </permissions>
      <abstract>
        <p>FUNDAMENTO: A transi&#231;&#227;o repouso-exerc&#237;cio-repouso &#233; acompanhada por varia&#231;&#245;es r&#225;pidas e lentas da frequ&#234;ncia card&#237;aca (FC), moduladas pelos ramos do sistema nervoso aut&#244;nomo. A participa&#231;&#227;o vagal parece ser distinta nesses diversos transientes. Em adendo, h&#225; uma dificuldade metodol&#243;gica em determinar qual &#233; o melhor momento e modo de medir a FC de repouso. OBJETIVO: Determinar a associa&#231;&#227;o entre os transientes iniciais (r&#225;pido e lento) e final da FC no exerc&#237;cio, considerando diferentes formas de medir a FC de repouso. M&#201;TODOS: Foram estudados, retrospectivamente, 103 indiv&#237;duos adultos n&#227;o-atletas (76 homens) que realizaram o teste de exerc&#237;cio de 4 segundos para a obten&#231;&#227;o do transiente r&#225;pido de FC medido pelo &#237;ndice vagal card&#237;aco (IVC), e que finalizaram um teste cardiopulmonar de exerc&#237;cio m&#225;ximo em exatamente 10 minutos, sendo medidas as varia&#231;&#245;es da FC nos primeiros minutos do exerc&#237;cio (&#916;FC) e da recupera&#231;&#227;o (dFC). RESULTADO: H&#225; associa&#231;&#245;es modestas entre o IVC e as tr&#234;s formas de medir o &#916;FC, r entre 0,27 e 0,31 (p&lt;0,05), e uma mais expressiva, r=0,53 (p&lt;0,05), entre o dFC e o IVC. As m&#233;dias das tr&#234;s medidas de FC de repouso diferem (p&lt;0,05) e mostram correla&#231;&#245;es apenas razo&#225;veis entre si (r entre 0,64 e 0,76; p&lt;0,05). CONCLUS&#195;O: &#201; importante padronizar a medida da FC de repouso para a an&#225;lise de transientes; a pequena ou moderada associa&#231;&#227;o entre os resultados dos diversos transientes sugere que mecanismos aut&#244;nomos parcialmente distintos estejam envolvidos e que as suas medidas podem fornecer subs&#237;dios cl&#237;nicos diferentes e potencialmente complementares.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Frequ&#234;ncia card&#237;aca</kwd>
        <kwd>teste de esfor&#231;o</kwd>
        <kwd>repouso</kwd>
        <kwd>exerc&#237;cio</kwd>
        <kwd>atividade vagal card&#237;aca</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>13</day>
        <month>10</month>
        <year>2009</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <p>ARTIGOS ORIGINAIS </p>
    <p> ERGOMETRIA</p>
    <p>Associa&#231;&#227;o entre transientes inicial e final de frequ&#234;ncia card&#237;aca no teste de exerc&#237;cio </p>
    <p>
      <bold>Gisele Messias Mattioli<sup>I</sup>; Claudio Gil Soares de Ara&#250;jo<sup>I,II</sup></bold>
    </p>
    <p><sup>I</sup>Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, RJ, Brasil </p>
    <p><sup>II</sup>Cl&#237;nica de Medicina do Exerc&#237;cio (CLINIMEX), Rio de Janeiro, RJ, Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="cor">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold> RESUMO </bold>
    </p>
    <p><bold>FUNDAMENTO:</bold> A transi&#231;&#227;o repouso-exerc&#237;cio-repouso &#233; acompanhada por varia&#231;&#245;es r&#225;pidas e lentas da frequ&#234;ncia card&#237;aca (FC), moduladas pelos ramos do sistema nervoso aut&#244;nomo. A participa&#231;&#227;o vagal parece ser distinta nesses diversos transientes. Em adendo, h&#225; uma dificuldade metodol&#243;gica em determinar qual &#233; o melhor momento e modo de medir a FC de repouso. </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Determinar a associa&#231;&#227;o entre os transientes iniciais (r&#225;pido e lento) e final da FC no exerc&#237;cio, considerando diferentes formas de medir a FC de repouso. </p>
    <p><bold> M&#201;TODOS:</bold> Foram estudados, retrospectivamente, 103 indiv&#237;duos adultos n&#227;o-atletas (76 homens) que realizaram o teste de exerc&#237;cio de 4 segundos para a obten&#231;&#227;o do transiente r&#225;pido de FC medido pelo &#237;ndice vagal card&#237;aco (IVC), e que finalizaram um teste cardiopulmonar de exerc&#237;cio m&#225;ximo em exatamente 10 minutos, sendo medidas as varia&#231;&#245;es da FC nos primeiros minutos do exerc&#237;cio (&#916;FC) e da recupera&#231;&#227;o (dFC). </p>
    <p><bold>RESULTADO:</bold> H&#225; associa&#231;&#245;es modestas entre o IVC e as tr&#234;s formas de medir o &#916;FC, r entre 0,27 e 0,31 (p&lt;0,05), e uma mais expressiva, r=0,53 (p&lt;0,05), entre o dFC e o IVC. As m&#233;dias das tr&#234;s medidas de FC de repouso diferem (p&lt;0,05) e mostram correla&#231;&#245;es apenas razo&#225;veis entre si (r entre 0,64 e 0,76; p&lt;0,05). </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> &#201; importante padronizar a medida da FC de repouso para a an&#225;lise de transientes; a pequena ou moderada associa&#231;&#227;o entre os resultados dos diversos transientes sugere que mecanismos aut&#244;nomos parcialmente distintos estejam envolvidos e que as suas medidas podem fornecer subs&#237;dios cl&#237;nicos diferentes e potencialmente complementares.</p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Frequ&#234;ncia card&#237;aca, teste de esfor&#231;o, repouso, exerc&#237;cio, atividade vagal card&#237;aca.</p>
    <p>
      <bold>Introdu&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Com o in&#237;cio e o fim do exerc&#237;cio f&#237;sico, ocorrem transientes de frequ&#234;ncia card&#237;aca (FC). Denominam-se de transientes r&#225;pidos as respostas obtidas nos primeiros segundos do exerc&#237;cio, enquanto aquelas ocorridas em um ou dois minutos podem ser denominadas de transientes lentos. Uma resposta inadequada da FC tem sido frequentemente associada a um aumento no risco de mortalidade<sup>1-3</sup> e valores anormais t&#234;m sido hipoteticamente associados a um dist&#250;rbio auton&#244;mico<sup>4,5</sup>. Em tese, a identifica&#231;&#227;o desse dist&#250;rbio poderia indicar um grupo de indiv&#237;duos com um risco aumentado de morte s&#250;bita<sup>2,6,7</sup>.</p>
    <p>In&#250;meros modelos de avalia&#231;&#227;o da fun&#231;&#227;o auton&#244;mica t&#234;m sido propostos. A sensibilidade barorreflexa<sup>8-10</sup>, a variabilidade da FC<sup>11</sup> e o transiente final da FC no teste de exerc&#237;cio (dFC)<sup>12</sup> - diferen&#231;a entre o valor m&#225;ximo e o obtido ao final do primeiro minuto da recupera&#231;&#227;o -, t&#234;m se mostrado como marcadores progn&#243;sticos. Por exemplo, em 2005, Falcone e cols.<sup>13</sup> sugeriram que, em coronariopatas, uma eleva&#231;&#227;o da FC superior a 12 bpm no primeiro minuto do exerc&#237;cio estaria associada a um pior progn&#243;stico. Contudo, esses dados n&#227;o foram confirmados em estudo publicado por Leeper e cols.<sup>14</sup>, que, utilizando um protocolo de avalia&#231;&#227;o algo distinto, obtiveram resultados diametralmente opostos. </p>
    <p>&#201; poss&#237;vel que a discord&#226;ncia entre o estudo italiano e o americano seja devido a quest&#245;es metodol&#243;gicas, contudo, a possibilidade de um significado cl&#237;nico na medida da varia&#231;&#227;o da FC entre a condi&#231;&#227;o de repouso e o primeiro minuto de exerc&#237;cio, passa, fundamentalmente, pela eventual associa&#231;&#227;o entre essa medida e a atividade vagal card&#237;aca. </p>
    <p>Desde o final dos anos 1980, o teste de exerc&#237;cio de 4 segundos (T4s)<sup>15</sup> vem sendo utilizado para estudar a atividade vagal card&#237;aca (AVC). Esse teste, validado farmacologicamente<sup>16</sup> e altamente fidedigno<sup>17</sup>, j&#225; demonstrou ser bastante &#250;til, n&#227;o s&#243; como instrumento diagn&#243;stico<sup>18</sup>, mas tamb&#233;m no acompanhamento longitudinal da AVC<sup>19,</sup> mostrando-se moderadamente associado ao dFC. </p>
    <p>Nesse contexto, nosso objetivo foi o de determinar a associa&#231;&#227;o entre os transientes inicial (r&#225;pido e lento) e final da FC. Nossa hip&#243;tese era de que o envolvimento de mecanismos auton&#244;micos parcialmente distintos geraria uma associa&#231;&#227;o significativa, por&#233;m modesta, entre essas vari&#225;veis. </p>
    <p>
      <bold>M&#233;todos</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Amostra</bold>
    </p>
    <p>Foram analisados, retrospectivamente, os dados de 103 indiv&#237;duos avaliados (76 homens), com idades entre 18 e 89 anos, atendidos em uma cl&#237;nica especializada em medicina do exerc&#237;cio, entre 2003 e 2006. Dentre os indiv&#237;duos analisados, 44 (43%) faziam uso de medica&#231;&#227;o de a&#231;&#227;o cronotr&#243;pica negativa. Do ponto de vista cl&#237;nico, 36 (35%) possu&#237;am doen&#231;a arterial coronariana - definida como infarto do mioc&#225;rdio e/ou procedimento de revasculariza&#231;&#227;o mioc&#225;rdica pr&#233;via -, 15 (14%) foram classificados pela anamnese como assintom&#225;ticos cardiorrespirat&#243;rios, e os demais 51% inclu&#237;am portadores de outras doen&#231;as cardiopulmonares ou metab&#243;licas relevantes. O perfil cl&#237;nico e demogr&#225;fico dos indiv&#237;duos bastante variado reflete o cotidiano t&#237;pico de um servi&#231;o que realiza testes de exerc&#237;cio. Todos os indiv&#237;duos foram submetidos a uma avalia&#231;&#227;o composta por consulta m&#233;dica, com hist&#243;ria cl&#237;nica detalhada e exame f&#237;sico, eletrocardiograma convencional de repouso, medidas cineantropom&#233;tricas, espirometria de repouso, T4s e teste cardiopulmonar de esfor&#231;o (TCPE), todos realizados em uma mesma visita e sempre nessa ordem. Dados referentes ao uso de medica&#231;&#227;o, presen&#231;a de fatores de risco coronariano ou sintomas, foram coletados durante a anamnese realizada imediatamente antes do in&#237;cio dos testes. Foram adotados os seguintes crit&#233;rios de inclus&#227;o: 1) indiv&#237;duos n&#227;o-atletas; 2) idade superior a 18 anos; 3) dura&#231;&#227;o exata de 10 minutos para o TCPE m&#225;ximo. Foram ainda exclu&#237;dos do estudo, pacientes em uso de marca-passo card&#237;aco ou portadores de fibrila&#231;&#227;o atrial permanente.</p>
    <p>Em adendo, todos os indiv&#237;duos submeteram-se ao procedimento voluntariamente e por encaminhamento dos seus m&#233;dicos assistentes, tendo lido e assinado um termo de consentimento livre e esclarecido antes da realiza&#231;&#227;o do mesmo, o qual havia sido previamente aprovado pelo comit&#234; institucional.</p>
    <p>
      <bold>Protocolos</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Teste de exerc&#237;cio de 4 segundos (T4s)</bold>
    </p>
    <p>Em 1992, o T4s foi validado farmacologicamente para a avalia&#231;&#227;o da AVC por meio da an&#225;lise do transiente inicial r&#225;pido (transi&#231;&#227;o repouso-exerc&#237;cio) da FC<sup>20</sup>. De forma sucinta, o T4s consiste em pedalar, o mais r&#225;pido poss&#237;vel, em um ciclo-erg&#244;metro de membros inferiores (Cateye EC-1600, CatEye, Jap&#227;o) sem carga, do 4&#170; ao 8&#186; segundos de uma apn&#233;ia inspirat&#243;ria de 12 segundos. S&#227;o dados quatro comandos consecutivos a cada 4 segundos: 1&#186; - inspirar pela boca, o mais profundo e r&#225;pido poss&#237;vel, e manter-se em apn&#233;ia; 2&#186; - pedalar o mais r&#225;pido poss&#237;vel; 3&#186; - parar bruscamente de pedalar, e 4&#186; - expirar naturalmente. Sob monitoramento eletrocardiogr&#225;fico (Elite Ergo PC 3.1.2.5 ou 3.3.4.3, Micromed, Brasil), de uma &#250;nica deriva&#231;&#227;o, geralmente CM5 ou CC5, foram visualmente identificados e posteriormente medidos (com o aux&#237;lio dos recursos do software), com resolu&#231;&#227;o de 10 milissegundos, os intervalos RR durante a manobra. O T4s quantificou a AVC por meio do &#237;ndice vagal card&#237;aco (IVC) adimensional, que &#233; expresso pela raz&#227;o entre o intervalo imediatamente antes ou depois do primeiro do exerc&#237;cio, aquele que for mais longo (RRB), e o mais curto durante o exerc&#237;cio (RRC). Habitualmente, foram realizadas duas manobras, escolhendo-se aquela que proporciona o maior IVC. Uma descri&#231;&#227;o mais detalhada sobre o procedimento pode ser encontrado em outro artigo<sup>21</sup>. </p>
    <p>
      <bold>Teste cardiopulmonar de exerc&#237;cio (TCPE)</bold>
    </p>
    <p>Os indiv&#237;duos foram submetidos a um teste cardiopulmonar de exerc&#237;cio (TCPE) com an&#225;lise direta dos gases expirados (VO <sub>2000</sub>; Medgraphics, Estados Unidos), imediatamente ap&#243;s a realiza&#231;&#227;o do T4s, utilizando o mesmo ciclo-erg&#244;metro de membros inferiores e um protocolo de rampa individualizado, visando uma dura&#231;&#227;o ao redor de 10 minutos, tempo considerado ideal para a obten&#231;&#227;o de um <inline-graphic xlink:href="https://minio.scielo.br/documentstore/1678-4170/SsjZXMwQxbTNNj8MpyrQSDC/8846a1efdba973269bc90aca39b659a0e49193f4.gif"/>o<sub>2</sub>max verdadeiro e de uma melhor rela&#231;&#227;o entre o <inline-graphic xlink:href="https://minio.scielo.br/documentstore/1678-4170/SsjZXMwQxbTNNj8MpyrQSDC/8846a1efdba973269bc90aca39b659a0e49193f4.gif"/>o<sub>2</sub> predito e a carga de trabalho<sup>22</sup>. Nenhuma medica&#231;&#227;o de a&#231;&#227;o cardiovascular foi alterada ou suspensa antes da realiza&#231;&#227;o do TCPE. Para a realiza&#231;&#227;o tanto do T4s quanto do TCPE, os p&#233;s foram fixados em pedaleiras, objetivando um melhor desempenho motor e assim uma maior efici&#234;ncia mec&#226;nica. O registro eletrocardiogr&#225;fico foi monitorado utilizando uma &#250;nica deriva&#231;&#227;o (CM5 ou CC5) desde o per&#237;odo de repouso pr&#233;-teste at&#233;, no m&#237;nimo, cinco minutos p&#243;s-exerc&#237;cio. Imediatamente ap&#243;s o teste, os indiv&#237;duos eram auxiliados a sair do ciclo-erg&#244;metro, sendo ent&#227;o encaminhados a uma maca, posicionada pr&#243;xima ao erg&#244;metro, onde eram rapidamente posicionados em dec&#250;bito dorsal. </p>
