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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
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      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
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        <article-title>Sociedade Nacional Europ&#233;ia de revistas cardiovasculares fundamento, l&#243;gica e declara&#231;&#227;o da miss&#227;o do "clube dos editores" (for&#231;a-tarefa da Sociedade Europ&#233;ia de Cardiologia)</article-title>
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        <month>08</month>
        <year>2009</year>
      </pub-date>
      <volume>93</volume>
      <issue>2</issue>
      <fpage>76</fpage>
      <lpage>82</lpage>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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        <day>13</day>
        <month>10</month>
        <year>2009</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>EDITORIAL</bold>
    </p>
    <p>Sociedade Nacional Europ&#233;ia de revistas cardiovasculares fundamento, l&#243;gica e declara&#231;&#227;o da miss&#227;o do "clube dos editores" (for&#231;a-tarefa da Sociedade Europ&#233;ia de Cardiologia) </p>
    <p>
      <bold>Fernando Alfonso, MD, PhD, FESC<sup>I</sup>; Giuseppe Ambrosio, MD, PhD, FESC<sup>II</sup>; Fausto J. Pinto, MD, PhD, FESC<sup>III</sup>; Ernst E. van der Wall, MD, PhD, FESC (Diretor da For&#231;a-Tarefa)<sup>IV</sup></bold>
    </p>
    <p><sup>I</sup>Editores-Chefes: Revista Espa&#241;ola de Cardiolog&#237;a, publicada pela Sociedade Espanhola de Cardiologia </p>
    <p><sup>II</sup>(Editor anterior) Giornale Italiano di Cardiologia, publicada pela Federa&#231;&#227;o Italiana de Cardiologia </p>
    <p><sup>III</sup>Revista Portuguesa de Cardiologia, publicada pela Sociedade Portuguesa de Cardiologia </p>
    <p><sup>IV</sup>Netherlands Heart Journal, publicada pela Sociedade de Cardiologia dos Pa&#237;ses Baixos</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="cor">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>A produ&#231;&#227;o cient&#237;fica cardiovascular na Europa est&#225; crescendo em quantidade e qualidade. A promo&#231;&#227;o de pesquisa de alta qualidade &#233; um dos maiores objetivos da Sociedade Europ&#233;ia de Cardiologia (ESC) <sup>1-3</sup>. A ESC tem duas Revistas oficiais altamente respeitadas, a <italic>European Heart Journal e a Cardiovascular Research</italic>, devotadas &#224; pesquisa cl&#237;nica e b&#225;sica, respectivamente <sup>1-3</sup>. A ESC tamb&#233;m publica v&#225;rias Revistas oficiais de sub-especialidades, cobrindo todo o espectro das doen&#231;as cardiovasculares e t&#233;cnicas relacionadas. A maioria dos pa&#237;ses europeus, entretanto, tamb&#233;m tem suas pr&#243;prias Revistas cardiovasculares. As Revistas das Sociedades Nacionais Cardiovasculares (NSCJ) s&#227;o tradicionais e classicamente divulgam pesquisa cient&#237;fica de alta qualidade, principalmente a que se origina de cada pa&#237;s Europeu em particular. Elas tamb&#233;m t&#234;m um papel principal na educa&#231;&#227;o e harmoniza&#231;&#227;o da pr&#225;tica cl&#237;nica. A maioria das NSCJ s&#227;o publicadas na l&#237;ngua local, mas muitas delas tamb&#233;m incorporam edi&#231;&#245;es em Ingl&#234;s.</p>
    <p>Juntas, as NSCJ fornecem um meio altamente eficaz de difundir pesquisa cardiovascular produzida na Europa. O conhecimento cient&#237;fico, entretanto, n&#227;o tem barreiras e muitas dessas Revistas ganharam um perfil internacional indiscut&#237;vel. Algumas NSCJ, entretanto, est&#227;o apenas surgindo e se beneficiariam de uma rede de apoio. Tornou-se claro que o aumento da colabora&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ facilitaria o avan&#231;o no conhecimento e a maior difus&#227;o dos conte&#250;dos cient&#237;ficos e educativos.</p>
    <p> O desenvolvimento de uma "Constitui&#231;&#227;o" em forma de documento e "Declara&#231;&#227;o da Miss&#227;o" foi considerado desej&#225;vel, a fim de estabelecer a base da futura colabora&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ. Assumimos essa responsabilidade ao reconhecer o papel crucial das NSCJ na Europa. Nosso objetivo foi produzir e emitir um documento central com princ&#237;pios fundamentais com os quais todos os Editores das NSCJ pudessem concordar. Objetivos comuns ser&#227;o identificados e medidas de consenso ser&#227;o buscadas. O documento da Constitui&#231;&#227;o aqui apresentado foi, portanto desenvolvido para formalizar a For&#231;a-Tarefa do Clube dos Editores das NSCJ. </p>
    <p>
      <bold>Revistas das Sociedades Nacionais Cardiovasculares: fundamento e dados b&#225;sicos </bold>