    <p>Medida da varia&#231;&#227;o de FC - Transiente inicial lento (&#916;FC)</p>
    <p>As medidas do transiente inicial lento, expressas em bpm, foram obtidas atrav&#233;s da an&#225;lise dos tra&#231;ados do ECG de repouso e do TCPE utilizando-se a subtra&#231;&#227;o entre os valores de FC no primeiro minuto do teste e os de FC de repouso. Para a an&#225;lise da FC de repouso foram realizadas tr&#234;s formas distintas de mensura&#231;&#227;o: a) a primeira, delta de repouso (&#916;FC<sub>REP</sub>), baseada no tra&#231;ado de ECG de repouso na deriva&#231;&#227;o DII (Schiller Cardiovit AT 10, Su&#237;&#231;a) de 10 segundos, na posi&#231;&#227;o supina, sem controle respirat&#243;rio; b) a segunda, delta efetivo (&#916;FC<sub>EF</sub>), - assim denominada por acreditarmos que essa medida pudesse expressar o valor real da FC no momento em que o exerc&#237;cio &#233; efetivamente iniciado -, baseada na m&#233;dia m&#243;vel dos &#250;ltimos 8 segundos com o indiv&#237;duo j&#225; sentado no ciclo-erg&#244;metro e com o bocal posicionado; c) a terceira, delta do TCPE (&#916;FC<sub>TCPE</sub>), obtida a partir da quantifica&#231;&#227;o da dura&#231;&#227;o m&#233;dia dos dois primeiros intervalos RR do registro cont&#237;nuo obtido no exerc&#237;cio (o registro era iniciado simultaneamente ao comando oral do avaliador para que o indiv&#237;duo come&#231;asse o exerc&#237;cio). Essas &#250;ltimas duas formas foram obtidas atrav&#233;s do uso do software (Elite Ergo PC 3.1.2.5 ou 3.3.4.3, Micromed, Brasil) utilizando uma deriva&#231;&#227;o, normalmente CM5 ou CC5. </p>
    <p>
      <bold>Frequ&#234;ncia card&#237;aca m&#225;xima (FCM)</bold>
    </p>
    <p>As medidas da frequ&#234;ncia card&#237;aca m&#225;xima (FCM), em bpm, foram obtidas a partir da leitura feita pelo mesmo software, atrav&#233;s da m&#233;dia dos &#250;ltimos 7,33 segundos no d&#233;cimo minuto do TCPE. Essa medida efetiva era posteriormente comparada com a FCM prevista calculada a partir da seguinte equa&#231;&#227;o: 210-0,65 x idade (anos)<sup>23</sup>. </p>
    <p>
      <bold>Transiente final (dFC)</bold>
    </p>
    <p>Determinou-se ainda o dFC ap&#243;s o exerc&#237;cio, com o indiv&#237;duo deitado na posi&#231;&#227;o supina, novamente a partir da leitura do registro feito pelo software, de modo a avaliar o transiente final lento, calculado pela subtra&#231;&#227;o da FCM pela FC, no primeiro minuto da recupera&#231;&#227;o, tamb&#233;m expresso em bpm. </p>
    <p>
      <bold>An&#225;lise estat&#237;stica</bold>
    </p>
    <p>Inicialmente foi testada a normalidade e a homocedasticidade da distribui&#231;&#227;o, validando a utiliza&#231;&#227;o da estat&#237;stica param&#233;trica.</p>
    <p>Para a avalia&#231;&#227;o da associa&#231;&#227;o entre as diversas vari&#225;veis analisadas (ex.: &#916;FC<sub>REP</sub>, &#916;FC<sub>EF,</sub>&#916;FC<sub>TCPE, </sub>IVC) foi utilizada a correla&#231;&#227;o momento-produto de Pearson. Para a compara&#231;&#227;o das m&#233;dias das tr&#234;s diferentes formas de medir a varia&#231;&#227;o da FC de repouso para o 1&#186; minuto de exerc&#237;cio, utilizou-se a ANOVA de medidas repetidas, seguidas do teste t de Bonferroni, quando apropriado. Essas an&#225;lises foram realizadas para a amostra como um todo e repetidas, separando-se os indiv&#237;duos em dois grupos, com e sem uso de medica&#231;&#245;es de a&#231;&#227;o cronotr&#243;pica negativa. Admitiu-se 5% como n&#237;vel de signific&#226;ncia estat&#237;stica e intervalo de confian&#231;a de 95%. Foi utilizado o software SPSS <italic>(</italic>SPSS, vers&#227;o 13, Estados Unidos) para todos os c&#225;lculos. As figuras foram preparadas em GraphPad Prism 5 (GraphPad, Estados Unidos).</p>
    <p>
      <bold>Resultados</bold>
    </p>
    <p>Foram analisados 103 indiv&#237;duos (76 homens), com idades entre 18 e 89 anos. Os dados descritivos das tr&#234;s diferentes formas de medida da FC de repouso, da FCM, do dFC e do IVC s&#227;o apresentados na <xref ref-type="table" rid="a12tab01">tabela 1</xref>. </p>
    <p content-type="asset">
      <table-wrap id="a12tab01">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gt01.jpg"/></table-wrap>
    </p>
    <p>A ANOVA para medidas repetidas mostrou diferen&#231;as entre as tr&#234;s formas de medir a varia&#231;&#227;o da FC de repouso (p &lt; 0,001), com valores mais baixos para a medida da &#916; FC<sub>REP</sub>; depois pela &#916; FC<sub>TCPE;</sub> e finalmente pela &#916; FC<sub>EF</sub>, essa &#250;ltima com um valor cerca de 3 bpm em m&#233;dia maior do que a colhida alguns instantes antes do in&#237;cio do exerc&#237;cio, com o indiv&#237;duo j&#225; sentado no ciclo-erg&#244;metro (<xref ref-type="fig" rid="fig1">Figura 1</xref>). </p>
    <fig id="fig1">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf01.jpg"/></fig>
    <p>A <xref ref-type="table" rid="tab2">tabela 2</xref> mostra os resultados das correla&#231;&#245;es entre o IVC e as outras vari&#225;veis do nosso estudo. Observa-se que a maioria desses coeficientes de correla&#231;&#227;o &#233; positiva e significativa, indicando uma tend&#234;ncia para que quando uma vari&#225;vel aumente a outra tamb&#233;m o fa&#231;a, ainda que, pela magnitude das associa&#231;&#245;es encontradas, o valor preditivo, isto &#233;, o coeficiente de determina&#231;&#227;o (r<sup>2</sup>), seja bastante modesto. Mais especificamente, observou-se que o transiente inicial r&#225;pido quantificado pelo IVC possui uma correla&#231;&#227;o significativa, por&#233;m modesta, com as tr&#234;s formas de quantificar o transiente inicial lento da FC, r entre 0,27 e 0,31 (p &lt; 0,001), sem que se tenha observado uma diferen&#231;a expressiva entre as tr&#234;s formas. J&#225; a associa&#231;&#227;o com o transiente final lento foi um pouco mais expressiva, alcan&#231;ando um r de 0,53 (p &lt; 0,001). Uma melhor visualiza&#231;&#227;o dessas associa&#231;&#245;es pode ser observada nas <xref ref-type="fig" rid="fig2">figuras 2</xref> e <xref ref-type="fig" rid="fig3">3</xref>, representando, respectivamente, a melhor associa&#231;&#227;o entre as medidas de transiente inicial e final lento e o IVC. </p>
    <table-wrap id="tab2">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gt02.jpg"/></table-wrap>
    <fig id="fig2">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf02.jpg"/></fig>
    <fig id="fig3">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf03.jpg"/></fig>
    <p>A an&#225;lise das associa&#231;&#245;es quando os indiv&#237;duos foram separados entre os que faziam ou n&#227;o uso de medica&#231;&#245;es de a&#231;&#227;o cronotr&#243;pica negativa n&#227;o acrescentou &#224; an&#225;lise global, j&#225; que n&#227;o houve diferen&#231;as expressivas em rela&#231;&#227;o aos dados que consideraram a amostra como um todo. Especificamente, a maior associa&#231;&#227;o permaneceu entre o IVC e a medida do descenso da FC no primeiro minuto, com coeficientes de correla&#231;&#227;o de, respectivamente, 0,32 e 0,53 (p &lt; 0,001), mantendo n&#237;veis mais modestos para a associa&#231;&#227;o entre a varia&#231;&#227;o do primeiro minuto de exerc&#237;cio e o IVC, com valores de r de, respectivamente, 0,29 (p = 0,05) e 0,20 (p = 0,12). </p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo foi delineado para investigar a associa&#231;&#227;o entre o transiente inicial r&#225;pido da FC no exerc&#237;cio, expresso atrav&#233;s do IVC, e os transientes inicial e final lentos quantificados em um minuto e determinados por medidas espec&#237;ficas de varia&#231;&#227;o da FC. Os resultados demonstram uma associa&#231;&#227;o significativa, por&#233;m relativamente modesta, entre essas medidas. Esse resultado nos permite inferir que, apesar de moduladas pelo sistema nervoso aut&#244;nomo, essas vari&#225;veis apresentam mecanismos fisiol&#243;gicos parcialmente distintos. Portanto, as informa&#231;&#245;es obtidas por esses transientes parecem ser complementares, tendo em vista que, no m&#225;ximo, 10% a 25% da variabilidade de uma medida &#233; explicada pela outra. </p>
    <p>O exerc&#237;cio provoca uma eleva&#231;&#227;o na FC ao final do 1&#186; minuto, tanto por um aumento da atividade adren&#233;rgica quanto por uma redu&#231;&#227;o da ativa&#231;&#227;o parassimp&#225;tica. Enquanto Ara&#250;jo e cols.<sup>20</sup> demonstraram, atrav&#233;s de bloqueio farmacol&#243;gico, que o transiente inicial r&#225;pido da FC (primeiros 4 segundos) &#233; mediado exclusivamente por uma inibi&#231;&#227;o vagal, a contribui&#231;&#227;o espec&#237;fica de cada ramo do sistema nervoso aut&#244;nomo no primeiro minuto do exerc&#237;cio ainda &#233; incerta, pois muito embora exista um componente vagal, parece que h&#225; uma predomin&#226;ncia da participa&#231;&#227;o adren&#233;rgica nos transientes lentos de um minuto.</p>
    <p>Outra lacuna cient&#237;fica a ser preenchida envolveu a an&#225;lise da medida de FC de repouso. Considerando as distintas formas de medida de &#916;FC (&#916; FC<sub>REP</sub>, &#916; FC<sub>TCPE</sub>, &#916;FC<sub>EF</sub>), a an&#225;lise de vari&#226;ncia demonstrou uma diferen&#231;a significativa entre as medidas. Portanto, a forma pela qual a medida da FC de repouso &#233; obtida demonstrou ser capaz de influenciar os resultados encontrados de quantifica&#231;&#227;o do transiente inicial lento. </p>
    <p>Apesar das diferen&#231;as nas tr&#234;s formas de quantifica&#231;&#227;o da FC de repouso, e assim da determina&#231;&#227;o do transiente lento da FC no in&#237;cio do exerc&#237;cio, isso n&#227;o afetou de modo importante a magnitude da modesta associa&#231;&#227;o com o IVC. Interpretando essa associa&#231;&#227;o positiva, temos que, indiv&#237;duos com maior &#916;FC tenderiam a apresentar uma maior AVC medida atrav&#233;s do IVC. Dentro dessa perspectiva, nossos resultados corroboram, ao menos em parte, os achados descritos por Leeper e cols.<sup>14</sup>, que recentemente demonstraram um melhor progn&#243;stico em indiv&#237;duos com um &#916;FC <underline>&gt;</underline>12 bpm, quando submetidos a um TE sintoma-limitado em esteira rolante. A magnitude modesta da associa&#231;&#227;o encontrada em nosso estudo pode ser explicada pelo argumento desses autores de que a resposta da FC no 1&#186; minuto do exerc&#237;cio possa refletir n&#227;o somente a retirada vagal esfor&#231;o-induzida, mas tamb&#233;m a magnitude da resposta adren&#233;rgica ao esfor&#231;o. </p>
    <p>De forma semelhante ao encontrado no presente estudo, Ricardo e cols.<sup>24</sup> demonstraram algum grau de associa&#231;&#227;o entre o IVC e o dFC, um outro importante e independente marcador progn&#243;stico, sugerindo novamente a presen&#231;a de diferentes mecanismos auton&#244;micos associados &#224; obten&#231;&#227;o dessas duas medidas.</p>
    <p>Em nosso estudo, a an&#225;lise dos dados envolvendo a utiliza&#231;&#227;o do protocolo de rampa reduziu as chances de que a magnitude da resposta da FC sofresse a interfer&#234;ncia de altera&#231;&#245;es bruscas, relacionadas &#224; varia&#231;&#227;o da carga entre os diferentes est&#225;gios, j&#225; que, com a linearidade do incremento da carga e conforme demonstrado na literatura, esse protocolo propicia uma melhor rela&#231;&#227;o entre a taxa de trabalho e a medida do consumo de oxig&#234;nio no exerc&#237;cio<sup>25,26</sup>. </p>
    <p>Uma das potenciais limita&#231;&#245;es desteestudo foi a heterogeneidade da amostra, composta por indiv&#237;duos de diferentes idades, com condi&#231;&#245;es cl&#237;nicas e em situa&#231;&#245;es distintas associadas ao uso de medica&#231;&#227;o de a&#231;&#227;o cronotr&#243;pica negativa, dados que poderiam alterar a medida do &#916;FC. Contudo, em uma an&#225;lise preliminar, a separa&#231;&#227;o da amostra em subgrupos com e sem uso de medica&#231;&#227;o de a&#231;&#227;o cronotr&#243;pica negativa at&#233; diminuiu a magnitude da associa&#231;&#227;o entre os transientes lentos e o r&#225;pido, compat&#237;vel, mais uma vez, com a exist&#234;ncia de mecanismos fisiol&#243;gicos distintos e sens&#237;veis ao &#946;-bloqueio adren&#233;rgico. </p>
    <p>Os resultados encontrados t&#234;m implica&#231;&#245;es para a avalia&#231;&#227;o da fun&#231;&#227;o auton&#244;mica cardiovascular. Nas &#250;ltimas d&#233;cadas, a avalia&#231;&#227;o auton&#244;mica n&#227;o-invasiva tem sido foco de in&#250;meros estudos, devido &#224; forte associa&#231;&#227;o entre sua disfun&#231;&#227;o e o risco de morte cardiovascular. Embora se encontre na literatura muitos procedimentos para a avalia&#231;&#227;o auton&#244;mica, o T4s destaca-se pela sua praticidade, baixo custo, valida&#231;&#227;o e fidedignidade, al&#233;m de sua especificidade para o componente vagal. Considerando ainda as limita&#231;&#245;es metodol&#243;gicas associadas &#224; an&#225;lise da varia&#231;&#227;o da FC no primeiro minuto das transi&#231;&#245;es repouso-exerc&#237;cio-repouso, parece que a an&#225;lise simult&#226;nea das tr&#234;s medidas de transientes pode ser complementar, aumentando assim o valor diagn&#243;stico e progn&#243;stico da avalia&#231;&#227;o da modula&#231;&#227;o auton&#244;mica no exerc&#237;cio. Estudos prospectivos e de longo seguimento devem testar, em uma mesma popula&#231;&#227;o, o valor progn&#243;stico da medida dos transientes inicial (lento e r&#225;pido) e final de FC ao exerc&#237;cio para desfechos objetivos, tais como mortalidade por todas as causas ou a ocorr&#234;ncia de eventos cardiovasculares desfavor&#225;veis.</p>
    <p>
      <bold>Conclus&#227;o</bold>
    </p>
    <p>A partir dos resultados encontrados conclui-se que: Para a quantifica&#231;&#227;o do transiente inicial lento, &#233; apropriado padronizar a forma de determina&#231;&#227;o da medida da FC em repouso, j&#225; que valores distintos podem ser obtidos em fun&#231;&#227;o da posi&#231;&#227;o corporal e da escolha do momento exato para a medida; </p>
    <p>Considerando a dificuldade operacional e pr&#225;tica de medir a FC de repouso exatamente no in&#237;cio do exerc&#237;cio, uma das op&#231;&#245;es do presente estudo, n&#227;o parece justific&#225;vel propor o uso rotineiro dessa medida, ainda que ela difira estatisticamente daquela obtida alguns instantes antes do in&#237;cio do exerc&#237;cio propriamente dito, pois a magnitude da diferen&#231;a &#233;, em geral, pequena e de pouca relev&#226;ncia cl&#237;nica ou fisiol&#243;gica (3 bpm).</p>
    <p>&#201; poss&#237;vel que a quantifica&#231;&#227;o simult&#226;nea dos diferentes transientes de FC no exerc&#237;cio, determinados por mecanismos fisiol&#243;gicos auton&#244;micos apenas parcialmente similares, possa contribuir de modo complementar para a avalia&#231;&#227;o cl&#237;nica progn&#243;stica.</p>
    <p>
      <bold>Agradecimentos</bold>
    </p>
    <p>Dr. Claudio Gil Soares de Ara&#250;jo &#233; bolsista de produtividade em pesquisa n&#237;vel 1 do CNPq.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflito de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>O presente estudo foi parcialmente financiado pelo CNPq.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica</bold>
    </p>
    <p>Este artigo &#233; parte de disserta&#231;&#227;o de Mestrado de Gisele Messias Mattioli pela Universidade Gama Filho.</p>
    <p>
      <fn id="cor" fn-type="corresp">
        <p>Correspond&#234;ncia:</p>
        <p> Claudio Gil Soares de Ara&#250;jo </p>
        <p> Rua Siqueira Campos, 93/101 - Copacabana </p>
        <p> 22071-030 - Rio de Janeiro, RJ, Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p><email xlink:href="cgaraujo@iis.com.br">cgaraujo@iis.com.br</email>, </p>
        <p>
          <email xlink:href="cgil@cardiol.br">cgil@cardiol.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>  Artigo recebido em 30/07/08; revisado recebido em 12/11/08; aceito em 18/11/08.</p>
  </body>
  <back>
    <ref-list>
      <ref id="B1">
        <mixed-citation>1. Lauer MS, Okin PM, Larson MG, Evans JC, Levy D. Impaired heart rate response to graded exercise: prognostic implications of chronotropic incompetence in the Framingham Heart Study. Circulation. 1996; 93 (8): 1520-6.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Impaired heart rate response to graded exercise: prognostic implications of chronotropic incompetence in the Framingham Heart Study</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>1996</year>
          </date>
          <fpage>1520</fpage>
          <lpage>6</lpage>
          <issue>8</issue>
          <volume>93</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Lauer</surname>
              <given-names>MS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Okin</surname>
              <given-names>PM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Larson</surname>
              <given-names>MG</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Evans</surname>
              <given-names>JC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Levy</surname>
              <given-names>D</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B2">
        <mixed-citation>2. Jouven X, Empana JP, Schwartz PJ, Desnos M, Courbon D, Ducimetiere P. Heart-rate profile during exercise as a predictor of sudden death. N Engl J Med. 2005; 352 (19): 1951-8.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Heart-rate profile during exercise as a predictor of sudden death</article-title>
          <source>N Engl J Med</source>
          <date>
            <year>2005</year>
          </date>
          <fpage>1951</fpage>
          <lpage>8</lpage>
          <issue>19</issue>
          <volume>352</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Jouven</surname>
              <given-names>X</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Empana</surname>
              <given-names>JP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Schwartz</surname>
              <given-names>PJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Desnos</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Courbon</surname>
              <given-names>D</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ducimetiere</surname>
              <given-names>P</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B3">
        <mixed-citation>3. Ellestad MH. Chronotropic incompetence: the implications of heart rate response to exercise (compensatory parasympathetic hyperactivity?). Circulation. 1996; 93 (8): 1485-7.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Chronotropic incompetence: the implications of heart rate response to exercise (compensatory parasympathetic hyperactivity?)</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>1996</year>
          </date>
          <fpage>1485</fpage>
          <lpage>7</lpage>
          <issue>8</issue>
          <volume>93</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ellestad</surname>
              <given-names>MH</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B4">
        <mixed-citation>4. Freeman JV, Dewey FE, Hadley DM, Myers J, Froelicher VF. Autonomic nervous system interaction with the cardiovascular system during exercise. Prog Cardiovasc Dis. 2006; 48 (5): 342-62.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Autonomic nervous system interaction with the cardiovascular system during exercise</article-title>
          <source>Prog Cardiovasc Dis</source>
          <date>
            <year>2006</year>
          </date>
          <fpage>342</fpage>
          <lpage>62</lpage>
          <issue>5</issue>
          <volume>48</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Freeman</surname>
              <given-names>JV</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Dewey</surname>
              <given-names>FE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hadley</surname>
              <given-names>DM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Myers</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Froelicher</surname>
              <given-names>VF</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B5">
        <mixed-citation>5. van Bemmel T, Vinkers DJ, Macfarlane PW, Gussekloo J, Westendorp RG. Markers of autonomic tone on a standard ECG are predictive of mortality in old age. Int J Cardiol. 2006; 107 (1): 36-41.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Markers of autonomic tone on a standard ECG are predictive of mortality in old age</article-title>
          <source>Int J Cardiol</source>
          <date>
            <year>2006</year>
          </date>
          <fpage>36</fpage>
          <lpage>41</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>107</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>van Bemmel</surname>
              <given-names>T</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Vinkers</surname>
              <given-names>DJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Macfarlane</surname>
              <given-names>PW</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gussekloo</surname>
              <given-names>J</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Westendorp</surname>
              <given-names>RG</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B6">
        <mixed-citation>6. La Rovere MT, Pinna GD, Hohnloser SH, Marcus FI, Mortara A, Nohara R, et al. Baroreflex sensitivity and heart rate variability in the identification of patients at risk for life-threatening arrhythmias: implications for clinical trials. Circulation. 2001; 103 (16): 2072-7.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Baroreflex sensitivity and heart rate variability in the identification of patients at risk for life-threatening arrhythmias: implications for clinical trials</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>2001</year>
          </date>
          <fpage>2072</fpage>
          <lpage>7</lpage>
          <issue>16</issue>
          <volume>103</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>La Rovere</surname>
              <given-names>MT</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Pinna</surname>
              <given-names>GD</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hohnloser</surname>
              <given-names>SH</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Marcus</surname>
              <given-names>FI</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mortara</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Nohara</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B7">
        <mixed-citation>7. La Rovere MT, Bigger JT Jr, Marcus FI, Mortara A, Schwartz PJ. Baroreflex sensitivity and heart-rate variability in prediction of total cardiac mortality after myocardial infarction. ATRAMI (Autonomic Tone and Reflexes After Myocardial Infarction) Investigators. Lancet. 1998; 351: 478-84.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Baroreflex sensitivity and heart-rate variability in prediction of total cardiac mortality after myocardial infarction: ATRAMI (Autonomic Tone and Reflexes After Myocardial Infarction) Investigators</article-title>
          <source>Lancet</source>
          <date>
            <year>1998</year>
          </date>
          <fpage>478</fpage>
          <lpage>84</lpage>
          <volume>351</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>La Rovere</surname>
              <given-names>MT</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bigger Jr</surname>
              <given-names>JT</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Marcus</surname>
              <given-names>FI</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mortara</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Schwartz</surname>
              <given-names>PJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B8">
        <mixed-citation>8. Schwartz PJ, La Rovere MT, Vanoli E. Autonomic nervous system and sudden cardiac death: experimental basis and clinical observations for post-myocardial infarction risk stratification. Circulation. 1992; 85 (1 Suppl): I77-91.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Autonomic nervous system and sudden cardiac death: experimental basis and clinical observations for post-myocardial infarction risk stratification</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>1992</year>
          </date>
          <fpage>I77</fpage>
          <lpage>91</lpage>
          <volume>85</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Schwartz</surname>
              <given-names>PJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>La Rovere</surname>
              <given-names>MT</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Vanoli</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B9">
        <mixed-citation>9. Schwartz PJ, Vanoli E, Stramba-Badiale M, De Ferrari GM, Billman GE, Foreman RD. Autonomic mechanisms and sudden death: new insights from analysis of baroreceptor reflexes in conscious dogs with and without a myocardial infarction. Circulation. 1988; 78 (4): 969-79.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Autonomic mechanisms and sudden death: new insights from analysis of baroreceptor reflexes in conscious dogs with and without a myocardial infarction</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>1988</year>
          </date>
          <fpage>969</fpage>
          <lpage>79</lpage>
          <issue>4</issue>
          <volume>78</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Schwartz</surname>
              <given-names>PJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Vanoli</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Stramba-Badiale</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>De Ferrari</surname>
              <given-names>GM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Billman</surname>
              <given-names>GE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Foreman</surname>
              <given-names>RD</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B10">
        <mixed-citation>10. Schwartz PJ. The autonomic nervous system and sudden death. Eur Heart J. 1998; 19 (Suppl F): F72-80.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>The autonomic nervous system and sudden death</article-title>
          <source>Eur Heart J</source>
          <date>
            <year>1998</year>
          </date>
          <fpage>F72</fpage>
          <lpage>80</lpage>
          <volume>19</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Schwartz</surname>
              <given-names>PJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B11">
        <mixed-citation>11. Kleiger RE, Miller JP, Bigger JT Jr, Moss AJ. Decreased heart rate variability and its association with increased mortality after acute myocardial infarction. Am J Cardiol. 1987; 59 (4): 256-62.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Decreased heart rate variability and its association with increased mortality after acute myocardial infarction</article-title>
          <source>Am J Cardiol</source>
          <date>
            <year>1987</year>
          </date>
          <fpage>256</fpage>
          <lpage>62</lpage>
          <issue>4</issue>
          <volume>59</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Kleiger</surname>
              <given-names>RE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Miller</surname>
              <given-names>JP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bigger Jr</surname>