    </p>
    <p>Todos os Editores-Chefes das revistas cardiovasculares oficiais das Sociedades Nacionais ESC s&#227;o <italic>de facto</italic> membros do Clube dos Editores. Em abril de 2007, durante os "dias de primavera" na Casa do Cora&#231;&#227;o (Heart House) em Nice, a Diretoria da ESC formalmente aprovou a iniciativa e a For&#231;a-Tarefa do Clube dos Editores foi oficialmente lan&#231;ada. A organiza&#231;&#227;o da For&#231;a-Tarefa consiste em um n&#250;cleo de Editores das NSCJ e permanece dentro da divis&#227;o de membros da ESC, coordenada pelo vice-presidente da ESC. Um maior envolvimento do departamento de publica&#231;&#227;o da ESC tamb&#233;m ser&#225; considerado quando necess&#225;rio. Os passos iniciais da For&#231;a-Tarefa do Clube dos Editores v&#227;o em dire&#231;&#227;o &#224; obten&#231;&#227;o de maiores detalhes sobre quem somos e onde estamos agora. De acordo com isso, v&#225;rias medidas pr&#243;-ativas foram tomadas: </p>
    <p>1) A pedidos da For&#231;a-Tarefa, o portal da p&#225;gina da web das NSCJ foi modificado para aumentar sua visibilidade. Atualmente, esse site pode ser visitado n&#227;o apenas a partir da &#225;rea que correspondente aos membros e Sociedades Nacionais, mas tamb&#233;m diretamente da &#225;rea cient&#237;fica da ESC <sup>4</sup>. &#201; obvio que as NSCJ contribuem de forma significante para um grande input cient&#237;fico fornecido pela ESC como um todo e o reconhecimento apropriado a esse fato deve ser dado. </p>
    <p>2) A comunica&#231;&#227;o eletr&#244;nica torna a sociedade cient&#237;fica mais pr&#243;xima. Dessa forma, links diretos para as NSCJ foram atualizados e implementados <sup>4</sup>. Isso ir&#225; estimular ainda mais a troca de pesquisa cient&#237;fica entre autores, pesquisadores e leitores europeus. A submiss&#227;o de artigos de pesquisa originais de alta qualidade deveria ser encorajada pelos Editores das NSCJ, estabelecendo ferramentas de rede eficientes, conectando todas as Revistas europ&#233;ias. </p>
    <p>3) Como passo final preliminar, a For&#231;a-Tarefa ir&#225; se esfor&#231;ar para obter dados editoriais e organizacionais detalhados de todas as Revistas correspondentes. Em acordo com isso, feedback foi diretamente pedido aos Editores das NSCJ e Presidentes das Sociedades Nacionais. Um question&#225;rio estruturado abrangente (23 itens) foi criado. O envio corporativo e a subsequente coleta de todos os dados editoriais foram garantidos com a ajuda do departamento de membros da ESC. Verifica&#231;&#245;es de consist&#234;ncia foram feitas e, quando necess&#225;rio, a confirma&#231;&#227;o do dados foi diretamente obtida do Editor nacional correspondente. Os resultados completos detalhados dessa pesquisa est&#227;o atualmente livremente dispon&#237;veis na p&#225;gina da web da ESC (meta-arquivo das Revistas nacionais) <sup>4</sup>. Esse material postado ser&#225; atualizado anualmente.</p>
    <p>Os principais resultados da pesquisa s&#227;o mostrados a seguir. Quarenta Sociedades Nacionais responderam ao question&#225;rio estruturado, incluindo um total de 34 Revistas. Oito Sociedades Nacionais n&#227;o tem uma Revista oficial, os tr&#234;s pa&#237;ses B&#225;lticos compartilham a mesma Revista e tr&#234;s Sociedades Nacionais t&#234;m mais de uma Revista. A mais antiga Revista cardiovascular na Europa &#233; a <italic>Archives des Maladies du C&#339;ur et des Vaisseaux,</italic> fundada em 1908. No geral, 11 Revistas t&#234;m mais de 30 anos de exist&#234;ncia, dois t&#234;m mais de 20 anos e 12 s&#227;o publicadas h&#225; mais de uma d&#233;cada. Al&#233;m das NSCJ na l&#237;ngua local, 12 Revistas tamb&#233;m est&#227;o dispon&#237;veis em Ingl&#234;s (texto completo) e 27 Revistas sistematicamente incluem Resumos em Ingl&#234;s. Trinta e tr&#234;s Revistas incluem artigos originais, enquanto uma consiste exclusivamente de artigos de revis&#227;o ou artigos "estado da arte". Treze Revistas s&#227;o publicadas mensalmente. A tiragem das Revistas varia de 1.000 a 9.000 c&#243;pias (m&#233;dia de 3.135 c&#243;pias). Um sistema de "revis&#227;o parit&#225;ria" (peer-review) &#233; selecionado para avaliar manuscritos por 31 Revistas e 23 Revistas aderem aos padr&#245;es do Comit&#234; Internacional de Editores de Revistas M&#233;dicas. </p>
    <p>Vinte e nove Revistas s&#227;o indexadas (<italic>Index Medicus</italic>), 18 aparecem no site PubMed (MEDLINE) e cinco obtiveram um fator de impacto em 2006. Al&#233;m da edi&#231;&#227;o impressa, 26 Revistas t&#234;m uma edi&#231;&#227;o eletr&#244;nica, e 13 tamb&#233;m implementaram um sistema eletr&#244;nico para submiss&#227;o de artigos. Uma p&#225;gina da web dedicada &#233; oferecida por 25 Revistas, enquanto 26 publica&#231;&#245;es s&#227;o diretamente acessadas via p&#225;gina da web da sociedade nacional correspondente <sup>4</sup>. </p>
    <p>
      <bold>Considera&#231;&#245;es editoriais gerais</bold>
    </p>
    <p>Considera&#231;&#245;es t&#233;cnicas e &#233;ticas devem ser levadas em conta <sup>5-8</sup>. A promo&#231;&#227;o dos padr&#245;es de qualidade editorial &#233; de suma import&#226;ncia para aumentar a atratividade de nossas publica&#231;&#245;es no globalizado e altamente competitivo campo de Medicina cardiovascular acad&#234;mica. Nesse aspecto, a For&#231;a-Tarefa acredita que todos os esfor&#231;os devem ser feitos para seguir as recomenda&#231;&#245;es uniformes inicialmente emitidas pelo Comit&#234; Internacional dos Editores de Revistas M&#233;dicas (ICMJE) quase 30 anos atr&#225;s. Essas recomenda&#231;&#245;es foram recentemente atualizadas (6&#170; edi&#231;&#227;o) e a &#234;nfase mudou dos requisitos t&#233;cnicos originais (centralizados na unifica&#231;&#227;o dos aspectos t&#233;cnicos e formais da prepara&#231;&#227;o dos manuscritos), para os princ&#237;pios gerais de &#233;tica editorial e pol&#237;ticas globais que deveriam conduzir a &#225;rea de publica&#231;&#227;o biom&#233;dica <sup>5,8</sup>. Os requisitos t&#233;cnicos s&#227;o realmente importantes para garantir clareza, precis&#227;o e para facilitar a divulga&#231;&#227;o dos estudos m&#233;dicos. Por sua vez, a implementa&#231;&#227;o e a r&#237;gida ader&#234;ncia a esses requisitos eventualmente aumentam a qualidade geral da pesquisa. Nesse aspecto, as sugest&#245;es fornecidas pelo grupo CONSORT (CONsolidated Standards Of Reporting Randomised Trials) devem ser seguidas a fim de melhorar a apresenta&#231;&#227;o de testes cl&#237;nicos randomizados<sup>9</sup>. Esses estudos est&#227;o de acordo com requisitos especiais, incluindo um <italic>check-list</italic> e diagrama de fluxo. Devemos nos lembrar que a cardiologia &#233; uma das Disciplinas m&#233;dicas onde a execu&#231;&#227;o de testes cl&#237;nicos randomizados tem dado mais frutos, e o conceito de Medicina Baseada em Evid&#234;ncia &#233; amplamente aceito. </p>
    <p>Atualmente, edi&#231;&#245;es online representam o meio mais eficiente de divulgar a informa&#231;&#227;o que as Revistas publicam. Visitas &#224;s edi&#231;&#245;es eletr&#244;nicas aumentam cada vez mais e o download de artigos completos cresce exponencialmente <sup>3,10</sup>. Dessa forma, a conectividade eletr&#244;nica deveria ser facilitada de forma que as edi&#231;&#245;es online das Revistas fiquem mais vis&#237;veis para os leitores e, se poss&#237;vel, sejam disponibilizadas sem custo.</p>
    <p>Nesse aspecto, um novo &#237;ndice provocativo, conhecido como o "fator de impacto da web", tem sido proposto e o campo de webometria est&#225; emergindo. Por outro lado, considera&#231;&#245;es &#233;ticas afetam diretamente a credibilidade do conte&#250;do cient&#237;fico. Assim, elas devem assegurar transpar&#234;ncia, confian&#231;a e honestidade no processo cient&#237;fico envolvido na execu&#231;&#227;o e publica&#231;&#227;o de pesquisas <sup>5-8</sup>. O prop&#243;sito final &#233; proteger o processo de troca cient&#237;fica. Deve ser reconhecido que uma grande parte da pesquisa corporativa recentemente saiu dos centros acad&#234;micos e universit&#225;rios para acordos pr&#243;ximos entre patrocinadores e organiza&#231;&#245;es de pesquisa de contrato privado. Da mesma forma, a expl&#237;cita apresenta&#231;&#227;o do papel do patrocinador no design, condu&#231;&#227;o, an&#225;lise, interpreta&#231;&#227;o e forma escrita do teste cl&#237;nico est&#225; se tornando cada vez mais relevante. Outros conceitos tais como a Liberdade Editorial e a Independ&#234;ncia Editorial t&#234;m sido recentemente enfatizados pelo ICMJE, WAME (World Association of Medical Editors) e CSE (Council of Science Editors) <sup>5-8</sup>. Autoridade e autonomia s&#227;o cr&#237;ticas para assegurar as decis&#245;es editoriais apropriadas. Nesse aspecto, os Editores das NSCJ deveriam guardar zelosamente a independ&#234;ncia editorial de suas respectivas Revistas nacionais. </p>
    <p>O processo de revis&#227;o parit&#225;ria ou arbitragem - apesar de suas limita&#231;&#245;es - tem sido entronizado no mais alto grau e &#233; atualmente identificado como parte essencial do processo editorial cientifico. Sendo assim, padr&#245;es para excel&#234;ncia na revis&#227;o parit&#225;ria devem ser desenvolvidos. Isso requer julgamento justo e experi&#234;ncia no campo. Os Editores s&#227;o respons&#225;veis pela monitora&#231;&#227;o e por assegurar uma avalia&#231;&#227;o justa, a bom tempo e de forma completa nesse processo<sup>5-8</sup>. </p>