              <given-names>JT</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Moss</surname>
              <given-names>AJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B12">
        <mixed-citation>12. Cole CR, Blackstone EH, Pashkow FJ, Snader CE, Lauer MS. Heart-rate recovery immediately after exercise as a predictor of mortality. N Engl J Med. 1999; 341 (18): 1351-7.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Heart-rate recovery immediately after exercise as a predictor of mortality</article-title>
          <source>N Engl J Med</source>
          <date>
            <year>1999</year>
          </date>
          <fpage>1351</fpage>
          <lpage>7</lpage>
          <issue>18</issue>
          <volume>341</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Cole</surname>
              <given-names>CR</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Blackstone</surname>
              <given-names>EH</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Pashkow</surname>
              <given-names>FJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Snader</surname>
              <given-names>CE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lauer</surname>
              <given-names>MS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B13">
        <mixed-citation>13. Falcone C, Buzzi MP, Klersy C, Schwartz PJ. Rapid heart rate increase at onset of exercise predicts adverse cardiac events in patients with coronary artery disease. Circulation. 2005; 112 (13): 1959-64.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Rapid heart rate increase at onset of exercise predicts adverse cardiac events in patients with coronary artery disease</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>2005</year>
          </date>
          <fpage>1959</fpage>
          <lpage>64</lpage>
          <issue>13</issue>
          <volume>112</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Falcone</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Buzzi</surname>
              <given-names>MP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Klersy</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Schwartz</surname>
              <given-names>PJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B14">
        <mixed-citation>14. Leeper NJ, Dewey FE, Ashley EA, Sandri M, Tan SY, Hadley D, et al. Prognostic value of heart rate increase at onset of exercise testing. Circulation. 2007; 115 (4): 468-74.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Prognostic value of heart rate increase at onset of exercise testing</article-title>
          <source>Circulation</source>
          <date>
            <year>2007</year>
          </date>
          <fpage>468</fpage>
          <lpage>74</lpage>
          <issue>4</issue>
          <volume>115</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Leeper</surname>
              <given-names>NJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Dewey</surname>
              <given-names>FE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ashley</surname>
              <given-names>EA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Sandri</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Tan</surname>
              <given-names>SY</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hadley</surname>
              <given-names>D</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B15">
        <mixed-citation>15. Ara&#250;jo CGS. Fast "ON" and "OFF" heart rate transients at different bicycle exercise levels. Int J Sports Med. 1985; 6 (2): 68-73.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Fast "ON" and "OFF" heart rate transients at different bicycle exercise levels</article-title>
          <source>Int J Sports Med</source>
          <date>
            <year>1985</year>
          </date>
          <fpage>68</fpage>
          <lpage>73</lpage>
          <issue>2</issue>
          <volume>6</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B16">
        <mixed-citation>16. N&#243;brega ACL, Castro CLB, Ara&#250;jo CGS. Relative roles of the sympathetic and parasympathetic systems in the 4-s exercise test. Braz J Med Biol Res. 1990; 23 (12): 1259-62.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Relative roles of the sympathetic and parasympathetic systems in the 4-s exercise test</article-title>
          <source>Braz J Med Biol Res</source>
          <date>
            <year>1990</year>
          </date>
          <fpage>1259</fpage>
          <lpage>62</lpage>
          <issue>12</issue>
          <volume>23</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>N&#243;brega</surname>
              <given-names>ACL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Castro</surname>
              <given-names>CLB</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B17">
        <mixed-citation>17. Ara&#250;jo CGS, Ricardo DR, Almeida MB. Fidedignidade intra e interdias do teste de exerc&#237;cio de 4 segundos. Rev Bras Med Esporte. 2003; 2: 35-40.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Fidedignidade intra e interdias do teste de exerc&#237;cio de 4 segundos</article-title>
          <source>Rev Bras Med Esporte</source>
          <date>
            <year>2003</year>
          </date>
          <fpage>35</fpage>
          <lpage>40</lpage>
          <volume>2</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ricardo</surname>
              <given-names>DR</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Almeida</surname>
              <given-names>MB</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B18">
        <mixed-citation>18. Lazzoli JK, Soares PP, N&#243;brega ACL, Ara&#250;jo CGS. Electrocardiographic criteria for vagotonia-validation with pharmacological parasympathetic blockade in healthy subjects. Int J Cardiol. 2003; 87 (2-3): 231-6.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Electrocardiographic criteria for vagotonia-validation with pharmacological parasympathetic blockade in healthy subjects</article-title>
          <source>Int J Cardiol</source>
          <date>
            <year>2003</year>
          </date>
          <fpage>231</fpage>
          <lpage>6</lpage>
          <issue>2-3</issue>
          <volume>87</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Lazzoli</surname>
              <given-names>JK</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Soares</surname>
              <given-names>PP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>N&#243;brega</surname>
              <given-names>ACL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B19">
        <mixed-citation>19. Castro CLB, N&#243;brega ACL, Ara&#250;jo CGS. Cardiac vagal activity is still depressed two years after acute myocardial infarction. Med Sci Sports Exerc. 1993; 25 (25): S106.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Cardiac vagal activity is still depressed two years after acute myocardial infarction</article-title>
          <source>Med Sci Sports Exerc</source>
          <date>
            <year>1993</year>
          </date>
          <fpage>S106</fpage>
          <issue>25</issue>
          <volume>25</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Castro</surname>
              <given-names>CLB</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>N&#243;brega</surname>
              <given-names>ACL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B20">
        <mixed-citation>20. Ara&#250;jo CGS, N&#243;brega ACL, Castro CLB. Heart rate responses to deep breathing and 4-seconds of exercise before and after pharmacological blockade with atropine and propranolol. Clin Auton Res. 1992; 2 (1): 35-40.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Heart rate responses to deep breathing and 4-seconds of exercise before and after pharmacological blockade with atropine and propranolol</article-title>
          <source>Clin Auton Res</source>
          <date>
            <year>1992</year>
          </date>
          <fpage>35</fpage>
          <lpage>40</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>2</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>N&#243;brega</surname>
              <given-names>ACL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Castro</surname>
              <given-names>CLB</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B21">
        <mixed-citation>21. Almeida MB, Ricardo DR, Ara&#250;jo CGS. Variabilidade da frequ&#234;ncia card&#237;aca em um teste de exerc&#237;cio verdadeiramente m&#225;ximo. Rev Socerj. 2005; 18 (6): 534-41.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Variabilidade da frequ&#234;ncia card&#237;aca em um teste de exerc&#237;cio verdadeiramente m&#225;ximo</article-title>
          <source>Rev Socerj</source>
          <date>
            <year>2005</year>
          </date>
          <fpage>534</fpage>
          <lpage>41</lpage>
          <issue>6</issue>
          <volume>18</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Almeida</surname>
              <given-names>MB</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ricardo</surname>
              <given-names>DR</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B22">
        <mixed-citation>22. Neder JA, Nery LE, Castelo A, Andreoni S, Lerario MC, Sachs A, et al. Prediction of metabolic and cardiopulmonary responses to maximum cycle ergometry: a randomised study. Eur Respir J. 1999; 14 (6): 1304-13.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Prediction of metabolic and cardiopulmonary responses to maximum cycle ergometry: a randomised study</article-title>
          <source>Eur Respir J</source>
          <date>
            <year>1999</year>
          </date>
          <fpage>1304</fpage>
          <lpage>13</lpage>
          <issue>6</issue>
          <volume>14</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Neder</surname>
              <given-names>JA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Nery</surname>
              <given-names>LE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Castelo</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Andreoni</surname>
              <given-names>S</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lerario</surname>
              <given-names>MC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Sachs</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B23">
        <mixed-citation>23. Lange-Andersen K, Shepard RJ, Denolin H, Varnaus Kas E, Masironi R. Fundamentals of exercise testing. Geneva: World Health Organization; 1971.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="book">
          <source>Fundamentals of exercise testing</source>
          <date>
            <year>1971</year>
          </date>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Lange-Andersen</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Shepard</surname>
              <given-names>RJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Denolin</surname>
              <given-names>H</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Varnaus Kas</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Masironi</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B24">
        <mixed-citation>24. Ricardo DR, Almeida MB, Franklin BA, Ara&#250;jo CGS. Initial and final exercise heart rate transients: influence of gender, aerobic fitness, and clinical status. Chest. 2005; 127 (1): 318-27.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Initial and final exercise heart rate transients: influence of gender, aerobic fitness, and clinical status</article-title>
          <source>Chest</source>
          <date>
            <year>2005</year>
          </date>
          <fpage>318</fpage>
          <lpage>27</lpage>
          <issue>1</issue>
          <volume>127</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ricardo</surname>
              <given-names>DR</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Almeida</surname>
              <given-names>MB</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Franklin</surname>
              <given-names>BA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ara&#250;jo</surname>
              <given-names>CGS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B25">
        <mixed-citation>25. Lewis SF, Taylor WF, Graham RM, Pettinger WA, Schutte JE, Blomqvist CG. Cardiovascular responses to exercise as functions of absolute and relative work load. J Appl Physiol. 1983; 54 (5): 1314-23.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Cardiovascular responses to exercise as functions of absolute and relative work load</article-title>
          <source>J Appl Physiol</source>
          <date>
            <year>1983</year>
          </date>
          <fpage>1314</fpage>
          <lpage>23</lpage>
          <issue>5</issue>
          <volume>54</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Lewis</surname>
              <given-names>SF</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Taylor</surname>
              <given-names>WF</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Graham</surname>
              <given-names>RM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Pettinger</surname>
              <given-names>WA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Schutte</surname>
              <given-names>JE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Blomqvist</surname>
              <given-names>CG</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B26">