    <p>Outras quest&#245;es como os conflitos de interesse (para autores, revisores e editores) e requisitos para autoria tamb&#233;m tem o prop&#243;sito de proteger a credibilidade da informa&#231;&#227;o cient&#237;fica. A revela&#231;&#227;o de potenciais conflitos de interesse deve ser refor&#231;ada. A revela&#231;&#227;o sobre acessibilidade de dados e a concord&#226;ncia com a inteira responsabilidade pela apresenta&#231;&#227;o e interpreta&#231;&#227;o precisas dos dados s&#227;o considera&#231;&#245;es chave. A confidencialidade e embargos aceitos devem ser mantidos. Vieses na publica&#231;&#227;o (relato seletivo de achados positivos e falta de publica&#231;&#227;o de estudos com resultados negativos) devem ser evitados pelos Editores das NSCJ. </p>
    <p>Todo o processo da publica&#231;&#227;o &#233; baseado em credibilidade, confian&#231;a, autenticidade e honestidade cient&#237;fica <sup>5-8</sup>. A fim de preservar ainda mais a credibilidade cient&#237;fica, os Editores das NSCJ devem harmonizar suas pol&#237;ticas em rela&#231;&#227;o ao comportamento cient&#237;fico impr&#243;prio e fraude cient&#237;fica <sup>11-16</sup>. O Grupo HEART (Heart Editors Action Round Table) de editores cardiovasculares emitiu um documento de consenso centralizado na publica&#231;&#227;o redundante <sup>12</sup>. Eventualmente, a publica&#231;&#227;o de notas de "express&#227;o de preocupa&#231;&#227;o" ou at&#233; mesmo retrata&#231;&#227;o de materiais publicados deveriam ser considerados. As pr&#225;ticas de <italic>salami slicing</italic> ("fatiar" artigos) e <italic>shotgunning</italic> (simultaneamente submeter essencialmente o mesmo artigo a mais de uma publica&#231;&#227;o) deveriam ser desencorajadas, e, pelo menos, reveladas <sup>11-16</sup>. Publica&#231;&#245;es secund&#225;rias, mesmo em diferentes l&#237;nguas, devem seguir os requisitos do ICMJE <sup>5</sup>.</p>
    <p>Finalmente, a estimula&#231;&#227;o dos &#237;ndices bibliom&#233;tricos &#233; de claro interesse para obter reconhecimento internacional. O fator de impacto (<italic>Journal Citation Reports</italic>) representa um meio amplamente aceito de avaliar o prest&#237;gio cientifico de Revistas. Entretanto, falhas no c&#225;lculo do fator de impacto devem ser reconhecidas e m&#233;ritos de pesquisa ou estudo n&#227;o devem ser recompensados com base no fator de impacto da Revista na qual os artigos s&#227;o eventualmente publicados<sup>2,17-19</sup>. A t&#233;cnica de "aumentar" o fator de impacto ao sugerir aos autores que adicionem mais artigos de suas respectivas Revistas &#224;s listas de refer&#234;ncia de seus artigos deve ser desencorajada. Entretanto, os Editores da NSCJ devem desenvolver pol&#237;ticas comuns a fim de estimular a divulga&#231;&#227;o de estudos europeus exclusivamente baseados na qualidade cient&#237;fica e crit&#233;rios de relev&#226;ncia cl&#237;nica. Isso iria sobrepor-se &#224; vieses atuais de cita&#231;&#227;o, particularmente contra Revistas biom&#233;dicas n&#227;o publicadas em Ingl&#234;s<sup>17</sup>. O apoio conjunto da pesquisa Europ&#233;ia pelo aumento do reconhecimento da qualidade editorial e cient&#237;fica europ&#233;ias &#233; considerado, portanto, altamente recomend&#225;vel. </p>
    <p>
      <bold>Raz&#227;o l&#243;gica para o Clube dos Editores</bold>
    </p>
    <p>As NSCJ s&#227;o heterog&#234;neas e, acima de tudo, s&#227;o publicadas em diferentes l&#237;nguas. Isso enfatiza o fato de que a coopera&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ &#233; crucial para evitar fen&#244;menos "Torre de Babel" que impe&#231;am a divulga&#231;&#227;o eficiente de informa&#231;&#227;o cient&#237;fica no continente Europeu. Mesmo Revistas relativamente humildes n&#227;o devem ser condenadas ao ostracismo, mas ao inv&#233;s disso, consideradas altamente bem sucedidas, se tiverem uma divulga&#231;&#227;o ampla e forem profundamente apreciadas por seus leitores. Dever&#237;amos quebrar barreiras e libertar o conhecimento cient&#237;fico de quaisquer constri&#231;&#245;es geradas por l&#237;ngua, log&#237;stica, barreiras burocr&#225;ticas ou econ&#244;micas. A intercomunica&#231;&#227;o entre Revistas Europ&#233;ias &#233; altamente recomend&#225;vel. Refer&#234;ncias cruzadas devem ser estimuladas, mas somente se baseadas em crit&#233;rios r&#237;gidos de qualidade cient&#237;fica. Uma lista m&#237;nima de quest&#245;es importantes deve ser desenvolvida, contendo princ&#237;pios com os quais todos os Editores das NSCJ possam concordar. Objetivos comuns, prioridades e desafios devem ser prontamente identific&#225;veis. Finalmente, decis&#245;es globais pr&#243;-ativas devem ser feitas a fim de capturar uma maior audi&#234;ncia. </p>
    <p>Todas as recomenda&#231;&#245;es editoriais acima descritas, entretanto, s&#227;o flex&#237;veis o suficiente para admitir pol&#237;ticas editoriais espec&#237;ficas que moldam o interesse particular de cada Revista espec&#237;fica. O espa&#231;o para a diversidade deve ser zelosamente mantido, j&#225; que o foco e o escopo de diferentes Revistas nacionais realmente diferem. </p>
    <p> De qualquer forma, o avan&#231;o no conhecimento &#233; baseado na troca de novas informa&#231;&#245;es pelos investigadores e os Editores das NSCJ t&#234;m inteira responsabilidade pelo est&#237;mulo da coopera&#231;&#227;o entre pesquisadores europeus. </p>
    <p>Gostar&#237;amos de apresentar tr&#234;s exemplos t&#237;picos onde esses esfor&#231;os de colabora&#231;&#227;o podem ser aplic&#225;veis: </p>
    <p><bold>1)</bold> Novas recomenda&#231;&#245;es sugerindo o registro de todos os testes cl&#237;nicos antes da publica&#231;&#227;o definitiva devem ser discutidas tendo em vista as leis nacionais administrativas atualmente dispon&#237;veis e recentes diretrizes europ&#233;ias (EudraCT). Propostas para um "Reposit&#243;rio" europeu uniforme de testes cl&#237;nicos preenchendo n&#227;o apenas os requisitos administrativos e regulat&#243;rios, mas tamb&#233;m os editoriais (incluindo acesso p&#250;blico livre de custo) devem ser consideradas<sup>20,21</sup>. Isso ir&#225; permitir o reconhecimento precoce de altera&#231;&#245;es inapropriadas de desenho de teste cl&#237;nico ou falhas metodol&#243;gicas. Eventualmente, a maioria dos Editores das NSCJ poderia unir recomenda&#231;&#245;es uniformes e pol&#237;ticas editoriais em comum e plataformas poderiam ser criadas a n&#237;vel Europeu. </p>
    <p><bold>2)</bold> A colabora&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ &#233; essencial para divulgar e promover a aplica&#231;&#227;o cl&#237;nica das diretrizes de pr&#225;tica cl&#237;nica da ESC. Ap&#243;s o endosso das Sociedades Nacionais, a tradu&#231;&#227;o dessas diretrizes para as l&#237;nguas locais nacionais deve facilitar sua implementa&#231;&#227;o na pr&#225;tica cl&#237;nica<sup>22-27</sup>. Notas de p&#233; de p&#225;gina incorporando coment&#225;rios de especialistas locais s&#227;o cruciais nesse aspecto. A publica&#231;&#227;o dessas diretrizes nas NSCJ deve seguir as regras gerais de "publica&#231;&#227;o secund&#225;ria" ap&#243;s a publica&#231;&#227;o prim&#225;ria no European Heart Journal ter sido aceita. De qualquer forma, o tempo &#233; de especial import&#226;ncia, e esse processo editorial detalhado e rigoroso (tipicamente afetando documentos especialmente longos) deve ser acelerado a fim de apressar o processo de tradu&#231;&#227;o e monitorar sua precis&#227;o. A implementa&#231;&#227;o de um "processo inicial de tradu&#231;&#227;o" seria desej&#225;vel. Uma completa colabora&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ e o Comit&#234; da ESC de diretrizes de pr&#225;tica &#233;, dessa forma, de suma import&#226;ncia. O circulo de conhecimento ser&#225; fechado quando o <italic>feedback</italic> correspondente for assegurado pela divulga&#231;&#227;o de registros de atividade nacional selecionados, revelando pr&#225;ticas locais no cuidado de pacientes<sup>28,29</sup>. Isso ir&#225; ajudar a elucidar o sucesso, a viabilidade e a implementa&#231;&#227;o das diferentes iniciativas da ESC a n&#237;vel nacional. Esperamos que essa troca bidirecional de conhecimento promova a ampla implementa&#231;&#227;o dessas recomenda&#231;&#245;es e a harmoniza&#231;&#227;o das pr&#225;ticas cardiovasculares em todo o territ&#243;rio europeu. Eventualmente, pr&#225;ticas cl&#237;nicas uniformes e consistentes devem traduzir-se como melhorias no cuidado ao paciente. </p>
    <p><bold>3)</bold> Aumentar a divulga&#231;&#227;o de testes cl&#237;nicos oficiais da ESC de grande signific&#226;ncia, atrav&#233;s da r&#225;pida tradu&#231;&#227;o de seus resumos para as l&#237;nguas locais e a publica&#231;&#227;o dos principais resultados desses estudos importantes, e ao mesmo tempo prestar a m&#225;xima aten&#231;&#227;o a fim de preservar a acur&#225;cia e integridade cientifica, permanece um desafio<sup>30,31</sup>. Essa proposta final ir&#225; requerer, mais uma vez, uma coordena&#231;&#227;o pr&#243;xima entre as institui&#231;&#245;es cient&#237;ficas da ESC, o departamento de publica&#231;&#227;o da ESC e os Editores das NSCJ.</p>
    <p>Declara&#231;&#227;o da Miss&#227;o:</p>