        <mixed-citation>26. Skinner JS, Gaskill SE, Rankinen T, Leon AS, Rao DC, Wilmore JH, et al. Heart rate versus %VO2max: age, sex, race, initial fitness, and training response--HERITAGE. Med Sci Sports Exerc. 2003; 35 (11): 1908-13.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Heart rate versus %VO2max: age, sex, race, initial fitness, and training response--HERITAGE</article-title>
          <source>Med Sci Sports Exerc</source>
          <date>
            <year>2003</year>
          </date>
          <fpage>1908</fpage>
          <lpage>13</lpage>
          <issue>11</issue>
          <volume>35</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Skinner</surname>
              <given-names>JS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gaskill</surname>
              <given-names>SE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rankinen</surname>
              <given-names>T</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Leon</surname>
              <given-names>AS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rao</surname>
              <given-names>DC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Wilmore</surname>
              <given-names>JH</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
    </ref-list>
  </back>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Original Articles</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Association between initial and final transient heart rate responses in exercise testing</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>BACKGROUND: The rest-exercise-rest transition is accompanied by rapid and slow heart rate (HR) changes modulated by the branches of the autonomic nervous system. Vagal participation seems to be distinct in these different transitions. Additionally, it is methodologically difficult to determine the best moment and how to measure resting HR. OBJECTIVE: To determine the association between initial (rapid and slow) and final transient HR responses during exercise, considering different forms of measuring resting HR. METHODS: We retrospectively studied 103 non-athlete adults (76 males) who underwent 4-second exercise test to obtain the rapid transient HR response as measured by the cardiac vagal index (CVI), and completed a maximal cardiopulmonary exercise test in exactly 10 minutes. HR changes were measured in the first few minutes of exercise (&#916;HR) and recovery (dHR). RESULTS: Modest associations were found between CVI and the three forms of measuring &#916;HR, r between 0.27 and 0.31 (p&lt;0.05), and a more significant association between dHR and CVI, r=0.53 (p&lt;0.05). The means of the three measurements of resting HR were different (p&lt;0.05) and showed only reasonable correlations between them (r between 0.64 and 0.76; p&lt;0.05). CONCLUSION: It is important to standardize the measurement of resting HR for the analysis of transient HR responses; small or moderate association between the results of the different transients suggests that partially distinct autonomic mechanisms are involved and that their measurements may provide different and potentially complementary clinical information.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>Heart Rate</kwd>
        <kwd>Exercise Rate</kwd>
        <kwd>Rest</kwd>
        <kwd>Exercise</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>ORIGINAL ARTICLE</bold>
      </p>
      <p><undefined id="cima-body2"/>Association between initial and final transient heart rate responses in exercise testing</p>
      <p>
        <bold>Gisele Messias Mattioli<sup>I</sup>; Claudio Gil Soares de Ara&#250;jo<sup>I,II</sup></bold>
      </p>
      <p><sup>I</sup>Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, RJ, Brasil</p>
      <p><sup>II</sup>Cl&#237;nica de Medicina do Exerc&#237;cio (CLINIMEX), Rio de Janeiro, RJ, Brasil</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p>
        <bold>SUMMARY</bold>
      </p>
      <p><bold>BACKGROUND:</bold> The rest-exercise-rest transition is accompanied by rapid and slow heart rate (HR) changes modulated by the branches of the autonomic nervous system. Vagal participation seems to be distinct in these different transitions. Additionally, it is methodologically difficult to determine the best moment and how to measure resting HR.</p>
      <p><bold>OBJECTIVE:</bold> To determine the association between initial (rapid and slow) and final transient HR responses during exercise, considering different forms of measuring resting HR.</p>
      <p><bold>METHODS:</bold> We retrospectively studied 103 non-athlete adults (76 males) who underwent 4-second exercise test to obtain the rapid transient HR response as measured by the cardiac vagal index (CVI), and completed a maximal cardiopulmonary exercise test in exactly 10 minutes. HR changes were measured in the first few minutes of exercise (&#916;HR) and recovery (dHR).</p>
      <p><bold>RESULTS:</bold> Modest associations were found between CVI and the three forms of measuring &#916;HR, r between 0.27 and 0.31 (p&lt;0.05), and a more significant association between dHR and CVI, r=0.53 (p&lt;0.05). The means of the three measurements of resting HR were different (p&lt;0.05) and showed only reasonable correlations between them (r between 0.64 and 0.76; p&lt;0.05).</p>
      <p><bold>CONCLUSION:</bold> It is important to standardize the measurement of resting HR for the analysis of transient HR responses; small or moderate association between the results of the different transients suggests that partially distinct autonomic mechanisms are involved and that their measurements may provide different and potentially complementary clinical information.</p>
      <p><bold>Key words:</bold> Heart Rate; Exercise Rate; Rest; Exercise.</p>
      <p>
        <bold>Introduction</bold>
      </p>
      <p>At the onset and end of physical exercise, transient heart rate (HR) responses are observed. Responses obtained at the first few seconds of exercise are known as rapid transient responses, whereas those occurring within one or two minutes are called slow transient responses. Inadequate HR response has been frequently associated with increased mortality risk<sup>1-3</sup>, and abnormal values have been hypothetically associated with autonomic disorders<sup>4,5</sup>. Theoretically, the identification of this disorder would identify a group of individuals at a higher risk of sudden death<sup>2,6,7</sup>.</p>
      <p>Innumerous models for the assessment of the autonomic function have been proposed. Baroreflex sensitivity<sup>8-10</sup>, HR variability<sup>11</sup> and final transient exercise test HR response (dHR)<sup>12</sup> - the difference between the maximum value and that obtained at the end of the first minute of recovery - have proven to be prognostic markers. In 2005, for instance, Falcone et al<sup>13</sup> suggested that a HR increase greater than 12 bpm in the first minute of exercise would be associated with a worse prognosis in patients with coronary artery disease. However, these findings were not confirmed by Leeper et al<sup>14</sup> study which used a rather different assessment protocol and obtained diametrically opposed results.</p>
      <p>The discordance between the Italian and American studies may have been due to methodological issues. However, the possibility of a clinical meaning for the measurement of the HR variation between rest and the first minute of exercise is fundamentally related to an occasional association between this measurement and the cardiac vagal activity.</p>
      <p>Since the late 1980's, the 4-second exercise test (T4s)<sup>15</sup> has been used to study the cardiac vagal activity (CVA). This test is pharmacologically validated<sup>16</sup> and highly reliable<sup>17</sup>, and has already proven very useful not only as a diagnostic tool<sup>18</sup>, but also in the longitudinal follow-up of CVA<sup>19</sup>, in addition to being moderately correlated with dHR.</p>
      <p>In this context, the objective of this study was to determine the association between the initial (rapid and slow) and final transient HR responses. We hypothesized that the involvement of partially distinct autonomic mechanisms would generate a significant, albeit modest, association between these variables.</p>
      <p>
        <bold>Methods</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Study Sample</bold>
      </p>
      <p>Data from 103 individuals (76 men) aged between 18 and 89 years who had been seen in a clinic specialized in exercise medicine between 2003 and 2006 were retrospectively analyzed. Among the individuals studied, 44 (43%) were on negative chronotropic medication. From the clinical point of view, 36 (35%) individuals had coronary artery disease - defined as previous myocardial infarction and/or myocardial revascularization - 15 (14%) had no history of cardiorespiratory symptoms, and the remaining 51% had other relevant cardiopulmonary or metabolic diseases. The widely diverse clinical and demographic profile of the individuals reflects the typical routine of clinics providing exercise testing. The assessment of all individuals included a medical visit with thorough history taking and physical examination, conventional resting electrocardiography, kinanthropometric assessment, resting spirometry, T4s, and cardiopulmonary exercise test (CPET), all performed in a single visit and always following this sequence. Data regarding the use of medication, and presence of coronary risk factors or symptoms were included in the clinical history taken immediately before the tests. The following inclusion criteria were adopted: 1) non-athlete individuals; 2) age above 18 years; 3) maximal CPET duration of exactly 10 minutes. Patients with cardiac pacemaker or permanent atrial fibrillation were excluded from the study.</p>
      <p>Also, all individuals participated voluntarily in the protocol and were referred by their physicians. All gave an informed consent before the study was started. The study was approved by the Institutional committee.</p>
      <p>
        <bold>Protocols</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>4-second exercise test (T4s)</bold>
      </p>
      <p>In 1992, T4s was pharmacologically validated for the assessment of CVA, by means of analysis of the initial rapid transient HR response (rest-exercise transition)<sup>20</sup>. In short, T4s consists of pedaling an unloaded leg cycle ergometer (CatEye EC-1600, CatEye, Japan) as fast as possible, from the 4th to the 8th second of a 12-second inspiratory breath-hold. Four consecutive commands are given every four seconds: 1st - inspire through the mouth as deep and fast as possible and hold the breath; 2nd - pedal as fast as possible; 3rd - stop pedaling suddenly; and 4th - expire naturally. Using one-lead - usually CM5 or CC5, electrocardiographic monitoring (Elite Ergo PC 3.1.2.5 or 3.3.4.3, Micromed, Brazil), the RR intervals with 10-milisecond resolution recorded during the maneuver were visually identified and later measured (with the help of software features). T4s quantified CVA using the adimensional cardiac vagal index (CVI), which is expressed by the ratio between the RR interval immediately before or after the first exercise, whichever is the longest (RRB), and the shortest RR interval during exercise (RRC). Generally, two maneuvers were performed, and the one giving the highest CVI was chosen. The procedure has been described in details in another paper<sup>21</sup>.</p>
      <p>
        <bold>Cardiopulmonary exercise test (CPET)</bold>
      </p>
      <p>The individuals underwent a cardiopulmonary exercise test (CPET) with direct analysis of the expired gases (VO<sub>2000</sub>; Medgraphics, USA), immediately after T4s. They used the same leg cycle ergometer and a customized ramp protocol, aiming to achieve a test duration of approximately 10 minutes, which is considered the ideal time to obtain a real o<sub>2</sub>max and a better ratio between predicted o<sub>2</sub> and workload<sup>22</sup>. No cardiovascular medication was modified or discontinued before CPET. The feet were fixed in pedals both for T4s and CPET, in order to achieve a better motor performance and higher mechanical efficiency. A single lead (CM5 or CC5) was used for electrocardiographic monitoring from the pre-test resting period until at least five minutes after the exercise. Immediately after the test, the individuals were helped off the bicycle ergometer and were then taken to a litter positioned next to the ergometer, where they were rapidly put in the supine position.</p>
      <p>Measurement of HR variation - Slow initial transient (&#916;HR)</p>
      <p>Slow initial transient measurements, expressed in bpm, were obtained from the analysis of resting ECG tracings and CPET, by subtracting the HR values in the first minute of the test from the HR values at rest. For the analysis of resting HR, three different measurement methods were used: a) the first one, resting delta (&#916;HR<sub>REST</sub>), was based on the 10-second resting ECG tracing in lead DII (Schiller Cardiovit AT 10, Switzerland), with the patient on the supine position, and no respiration control; b) the second one, effective delta (&#916;HR<sub>EF</sub>) - thus called because we believe this measurement could express the real HR value at the moment in which the exercise is effectively started - is based on the changeable mean of the last 8 seconds with the individual already sitting on the bicycle ergometer and the mouthpiece in position; c) the third one, CPET delta (&#916;HR<sub>CPET</sub>), was obtained from the quantification of the mean duration of the first two RR intervals of the continuous record obtained during exercise (recording was started simultaneously with the oral command of the observer for the individual to start the test). These last two methods were obtained using the Elite Ergo PC 3.1.2.5 or 3.3.4.3 software (Micromed, Brazil), with a single lead - usually CM5 or CC5.</p>