    <p><bold>1) Aumentar a colabora&#231;&#227;o entre os Editores das <italic>NSCJ</italic>. </bold>O principal objetivo dessa For&#231;a-Tarefa &#233; promover a intera&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ. T&#243;picos editoriais selecionados ser&#227;o discutidos e debatidos usando uma abordagem sistem&#225;tica e abrangente. Comit&#234;s ativos e <italic>ad hoc </italic>ser&#227;o criados. Pol&#237;ticas editoriais comuns devem ser desenvolvidas. Quando necess&#225;rio, editoriais, requisitos uniformes e documentos de consenso ser&#227;o emitidos. Encontros regulares (Congresso Anual da ESC e outros) ser&#227;o marcados e uma agenda formal ser&#225; proposta.</p>
    <p><bold>2) Promover a excel&#234;ncia editorial. </bold> Um dos maiores objetivos da For&#231;a-Tarefa &#233; criar meios para melhorar os padr&#245;es cient&#237;ficos das NSCJ. O conte&#250;do cient&#237;fico, requisitos de qualidade, credibilidade e &#233;tica editorial e de pesquisa ser&#227;o promovidos<sup>5-8</sup>. </p>
    <p><bold>3) Melhorar a divulga&#231;&#227;o do conhecimento cient&#237;fico.</bold> A coordena&#231;&#227;o de iniciativas editoriais entre as NSCJ e tamb&#233;m as Revistas oficiais da ESC ir&#227;o facilitar ainda mais a divulga&#231;&#227;o do conte&#250;do cient&#237;fico e editorial. Desenvolver estrat&#233;gias comuns para aumentar a no&#231;&#227;o da alta qualidade da pesquisa cient&#237;fica gerada na Europa, a qual, por sua vez, ir&#225; afetar positivamente os indicadores bibliom&#233;tricos. Reconhecimento e difus&#227;o da pesquisa cardiovascular Europ&#233;ia, diretrizes de pr&#225;tica cl&#237;nica da ESC e outras iniciativas cient&#237;ficas ou educativas devem ser promovidas. A distribui&#231;&#227;o de material acad&#234;mico comum, curr&#237;culo central e materiais de ensino adicionais tamb&#233;m devem ser facilitados. A promo&#231;&#227;o de edi&#231;&#245;es cient&#237;ficas deve ser encorajada para aumentar a divulga&#231;&#227;o e a visibilidade da NSCJ. </p>
    <p><bold>4) Compartilhar informa&#231;&#227;o editorial t&#233;cnica<italic>, </italic>experi&#234;ncias, iniciativas, publica&#231;&#227;o de recursos e ferramentas t&#233;cnicas entre os Editores das NSCJ</bold>. Tratar de assuntos em comum em rela&#231;&#227;o ao acesso livre do conte&#250;do cient&#237;fico. Prever estrat&#233;gias comuns para avan&#231;ar no campo din&#226;mico de plataformas padronizadas para submiss&#227;o de manuscritos. Adotar pol&#237;ticas comuns com o objetivo de aumentar a efici&#234;ncia no processo de publica&#231;&#227;o. Promover edi&#231;&#245;es paralelas eletr&#244;nicas e em Ingl&#234;s em um n&#250;mero cada vez maior de NSCJ e, eventualmente, compartilhar recursos de c&#243;pia-editora&#231;&#227;o. Desenvolver esfor&#231;os conjuntos para resolver de forma eficiente o problema de recursos editoriais finitos e, finalmente, assegurar a viabilidade econ&#244;mica das NSCJ. </p>
    <p><bold>5) Fornecer uma estrutura operativa e conjunto de dados </bold>que ir&#225; permitir futuras associa&#231;&#245;es e futuras iniciativas de publica&#231;&#227;o europ&#233;ias abrangentes. Estimular a colabora&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ e as entidades cient&#237;ficas da ESC e o departamento de publica&#231;&#227;o. Dessa forma, a promo&#231;&#227;o de quest&#245;es de impacto, temas ou monogr&#225;ficas, cobrindo t&#243;picos "quentes" cardiovasculares, pode ser coordenada de forma adequada. </p>
    <p><bold>6) Rela&#231;&#245;es P&#250;blicas.</bold> Fornecer uma voz comum quando quest&#245;es referentes &#224;s NSCJ surgirem. Servir como elemento de liga&#231;&#227;o nas rela&#231;&#245;es com as entidades governamentais, profissionais ou organiza&#231;&#245;es cient&#237;ficas, ind&#250;stria, m&#237;dia e o p&#250;blico. </p>
    <p><bold>7) Promover a colabora&#231;&#227;o entre as Sociedades Nacionais e a ESC. </bold> Promover o estreitamento entre as Revistas oficiais da ESC e as NSCJ. Promover incentivos europeus para estimular a publica&#231;&#227;o de pesquisa de qualidade. </p>
    <p>
      <bold>Considera&#231;&#245;es finais</bold>
    </p>