      <p>
        <bold>Maximum heart rate (MHR)</bold>
      </p>
      <p>Maximum heart rate (MHR) measurements, in bpm, were obtained from the readings made by the same software, using the mean of the last 7.33 seconds in the tenth minute of CPET. This effective measurement was later compared with the predicted MHR as calculated using the following equation: 210 - 0.65 x age (years)<sup>23</sup>. </p>
      <p>
        <bold>Final transient HR response (dHR)</bold>
      </p>
      <p>The final transient HR response (dHR) was determined from the readings of the software recordings after the exercise, with the individual lying in the supine position, so as to evaluate the slow final transient HR response, as calculated by subtracting MHR from HR in the first minute of recovery, also expressed in bpm.</p>
      <p>
        <bold>Statistical analysis</bold>
      </p>
      <p>Initially, normality and homoscedasticity of the distribution were tested, thus validating the use of the parametric statistics. </p>
      <p>The Pearson product-moment correlation coefficient was used for the assessment of the association between the different variables analyzed (ex.: &#916;HR<sub>REST</sub>, &#916;HR<sub>EF,</sub>&#916;HR<sub>CPET, </sub>CVI). Repeated measures ANOVA was used for the comparison of the means of the three different methods of measuring resting HR variation in the 1st minute of exercise, followed by Bonferroni t-test, when appropriate. These analyses were carried out for the sample as a whole and repeated for the individuals divided into two groups, one with and the other without negative chronotropic medications. The level of statistical significance was set at 5%, 95% confidence interval. The SPSS software (SPSS version 13, USA) was used for all calculations. Figures were prepared in GraphPad Prism 5 (GraphPad, USA).</p>
      <p>
        <bold>Results</bold>
      </p>
      <p>A total of 103 individuals (76 males) aged between 18 and 89 years were analyzed. Descriptive data of the three different methods for measuring resting HR, MHR, dHR, and CVI are shown in <xref ref-type="table" rid="en_a12tab01-body2">Table 1</xref>. </p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="en_a12tab01-body2">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gt01-en.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <p>Repeated measures ANOVA showed differences between the three methods for measuring resting HR variation (p &lt; 0.001), with lower values for &#916; HR<sub>REST,</sub> followed by &#916; HR<sub>CPET,</sub> and then by &#916; HR<sub>EF</sub>, the latter being approximately 3bpm higher, on average, than the measurement taken a few instants prior to the beginning of the exercise, with the individual already sitting on the bicycle ergometer (<xref ref-type="fig" rid="fig1-body2">Figure 1</xref>). </p>
      <fig id="fig1-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf01-en.jpg"/></fig>
      <p>Results of the correlations between CVI and the other variables studied are shown in <xref ref-type="table" rid="tab2-body2">Table 2</xref>. Most of these correlation coefficients are positive and significant, thus indicating a tendency for the increase of a variable when another one also increases. However, for the magnitude of the associations found, the predictive value, that is, the determination coefficient (r<sup>2</sup>) is very modest. More specifically, we observed that the fast initial transient HR response as quantified by CVI has a positive correlation, albeit modest, with the three methods for the quantification of the slow initial transient HR response, r between 0.27 and 0.31 (p &lt; 0.001). However, no significant difference was observed between the three methods. On the other hand, the association with the slow final transient HR response was slightly more significant, reaching r of 0.53 (p &lt; 0.001). These associations can be better visualized in <xref ref-type="fig" rid="fig2-body2">Figures 2</xref> and <xref ref-type="fig" rid="fig3-body2">3</xref>, which represent the greater association between the initial transient and slow final transient HR responses and CVI, respectively.</p>
      <table-wrap id="tab2-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gt02-en.jpg"/></table-wrap>
      <fig id="fig2-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf02-en.jpg"/></fig>
      <fig id="fig3-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf03-en.jpg"/></fig>
      <p>The analysis of the associations when the individuals were divided into two groups - those using and those not using negative chronotropic medication - did not add to the overall analysis, since no significant differences were found in relation to the data regarding the sample as a whole. Specifically, the highest association was observed between CVI and the HR descent value in the first minute, with correlation coefficients of 0.32 and 0.53 (p &lt; 0.001), respectively. Lower levels were observed for the association between the variation in the first minute of exercise and CVI, with r values of 0.29 (p = 0.05) and 0.20 (p = 0.12), respectively.</p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>The present study was designed to investigate the association between the fast initial transient HR response during exercise, expressed by CVI, and the slow initial and final transient HR responses quantified in one minute and determined by specific HR variation measurements. The results showed a significant, albeit relatively modest, association between these measurements. Based on this result, we can presume that, despite being modulated by the autonomic nervous system, these variables have partially distinct physiological mechanisms. Therefore, the information obtained from these transient responses seems to be complementary, considering that, at most, 10% to 25% of a measurement variability is explained by another measurement.</p>
      <p>Exercise evokes HR elevation at the end of the 1st minute, both through increased adrenergic activity and through reduced parasympathetic activation. Although Ara&#250;jo et al<sup>20</sup> have demonstrated that, through pharmacological blockade, the initial fast transient HR response (first 4 seconds) is exclusively mediated by vagal inhibition, the specific contribution of each branch of the autonomic nervous system in the first minute of exercise remains uncertain because, even though a vagal component does exist, there seems to be a predominance of the adrenergic participation in the one-minute slow transient HR responses.</p>
      <p>Another scientific gap to be filled is related to the analysis of resting HR measurement. Considering the different methods of &#916;HR measurement (&#916; HR<sub>REST</sub>, &#916; HR<sub>CPET</sub>, &#916;HR<sub>EF</sub>), analysis of variance demonstrated a significant difference between the measurements. Therefore, the method used for the resting HR measurement proved able to influence the results found for the slow initial transient HR response.</p>
      <p>Despite the differences in the three methods of resting HR quantification, and thus of determination of slow transient HR response at the beginning of exercise, this did not significantly affect the modest association with CVI. The interpretation of this positive association shows that individuals with higher &#916;HR tend to have a higher CVA as measured by CVI. Within this perspective, our findings corroborated, at least in part, those described by Leeper et al<sup>14</sup>, who recently demonstrated a better prognosis in individuals with &#916;HR <underline>&gt;</underline>12 bpm undergoing symptom-limited treadmill ET. The modest association found in our study may be explained by these authors' argument that the HR response in the 1st minute of exercise may reflect not only exercise-induced vagal withdrawal, but also the magnitude of the adrenergic response to exercise. </p>
      <p>Corroborating our findings, Ricardo et al<sup>24</sup> demonstrated some degree of association between CVI and dHR, another important and independent prognostic marker, thus also suggesting the presence of different autonomic mechanisms associated with the measurement of these variables. </p>
      <p>In our study, the analysis of data involving the ramp protocol reduced the likelihood of the magnitude of the HR response being affected by sudden changes related to load variation between the different stages. This is because with the linear load increment, and as demonstrated in the literature, this protocol provides a better relationship between the work rate and the measurement of oxygen uptake during exercise<sup>25,26</sup>. </p>
      <p>One of the potential limitations of this study was the heterogeneity of the sample, which was comprised of individuals of different ages, with different clinical conditions and situations associated with the use of negative chronotropic medication that could interfere with the &#916;HR measurement. However, in a preliminary analysis, the division of our sample into subgroups - those with or without negative chronotropic medication - led to a decreased magnitude of the association between the slow and fast transient HR responses. This is, again, consistent with the existence of distinct physiological mechanisms sensitive to adrenergic &#946;-blockade.</p>
      <p>These findings have implications on the assessment of the cardiovascular autonomic function. In the past decades, noninvasive autonomic assessment has been focused by several studies because of the strong association between autonomic dysfunction and the risk of cardiovascular death. Although several procedures for autonomic assessment are available in the literature, T4s stands out for its practicality, low cost, validation and reliability, in addition to its specificity for the vagal component. Also considering the methodological limitations associated with the analysis of HR variation in the first minute of the rest-exercise-rest transitions, it seems that the simultaneous analysis of the three transient HR response measurements can be complementary, thus increasing the diagnostic and prognostic value of the assessment of the autonomic modulation during exercise. Prospective studies with long follow-up periods should test, in the same population, the prognostic value of initial (slow and fast) and final transient HR responses to exercise for objective end points, such as all-cause mortality or the occurrence of adverse cardiovascular events.</p>
      <p>
        <bold>Conclusions</bold>
      </p>
      <p>Based on the results found, we concluded that for the quantification of the slow initial transient HR response, it is appropriate to standardize the method of resting HR measurement, since different values may be obtained according to body position and choice of the exact moment at which the measurement is taken.</p>
      <p>Considering the operational and practical difficulty to measure the resting HR exactly at the beginning of exercise, which was one of the options of the present study, it does not seem reasonable to recommend the routine use of this measurement, even though it is statistically different from that obtained some moments prior to the beginning of the exercise itself, because this difference is usually small and bears little clinical or physiological relevance (3bpm). </p>
      <p>Simultaneous quantification of the different transient HR responses during exercise determined by only partially similar autonomic physiological mechanisms may be a complementary contribution to the prognostic clinical assessment. </p>
      <p>
        <bold>Acknowledgements</bold>
      </p>
      <p>Dr. Claudio Gil Soares de Ara&#250;jo holds a CNPq level 1 research productivity scholarship. </p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>This study was partially funded by Cnpq.</p>
      <p>
        <bold>Study Association</bold>
      </p>
      <p>This article is part of the thesis of Master submitted by Gisele Messias Mattioli, from Universidade Gama Filho.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRes" xml:lang="es">
    <front-stub>
      <article-categories/>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="es">Asociaci&#243;n entre transientes inicial y final de frecuencia cardiaca en la prueba de ejercicio</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="es">
        <p>FUNDAMENTO: La transici&#243;n reposo-ejercicio-reposo se sigue por variaciones r&#225;pidas y lentas de la frecuencia cardiaca (FC), moduladas por las ramas del sistema nervioso aut&#243;nomo. La participaci&#243;n vagal parece ser distinta en esos diversos transientes. Adem&#225;s, hay una dificultad metodol&#243;gica en determinar cual es el mejor momento y modo de medir la FC de reposo. OBJETIVO: Determinar la asociaci&#243;n entre los transientes iniciales (r&#225;pido y lento) y final de la FC en el ejercicio, considerando como diferentes formas de medir la FC de reposo. M&#201;TODOS: Se estudiaron, retrospectivamente, a 103 individuos adultos no-atletas (76 varones) que realizaron la prueba de ejercicio de 4 segundos para la obtenci&#243;n del transiente r&#225;pido de FC medido por el tono vagal card&#237;aco (TVC), y que finalizaron una prueba cardiopulmonar de ejercicio m&#225;ximo en exactamente 10 minutos, siendo medidas las variaciones de la FC en los primeros minutos del ejercicio (&#916;FC) y de la recuperaci&#243;n (dFC). RESULTADO: Hay simples asociaciones entre el TVC y las tres formas de medir el &#916;FC, r entre 0,27 y 0,31 (p&lt;0,05), y una m&#225;s expresiva, r=0,53 (p&lt;0,05), entre el dFC y el IVC. Los promedios de las tres mediciones de FC de reposo se distinguen (p&lt;0,05) y revelan correlaciones razonables s&#243;lo entre si (r entre 0,64 y 0,76; p&lt;0,05). CONCLUSI&#211;N: Es importante estandarizar la medici&#243;n de la FC de reposo para el an&#225;lisis de transientes. La peque&#241;a o moderada asociaci&#243;n entre los resultados de los diversos transientes sugiere que mecanismos aut&#243;nomos parcialmente distintos est&#233;n involucrados y que sus medidas pueden proveer argumentos cl&#237;nicos diferentes y potencialmente complementarios.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="es">