    <p>Todas as informa&#231;&#245;es apresentadas no presente documento formam a base de apoio para essa estimulante iniciativa editorial. Os Editores das NSCJ devem se esfor&#231;ar para progressivamente adaptar suas pol&#237;ticas locais, incluindo instru&#231;&#245;es aos autores, para seguir as recomenda&#231;&#245;es editoriais gerais<sup>5-8,32,33</sup>. O principal desafio do Clube dos Editores ser&#225; promover consensos e concord&#226;ncias sobre prioridades estrat&#233;gicas entre as NSCJ. A dimens&#227;o e qualidade dos artigos devem ser melhoradas e a&#231;&#245;es estrat&#233;gicas devem ter por objetivo a inclus&#227;o da maioria das NSCJ nos bancos de dados bibliogr&#225;ficos internacionais bem conceituados e sistemas de busca eletr&#244;nica. Esfor&#231;os conjuntos devem objetivar o aumento da distribui&#231;&#227;o e divulga&#231;&#227;o dessas Revistas e a consolida&#231;&#227;o de seu prest&#237;gio e reconhecimento pela comunidade cient&#237;fica internacional. Os principais objetivos desse esfor&#231;o pioneiro est&#227;o, portanto, j&#225; bastante claros: aumentar a colabora&#231;&#227;o entre os Editores das NSCJ, aumentar os padr&#245;es editoriais, melhorar os requisitos de qualidade, preservar a &#233;tica de publica&#231;&#227;o, garantir a credibilidade cient&#237;fica e expandir a dissemina&#231;&#227;o do conhecimento cient&#237;fico. </p>
    <p>O comprometimento dos editores das NSCJ para atingir esses objetivos &#233; crucial e esse f&#243;rum emergente do Clube dos Editores deve fornecer uma oportunidade &#250;nica de promover pol&#237;ticas editoriais globais. Ap&#243;s algum tempo, os resultados e implica&#231;&#245;es dessas ambiciosas iniciativas editoriais deveriam ser criticamente avaliados. </p>
    <p>
      <bold>Agradecimentos</bold>
    </p>
    <p>A ajuda cont&#237;nua de Anne Mascarelli (ESC) merece reconhecimento especial.</p>
    <p>
      <fn id="cor" fn-type="corresp">
        <p>Correspond&#234;ncia:</p>
        <p> Fernando Alfonso MD </p>
        <p> Editor-Chefe, Revista Espa&#241;ola de Cardiolog&#237;a </p>
        <p> Sociedad Espa&#241;ola de Cardiolog&#237;a </p>
        <p> Nuestra Se&#241;ora de Guadalupe, 5-7 </p>
        <p> 28028 Madrid - Spain </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="rec@revespcardiol.org">rec@revespcardiol.org</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>
      <bold>Anesti Kondili MD, Djamaleddine Nibouche MD, Karlen Adamyan MD, Kurt Huber MD, Hugo Ector MD, Izet Masic MD, Rumiana Tarnovska MD, Mario Ivanusa MD, Vladim&#237;r Stan</bold>
      <bold>&#283;</bold>
      <bold>k MD, J</bold>
      <bold>&#248;</bold>
      <bold>rgen Videb</bold>
      <bold>&#230;</bold>
      <bold>k MD, Mohamed Hamed MD, Alexandras Laucevicius MD, Pirjo Mustonen MD, Jean-Yves Artigou MD, Ariel Cohen MD, Mamanti Rogava MD, Michael B&#246;hm MD, Eckart Fleck MD, Gerd Heusch MD, Rainer Klawki MD, Panos Vardas MD, Christodoulos Stefanadis MD, J&#243;zsef Tenczer MD, Massimo Chiariello MD, Joseph Elias MD, Halima Benjelloun MD, Olaf R</bold>
      <bold>&#248;</bold>
      <bold>devand MD, Piotr Ku</bold>
      <bold>&#322;</bold>
      <bold>akowski MD, Edvard Apetrei MD, Victor A. Lusov MD, Rafael G. Oganov MD, Velibor Obradovic MD, Gabriel Kamensky MD, Miran F. Kenda MD, Christer H&#246;glund MD, Thomas F. Luscher MD, Ren&#233; Lerch MD, Moufid Jokhadar MD, Habib Haouala MD, Vedat Sansoy MD, Valentin Shumakov MD, Adam Timmis MD</bold>
    </p>
    <p>Editores de Revistas Cardiovasculares da Sociedade Europ&#233;ia Nacional; veja o <xref ref-type="app" rid="a02anx01"><italic>ap&#234;ndice</italic></xref> para a lista completa</p>
    <p content-type="asset"/>
    <p>
      <bold>Carlos Daniel Tajer MD, Kathleen Coard MD, Rachel Hajar MD, Chu-Pak Lau MD, H K Chopra MD, Seyed Abdolhossein Tabatabaei MD, Manlio M&#225;rquez MD, Abdus Samad MD, Javier Galeano MD, Anton Doubell MD, Chi-Tai Kuo MD, Rungroj Krittayaphong MD, Kaduo Arai MD</bold>
    </p>
    <p>Editores de Revistas Cardiovasculares afiliadas &#224; Sociedade Europ&#233;ia Nacional; veja o <xref ref-type="app" rid="a02anx01"><italic>ap&#234;ndice</italic></xref> para a lista completa  </p>
    <p>
      <bold>Fernando Bacal MD, Luis Guzm&#225;n MD</bold>
    </p>
    <p>
      <italic>Outras Sociedades Cardiol&#243;gicas com Revistas Oficiais endossando esse documento</italic>
    </p>
    <p>Esse manuscrito ser&#225; simultaneamente publicado em todas as Revistas das Sociedades Afiliadas que consentiram em sua publica&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <bold>Ap&#234;ndice - nomes das revistas (em ordem alfab&#233;tica de pa&#237;s de origem) e membros (Editor Chefe) da for&#231;a-tarefa do Clube dos Editores</bold>
    </p>
    <p>
      <xref ref-type="app" rid="a02anx01">Ap&#234;ndice</xref>
    </p>
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        <article-title xml:lang="es">Sociedad Nacional Europea de revistas cardiovasculares: fundamento, l&#243;gica y declaraci&#243;n de la misi&#243;n del "clube de editores" (fuerza de tarea de la Sociedad Europea de Cardiolog&#237;a)</article-title>