        <kwd>Frecuencia cardiaca</kwd>
        <kwd>prueba de esfuerzo</kwd>
        <kwd>reposo</kwd>
        <kwd>ejercicio</kwd>
        <kwd>actividad vagal cardiaca</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>ART&#205;CULO ORIGINAL</bold>
      </p>
      <p><undefined id="topo-body3"/>Asociaci&#243;n entre transientes inicial y final de frecuencia cardiaca en la prueba de ejercicio</p>
      <p>
        <bold>Gisele Messias Mattioli<sup>I</sup>; Claudio Gil Soares de Ara&#250;jo<sup>I,II</sup></bold>
      </p>
      <p><sup>I</sup>Universidade Gama Filho, Rio de Janeiro, RJ - Brasil</p>
      <p><sup>II</sup>Cl&#237;nica de Medicina do Exerc&#237;cio (CLINIMEX), Rio de Janeiro, RJ - Brasil</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p>
        <bold>RESUMEN</bold>
      </p>
      <p><bold>FUNDAMENTO:</bold> La transici&#243;n reposo-ejercicio-reposo se sigue por variaciones r&#225;pidas y lentas de la frecuencia cardiaca (FC), moduladas por las ramas del sistema nervioso aut&#243;nomo. La participaci&#243;n vagal parece ser distinta en esos diversos transientes. Adem&#225;s, hay una dificultad metodol&#243;gica en determinar cual es el mejor momento y modo de medir la FC de reposo.</p>
      <p><bold>OBJETIVO:</bold> Determinar la asociaci&#243;n entre los transientes iniciales (r&#225;pido y lento) y final de la FC en el ejercicio, considerando como diferentes formas de medir la FC de reposo.</p>
      <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Se estudiaron, retrospectivamente, a 103 individuos adultos no-atletas (76 varones) que realizaron la prueba de ejercicio de 4 segundos para la obtenci&#243;n del transiente r&#225;pido de FC medido por el tono vagal card&#237;aco (TVC), y que finalizaron una prueba cardiopulmonar de ejercicio m&#225;ximo en exactamente 10 minutos, siendo medidas las variaciones de la FC en los primeros minutos del ejercicio (&#916;FC) y de la recuperaci&#243;n (dFC).</p>
      <p><bold>RESULTADO:</bold> Hay simples asociaciones entre el TVC y las tres formas de medir el &#916;FC, r entre 0,27 y 0,31 (p&lt;0,05), y una m&#225;s expresiva, r=0,53 (p&lt;0,05), entre el dFC y el IVC. Los promedios de las tres mediciones de FC de reposo se distinguen (p&lt;0,05) y revelan correlaciones razonables s&#243;lo entre si (r entre 0,64 y 0,76; p&lt;0,05).</p>
      <p><bold>CONCLUSI&#211;N:</bold> Es importante estandarizar la medici&#243;n de la FC de reposo para el an&#225;lisis de transientes. La peque&#241;a o moderada asociaci&#243;n entre los resultados de los diversos transientes sugiere que mecanismos aut&#243;nomos parcialmente distintos est&#233;n involucrados y que sus medidas pueden proveer argumentos cl&#237;nicos diferentes y potencialmente complementarios.</p>
      <p><bold>Palabras clave:</bold> Frecuencia cardiaca, prueba de esfuerzo, reposo, ejercicio, actividad vagal cardiaca.</p>
      <p>
        <bold>Introducci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>Con el inicio y el final del ejercicio f&#237;sico, ocurren transientes de frecuencia cardiaca (FC). Se denominan transientes r&#225;pidos las respuestas obtenidas en los primeros segundos del ejercicio, mientras que aquellas ocurridas en uno o dos minutos despu&#233;s se pueden denominar transientes lentos. Una respuesta inadecuada de la FC ha sido frecuentemente asociada a un aumento en el riesgo de mortalidad<sup>1-3</sup> y valores anormales han sido hipot&#233;ticamente asociados a un disturbio auton&#243;mico<sup>4,5</sup>. En tesis, la identificaci&#243;n de ese disturbio podr&#237;a indicar un grupo de individuos con un riesgo aumentado de muerte s&#250;bita<sup>2,6,7</sup>.</p>
      <p>Inn&#250;meros modelos de evaluaci&#243;n de la funci&#243;n auton&#243;mica han sido propuestos. La sensibilidad barorrefleja<sup>8-10</sup>, la variabilidad de la FC<sup>11</sup> y el transiente final de la FC en la prueba de ejercicio (dFC)<sup>12</sup> -diferencia entre el valor m&#225;ximo y el obtenido al final del primer minuto de la recuperaci&#243;n-, han se presentado como marcadores pron&#243;sticos. Por ejemplo, en el 2005, Falcone et al.<sup>13</sup> sugirieron que, en pacientes coronarios, una elevaci&#243;n de la FC superior a 12 lpm en el primer minuto del ejercicio estar&#237;a asociada a un peor pron&#243;stico. Sin embargo, esos datos no se confirmaron en estudio publicado por Leeper et al.<sup>14</sup>, que, utilizando un protocolo de evaluaci&#243;n un poco distinto, lograron resultados diametralmente opuestos. </p>
      <p>Es posible que la discordancia entre el estudio italiano y el americano se deba a cuestiones metodol&#243;gicas. No obstante, la posibilidad de un significado cl&#237;nico en la medici&#243;n de la variaci&#243;n de la FC entre la condici&#243;n de reposo y el primer minuto de ejercicio, pasa, fundamentalmente, por la eventual asociaci&#243;n entre esa medici&#243;n y la actividad vagal cardiaca. </p>
      <p>Desde el final de los a&#241;os 1980, la prueba de ejercicio de 4 segundos (P4s)<sup>15</sup> viene siendo utilizada para estudiar la actividad vagal cardiaca (AVC). Esa prueba, validada farmacol&#243;gicamente<sup>16</sup> y altamente fidedigna<sup>17</sup>, ya demostr&#243; ser bastante &#250;til, no s&#243;lo como instrumento diagn&#243;stico<sup>18</sup>, sino tambi&#233;n en el seguimiento longitudinal de la AVC<sup>19,</sup> present&#225;ndose moderadamente asociada al dFC. </p>
      <p>En ese contexto, nuestro objetivo fue el de determinar la asociaci&#243;n entre los transientes inicial (r&#225;pido y lento) y final de la FC. Nuestra hip&#243;tesis era que la implicaci&#243;n de mecanismos auton&#243;micos parcialmente distintos generar&#237;a una asociaci&#243;n significativa, aunque sencilla, entre esas variables. </p>
      <p>
        <bold>M&#233;todos</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Muestra</bold>
      </p>
      <p>Se analizaron, retrospectivamente, los datos de 103 individuos evaluados (76 varones), con edades entre 18 y 89 a&#241;os, atendidos en una cl&#237;nica especializada en medicina del ejercicio, entre el 2003 y el 2006. Entre los individuos analizados, 44 (43%) estaban bajo medicaci&#243;n de acci&#243;n cronotr&#243;pica negativa. Desde el punto de vista cl&#237;nico, 36 (35%) ten&#237;an enfermedad arterial coronaria -definida como infarto de miocardio y/o procedimiento de revascularizaci&#243;n mioc&#225;rdica previa-, 15 (14%) se clasificaron por la anamnesis como asintom&#225;ticos cardiorrespiratorios, y los dem&#225;s el 51% inclu&#237;an portadores de otras enfermedades cardiopulmonares o metab&#243;licas relevantes. El perfil cl&#237;nico y demogr&#225;fico de los individuos, bastante variado, refleja el cotidiano t&#237;pico de un servicio que realiza pruebas de ejercicio. Todos los individuos se sometieron a una evaluaci&#243;n compuesta por consulta m&#233;dica, con historia cl&#237;nica detallada y examen f&#237;sico, electrocardiograma convencional de reposo, mediciones cineantropom&#233;tricas, espirometr&#237;a de reposo, P4s y prueba cardiopulmonar de esfuerzo (PCPE), todos realizados en una misma visita y siempre en esta orden. Datos referentes al uso de medicaci&#243;n, presencia de factores de riesgo coronario o s&#237;ntomas, se recolectaron durante la anamnesis realizada inmediatamente antes del inicio de las pruebas. Se adoptaron los siguientes criterios de inclusi&#243;n: </p>
      <p>1) individuos no-atletas; </p>
      <p>2) edad superior a 18 a&#241;os; </p>
      <p>3) duraci&#243;n exacta de 10 minutos para la PCPE m&#225;xima. Se excluyeron a&#250;n del estudio a pacientes que usaban marcapaso cardiaco o portadores de fibrilaci&#243;n atrial permanente.</p>
      <p>Adem&#225;s, todos los individuos se sometieron al procedimiento voluntariamente y fueron referidos por sus m&#233;dicos asistentes, habiendo le&#237;do y firmado un formulario de consentimiento informado antes de la realizaci&#243;n del mismo, el que hab&#237;a sido previamente aprobado por el comit&#233; institucional.</p>
      <p>
        <bold>Protocolos</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Prueba de ejercicio de 4 segundos (P4s)</bold>
      </p>
      <p>En 1992, la P4s se valid&#243; farmacol&#243;gicamente para la evaluaci&#243;n de la AVC por medio del an&#225;lisis del transiente inicial r&#225;pido (transici&#243;n reposo-ejercicio) de la FC<sup>20</sup>. De forma sucinta, la P4s consiste en pedalear, lo m&#225;s r&#225;pido posible, en un cicloerg&#243;metro de miembros inferiores (Cateye EC-1600, CatEye, Jap&#243;n) sin carga, desde el 4&#186; al 8&#186; segundo de una apnea inspiratoria de 12 segundos. Se dan cuatro comandos consecutivos a cada 4 segundos: 1<sup>er </sup>- inspire por la boca, lo m&#225;s profundo y r&#225;pido posible, y mantenerse en apnea; 2&#186; - pedalee lo m&#225;s r&#225;pido posible; 3<sup>er</sup> - deje bruscamente de pedalear, y 4&#186; - espire naturalmente. Bajo monitoreo electrocardiogr&#225;fico (Elite Ergo PC 3.1.2.5 &#243; 3.3.4.3, Micromed, Brasil), de &#250;nica derivaci&#243;n, generalmente CM5 &#243; CC5, se reconocieron visualmente identificados y posteriormente medidos (con ayuda de los recursos del software), con resoluci&#243;n de 10 milisegundos, los intervalos RR durante la maniobra. La P4s cuantific&#243; la AVC por medio del tono vagal cardiaco (TVC) adimensional, que se expresa por la raz&#243;n entre el intervalo inmediatamente antes o luego del primer ejercicio, aquel que es m&#225;s largo (RRB), y el m&#225;s corto durante el ejercicio (RRC). Habitualmente, se llevaron a cabo dos maniobras, se eligi&#243; la que proporciona el mayor TVC. Una descripci&#243;n m&#225;s detallada sobre el procedimiento se puede encontrar en otro art&#237;culo<sup>21</sup>. </p>
      <p>
        <bold>Prueba cardiopulmonar de ejercicio (PCPE)</bold>
      </p>
      <p>Los individuos se sometieron a una prueba cardiopulmonar de ejercicio (TCPE) con an&#225;lisis directa de los gases espirados (VO<sub>2000</sub>; Medgraphics, Estados Unidos), inmediatamente tras la realizaci&#243;n de la P4s, utilizando el mismo cicloerg&#243;metro de miembros inferiores y un protocolo de rampa individualizado, buscando una duraci&#243;n alrededor de 10 minutos, tiempo considerado ideal para la obtenci&#243;n de un o<sub>2</sub>max verdadero y de una mejor relaci&#243;n entre el o<sub>2</sub> predicho y la carga de trabajo<sup>22</sup>. Ninguna medicaci&#243;n de acci&#243;n cardiovascular se alter&#243; o se suspendi&#243; antes de la realizaci&#243;n de la PCPE. Para se llevar a cabo tanto la P4s como la PCPE, los pies se fijaron en calapies, objetivando un mejor desempe&#241;o motor y as&#237; una mayor eficiencia mec&#225;nica. El registro electrocardiogr&#225;fico se monitore&#243; utilizando una &#250;nica derivaci&#243;n (CM5 o CC5) desde el per&#237;odo de reposo pre prueba hasta, como m&#237;nimo, cinco minutos post ejercicio. Inmediatamente tras la prueba, se ayudaba a los individuos a salir del cicloerg&#243;metro, y se les refer&#237;a a una camilla, posicionada pr&#243;xima al erg&#243;metro, donde se posicionaban r&#225;pidamente en dec&#250;bito dorsal. </p>
      <p>
        <bold>Medici&#243;n de la variaci&#243;n de FC - Transiente inicial lento (</bold>
        <bold>&#916;</bold>
        <bold>FC)</bold>
      </p>
      <p>Las mediciones del transiente inicial lento, expresadas en lpm, se obtuvieron a trav&#233;s del an&#225;lisis de los trazados del ECG de reposo y de la PCPE con empleo y la sustracci&#243;n entre los valores de FC en el primer minuto de la prueba y los de FC de reposo. Para el an&#225;lisis de la FC de reposo se llevaron a cabo tres formas distintas de medici&#243;n: a) la primera, delta de reposo (&#916;FC<sub>REP</sub>), basada en el trazado de ECG de reposo en la derivaci&#243;n DII (Schiller Cardiovit AT 10, Suiza) de 10 segundos, en la posici&#243;n supina, sin control respiratorio; b) la segunda, delta efectivo (&#916;FC<sub>EF</sub>), -as&#237; denominada porque creemos que esa medida pudiera expresar el valor real de la FC en el momento en que el ejercicio es efectivamente iniciado -, basada en el promedio m&#243;vil de los &#250;ltimos 8 segundos con el individuo ya sentado en el cicloerg&#243;metro y con el bocal posicionado; c) la tercera, delta del TCPE (&#916;FC<sub>TCPE</sub>), obtenida a partir de la cuantificaci&#243;n de la duraci&#243;n promedio de los dos primeros intervalos RR del registro continuo obtenido en el ejercicio (el registro era iniciado simult&#225;neamente al comando oral del evaluador para que el individuo empezara el ejercicio). Esas &#250;ltimas dos formas se obtuvieron a trav&#233;s del uso del software (Elite Ergo PC 3.1.2.5 &#243; 3.3.4.3, Micromed, Brasil) utilizando una derivaci&#243;n, normalmente CM5 &#243; CC5. </p>
      <p>
        <bold>Frecuencia cardiaca m&#225;xima (FCM)</bold>
      </p>
      <p>Las mediciones de la frecuencia cardiaca m&#225;xima (FCM), en lpm, se consiguieron con la lectura del mismo software, a trav&#233;s del promedio de los &#250;ltimos 7,33 segundos en el d&#233;cimo minuto de la PCPE. Esa medici&#243;n efectiva era posteriormente comparada con la FCM prevista calculada a partir de la siguiente ecuaci&#243;n: 210-0,65 x edad (a&#241;os)<sup>23</sup>. </p>
      <p>
        <bold>Transiente final (dFC)</bold>
      </p>
      <p>Se determin&#243; a&#250;n el dFC despu&#233;s del ejercicio, con el individuo acostado en la posici&#243;n supina, nuevamente desde la lectura del registro realizado por el software, de modo que eval&#250;e el transiente final lento, calculado por la sustracci&#243;n de la FCM por la FC, en el primer minuto de la recuperaci&#243;n, tambi&#233;n expreso en lpm. </p>
      <p>
        <bold>An&#225;lisis estad&#237;stico</bold>
      </p>
      <p>Inicialmente se prob&#243; la normalidad y la homocedasticidad de la distribuci&#243;n, validando la utilizaci&#243;n de la estad&#237;stica param&#233;trica.</p>
      <p>Para la evaluaci&#243;n de la asociaci&#243;n entre las diversas variables analizadas (ex.: &#916;FC<sub>REP</sub>, &#916;FC<sub>EF,</sub>&#916;FC<sub>PCPE, </sub>TVC) se utiliz&#243; la correlaci&#243;n producto-momento de Pearson. Para la comparaci&#243;n de los promedios de las tres diferentes formas de medir la variaci&#243;n de la FC de reposo para el 1<sup>er</sup> minuto de ejercicio, se utiliz&#243; la ANOVA de mediciones repetidas, seguidas de la prueba t de Bonferroni, cuando apropiada. Esos an&#225;lisis se realizaron para la muestra como un todo y se los repitieron, con la separaci&#243;n de los individuos en dos grupos, con y sin uso de medicaciones de acci&#243;n cronotr&#243;pica negativa. Se admiti&#243; el 5% como nivel de significancia estad&#237;stica e intervalo de confianza del 95%. Se emple&#243; el software SPSS <italic>(</italic>SPSS, versi&#243;n 13, Estados Unidos) para todos los c&#225;lculos. Las figuras se prepararon en GraphPad Prism 5 (GraphPad, Estados Unidos).</p>
      <p>
        <bold>Resultados</bold>
      </p>
      <p>Se analizaron a 103 individuos (76 varones), con edades entre 18 y 89 a&#241;os. Los datos descriptivos de las tres diferentes formas de medici&#243;n de la FC de reposo, de la FCM, del dFC y del TVC est&#225;n detallados en la <xref ref-type="table" rid="es_a12tab01-body3">Tabla 1</xref>. </p>
      <p content-type="asset">
        <table-wrap id="es_a12tab01-body3">
          <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gt01-es.jpg"/></table-wrap>
      </p>
      <p>La ANOVA para mediciones repetidas mostr&#243; diferencias entre las tres formas de medir la variaci&#243;n de la FC de reposo (p &lt; 0,001), con valores m&#225;s bajos para la medici&#243;n del &#916; FC<sub>REP</sub>; luego de el &#916; FC<sub>PCPE;</sub> y finalmente por el &#916; FC<sub>EF</sub>, ese &#250;ltimo con un valor alrededor de 3 lpm en promedio mayor que la recolectada algunos instantes antes del inicio del ejercicio, con el individuo ya sentado en el cicloerg&#243;metro (<xref ref-type="fig" rid="fig1-body3">Figura 1</xref>). </p>
      <fig id="fig1-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf01-es.jpg"/></fig>
      <p>La <xref ref-type="table" rid="tab2-body3">Tabla 2</xref> evidencia los resultados de las correlaciones entre el TVC y las otras variables de nuestro estudio. Se observa que la mayor&#237;a de esos coeficientes de correlaci&#243;n es positiva y significativa, al indicar una tendencia para que cuando una variable aumente la otra tambi&#233;n lo haga, todav&#237;a que, por la magnitud de las asociaciones encontradas, el valor predictivo, es decir, el coeficiente de determinaci&#243;n (r<sup>2</sup>), sea bastante simple. M&#225;s espec&#237;ficamente, se observ&#243; que el transiente inicial r&#225;pido cuantificado por el TVC tiene una correlaci&#243;n significativa, aunque sencilla, con las tres formas de cuantificar el transiente inicial lento de la FC, r entre 0,27 y 0,31 (p &lt; 0,001), sin que se haya observado una diferencia expresiva entre las tres formas. Sin embargo, la asociaci&#243;n con el transiente final lento fue un poco m&#225;s expresiva, alcanzando un r de 0,53 (p &lt; 0,001). Una mejor visualizaci&#243;n de esas asociaciones se puede observar en las <xref ref-type="fig" rid="fig2-body3">Figuras 2</xref> y <xref ref-type="fig" rid="fig3-body3">3</xref>, donde est&#225; representada, respectivamente, la mejor asociaci&#243;n entre las mediciones de transiente inicial y final lento y el TVC. </p>
      <table-wrap id="tab2-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gt02-es.jpg"/></table-wrap>
      <fig id="fig2-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf02-es.jpg"/></fig>
      <fig id="fig3-body3">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0141-00012-gf03-es.jpg"/></fig>
      <p>El an&#225;lisis de las asociaciones cuando los individuos se separaron, entre los que estaban o no bajo medicaci&#243;n de acci&#243;n cronotr&#243;pica negativa, no a&#241;adi&#243; al an&#225;lisis global, ya que no hubo diferencias expresivas con relaci&#243;n a los datos que consideraron la muestra como un todo. Espec&#237;ficamente, la mayor asociaci&#243;n permaneci&#243; entre el TVC y la medici&#243;n del descenso de la FC en el primer minuto, con coeficientes de correlaci&#243;n de, respectivamente, 0,32 y 0,53 (p &lt; 0,001), manteniendo niveles m&#225;s sencillos para la asociaci&#243;n entre la variaci&#243;n del primer minuto de ejercicio y el TVC, con valores de r de, respectivamente, 0,29 (p = 0,05) y 0,20 (p = 0,12). </p>
      <p>
        <bold>Discusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El presente estudio se deline&#243; para investigar la asociaci&#243;n entre el transiente inicial r&#225;pido de la FC en el ejercicio, expresado a trav&#233;s del TVC, y los transientes inicial y final lentos cuantificados en un minuto y determinados por mediciones espec&#237;ficas de variaci&#243;n de la FC. Los resultados demostraron una asociaci&#243;n significativa, aunque relativamente sencilla, entre esas mediciones. Ese resultado nos permite inferir que, a pesar de moduladas por el sistema nervoso aut&#243;nomo, esas variables presentan mecanismos fisiol&#243;gicos parcialmente distintos. Por lo tanto, las informaciones obtenidas por esos transientes parecen ser complementarios, teniendo en vista que, como m&#225;ximo, del 10% al 25% de la variabilidad de una medici&#243;n se explica por la otra. </p>
      <p>El ejercicio provoca una elevaci&#243;n en la FC al final del 1<sup>er</sup> minuto, tanto por un aumento de la actividad adren&#233;rgica como por una reducci&#243;n de la activaci&#243;n parasimp&#225;tica. Mientras Ara&#250;jo et al.<sup>20</sup> demostraron, a trav&#233;s de bloqueo farmacol&#243;gico, que el transiente inicial r&#225;pido de la FC (primeros 4 segundos) es mediado exclusivamente por una inhibici&#243;n vagal, la contribuci&#243;n espec&#237;fica de cada ramo del sistema nervioso aut&#243;nomo en el primer minuto del ejercicio es a&#250;n incierta, pues aunque existe un componente vagal, parece que hay una predominancia de la participaci&#243;n adren&#233;rgica en los transientes lentos de un minuto.</p>
      <p>Otra laguna cient&#237;fica para cubrir implic&#243; el an&#225;lisis de la medici&#243;n de FC de reposo. Al considerar las distintas formas de medici&#243;n de &#916;FC (&#916; FC<sub>REP</sub>, &#916; FC<sub>PCPE</sub>, &#916;FC<sub>EF</sub>), el an&#225;lisis de varianza demostr&#243; una diferencia significativa entre las mediciones. Por lo tanto, la forma por la que se consigue la medici&#243;n de la FC de reposo demostr&#243; ser capaz de influenciar los resultados encontrados de cuantificaci&#243;n del transiente inicial lento. </p>
      <p>Apesar de las diferencias en las tres formas de cuantificaci&#243;n de la FC de reposo, y as&#237; de la determinaci&#243;n del transiente lento de la FC en el inicio del ejercicio, eso no afect&#243; de modo importante la magnitud de la simple asociaci&#243;n al TVC. Al interpretar esa asociaci&#243;n, concluimos que individuos con mayor &#916;FC tender&#237;an a presentar una mayor AVC medida a trav&#233;s del TVC. Dentro de esa perspectiva, nuestros resultados corroboran, por lo menos en parte, los hallazgos descritos por Leeper et al.<sup>14</sup>, que recientemente evidenciaron un mejor pron&#243;stico en individuos con un &#916;FC <underline>&gt;</underline>12 lpm, cuando sometidos a un TE s&#237;ntoma-limitado en estera rodante. La magnitud sencilla de esta asociaci&#243;n encontrada en nuestro estudio puede ser debida al argumento de esos autores de que la respuesta de la FC en el 1<sup>er</sup> minuto del ejercicio pueda reflejar no solamente la retirada vagal esfuerzo-inducida, sino tambi&#233;n la magnitud de la respuesta adren&#233;rgica al esfuerzo. </p>
      <p>De forma semejante al encontrado en el presente estudio, Ricardo et al.<sup>24</sup> demostraron cierto grado de asociaci&#243;n entre el TVC y el dFC, un otro importante e independiente marcador pron&#243;stico, sugiriendo nuevamente la presencia de diferentes mecanismos auton&#243;micos asociados a la obtenci&#243;n de esas dos mediciones.</p>
      <p>En nuestro estudio, el an&#225;lisis de los datos implicando la utilizaci&#243;n del protocolo de rampa redujo las probabilidades de que la magnitud de la respuesta de la FC sofriera la interferencia de alteraciones bruscas, relacionadas a la variaci&#243;n de la carga entre los diferentes estadios, ya que, con la linealidad del incremento de la carga y conforme evidenciado en la literatura, ese protocolo propicia una mejor relaci&#243;n entre la tasa de trabajo y la medida del consumo de ox&#237;geno en el ejercicio<sup>25,26</sup>. </p>
      <p>Una de las potenciales limitaciones de este estudio fue la heterogeneidad de la muestra, conformada por individuos de diferentes edades, con condiciones cl&#237;nicas y en situaciones distintas asociadas al uso de medicaci&#243;n de acci&#243;n cronotr&#243;pica negativa, datos que podr&#237;an alterar la medici&#243;n del &#916;FC. Sin embargo, en un an&#225;lisis preliminar, la separaci&#243;n de la muestra en subgrupos con y sin uso de medicaci&#243;n de acci&#243;n cronotr&#243;pica negativa hasta disminuy&#243; la magnitud de la asociaci&#243;n entre los transientes lentos y el r&#225;pido, compatible, m&#225;s una vez, con la existencia de mecanismos fisiol&#243;gicos distintos y sensibles al &#946;-bloqueo adren&#233;rgico. </p>
      <p>Los resultados encontrados tienen implicaciones para la evaluaci&#243;n de la funci&#243;n auton&#243;mica cardiovascular. En las &#250;ltimas d&#233;cadas, la evaluaci&#243;n auton&#243;mica no-invasiva ha sido el enfoque de inn&#250;meros estudios, debido a la fuerte asociaci&#243;n entre su disfunci&#243;n y el riesgo de muerte cardiovascular. Aunque hay en la literatura muchos procedimientos para la evaluaci&#243;n auton&#243;mica, la P4s se destaca por su practicidad, bajo costo, validaci&#243;n y fiabilidad, adem&#225;s de su especificidad para el componente vagal. Considerando a&#250;n las limitaciones metodol&#243;gicas asociadas al an&#225;lisis de la variaci&#243;n de la FC en el primer minuto de las transiciones reposo-ejercicio-reposo, parece que el an&#225;lisis simult&#225;neo de las tres mediciones de transientes puede ser complementar, aumentando as&#237; el valor diagn&#243;stico y pron&#243;stico de la evaluaci&#243;n de la modulaci&#243;n auton&#243;mica en el ejercicio. Estudios prospectivos y de largo seguimiento deben probar, en una misma poblaci&#243;n, el valor pron&#243;stico de la medici&#243;n de los transientes inicial (lento y r&#225;pido) y final de FC al ejercicio para desenlaces objetivos, tales como mortalidad por todas las causas o la ocurrencia de eventos cardiovasculares desfavorables.</p>
      <p>
        <bold>Conclusi&#243;n</bold>
      </p>
      <p>A partir de los resultados encontrados se puede concluir que: para la cuantificaci&#243;n del transiente inicial lento, es apropiado estandarizar la forma de determinaci&#243;n de la medici&#243;n de la FC en reposo, ya que valores distintos se pueden obtener en funci&#243;n de la posici&#243;n corporal y de la elecci&#243;n del momento exacto para la medici&#243;n. </p>
      <p>Al tener en cuenta la dificultad operacional y pr&#225;ctica de medir la FC de reposo exactamente en el inicio del ejercicio -una de las opciones del presente estudio-, no parece justificable proponer el uso rutinario de esa medici&#243;n, aunque ella sea estad&#237;sticamente diferente de aquella lograda algunos instantes antes del inicio del ejercicio propiamente dicho, ya que la magnitud de la diferencia es, en general, peque&#241;a y de poca relevancia cl&#237;nica o fisiol&#243;gica (3 lpm).</p>
      <p>Es posible que la cuantificaci&#243;n simult&#225;nea de los diferentes transientes de FC en el ejercicio, determinados por mecanismos fisiol&#243;gicos auton&#243;micos s&#243;lo parcialmente similares, pueda contribuir de modo complementario a la evaluaci&#243;n cl&#237;nica pron&#243;stica.</p>
      <p>
        <bold>Agradecimientos</bold>
      </p>
      <p>Al Dr. Claudio Gil Soares de Ara&#250;jo que es becario de productividad en investigaci&#243;n nivel 1 del CNPq.</p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflicto de Intereses</bold>
      </p>
      <p>Declaro no haber conflicto de intereses pertinentes.</p>
      <p>
        <bold>Fuentes de Financiaci&#243;n</bold>
      </p>
      <p>El CNPq financi&#243; parcialmente el presente estudio.</p>
      <p>
        <bold>Vinculaci&#243;n Acad&#233;mica</bold>
      </p>
      <p>Este art&#237;culo forma parte de tesis de Maestr&#237;a de Gisele Messias Mattioli, por la Universidad Gama Filho.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