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      <p><undefined id="cima-body2"/>Sociedad Nacional Europea de revistas cardiovasculares: fundamento, l&#243;gica y declaraci&#243;n de la misi&#243;n del "clube de editores" (fuerza de tarea de la Sociedad Europea de Cardiolog&#237;a)</p>
      <p>
        <bold>Fernando Alfonso, MD, PhD, FESC<sup>I</sup>; Giuseppe Ambrosio, MD, PhD, FESC<sup>II</sup>; Fausto J. Pinto, MD, PhD, FESC<sup>III</sup>; Ernst E. van der Wall, MD, PhD, FESC (Diretor da For&#231;a-Tarefa)<sup>IV</sup></bold>
      </p>
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      <p><sup>III</sup>Revista Portuguesa de Cardiolog&#237;a, publicada por la Sociedad Portuguesa de Cardiolog&#237;a</p>
      <p><sup>IV</sup>Netherlands Heart Journal, publicada por la Sociedad de Cardiolog&#237;a de los Pa&#237;ses Bajos</p>
      <p>Correspondencia</p>
      <p>La producci&#243;n cient&#237;fica cardiovascular en Europa est&#225; creciendo en cantidad y calidad. La promoci&#243;n de la investigaci&#243;n de alta calidad es uno de los mayores objetivos de la Sociedad Europea de Cardiolog&#237;a (ESC, por sus siglas en ingl&#233;s) <sup>1-3</sup>. La ESC tiene dos revistas oficiales altamente respetadas, la <italic>European Heart Journal </italic>y la <italic>Cardiovascular Research</italic>, dedicadas a la investigaci&#243;n cl&#237;nica y b&#225;sica, respectivamente<sup>1-3</sup>. La ESC tambi&#233;n publica diversas revistas oficiales de subespecialidades, cubriendo todo el espectro de las enfermedades cardiovasculares y t&#233;cnicas relacionadas. La mayor&#237;a de los pa&#237;ses europeos, sin embargo, tambi&#233;n tiene sus propias revistas cardiovasculares. Las Revistas de las Sociedades Nacionales Cardiovasculares (RSNC) son tradicionales y de modo cl&#225;sico se han encargado de divulgar la investigaci&#243;n cient&#237;fica de alta calidad, sobre todo, en los pa&#237;ses europeos. Ellas tambi&#233;n tienen un rol principal en la educaci&#243;n y armonizaci&#243;n de la pr&#225;ctica cl&#237;nica. La mayor&#237;a de las RSNC se publican en la lengua local, sin embargo muchas de ellas tambi&#233;n incluyen ediciones en ingl&#233;s.</p>
      <p>Juntas, las RSNC proveen un medio altamente eficaz de difundir la investigaci&#243;n cardiovascular producida en Europa. El conocimiento cient&#237;fico, no obstante, no tiene barreras y muchas de esas revistas ganaron un perfil internacional indiscutible. Algunas RSNC, sin embargo, han dado s&#243;lo sus primeros pasos y se beneficiar&#237;an de una red de apoyo. Se aclar&#243; que el incremento de la colaboraci&#243;n entre los editores de las RSNC facilitar&#237;a el avance en el conocimiento y la mayor difusi&#243;n de los contenidos cient&#237;ficos y educativos.</p>
      <p>El desarrollo de una "Constituci&#243;n" en forma de documento y una "Declaraci&#243;n de Misi&#243;n" se consider&#243; deseable, a fin de establecer la base de la futura colaboraci&#243;n entre los editores de las RSNC. Asumimos esa responsabilidad al reconocer el rol crucial de las RSNC en Europa. Nuestro objetivo fue producir y emitir un documento central con los principios fundamentales con los que todos los editores de las RSNC pudieran concordar. Objetivos comunes se identificar&#225;n y medidas de consenso se buscar&#225;n. El documento de la Constituci&#243;n aqu&#237; presentado fue por lo tanto desarrollado para formalizar la Fuerza de Tarea del Club de Editores de las RSNC.</p>
      <p>
        <bold>Revistas de las Sociedades Nacionales Cardiovasculares: fundamento y datos b&#225;sicos</bold>
      </p>
      <p>Todos los Editores Jefes de las revistas cardiovasculares oficiales de las Sociedades Nacionales ESC son de hecho miembros del Club de Editores. En abril de 2007, durante las "jornadas de primavera" en Heart House en Ni\ce, la Junta Directiva de la ESC formalmente aprob&#243; la iniciativa y la Fuerza de Tarea del Club de Editores se lanz&#243; oficialmente. La organizaci&#243;n de la Fuerza de Tarea consiste en un n&#250;cleo de Editores de las RSNC y sigue dentro de la divisi&#243;n de miembros de la ESC, coordinada por el vicepresidente de la ESC. Una mayor implicaci&#243;n del departamento de publicaci&#243;n de la ESC tambi&#233;n se tendr&#225; en cuenta cuando necesario. Los pasos iniciales de la Fuerza de Tarea del Club de Editores siguen hacia la obtenci&#243;n de los mayores detalles sobre quienes somos y donde estamos ahora. Seg&#250;n ello, se tomaron diversas medidas proactivas:</p>
      <p>1) A petici&#243;n de la Fuerza de Tarea, hubo un cambio en el portal web de las RSNC para aumentar su visibilidad. Actualmente, se puede visitar la p&#225;gina web no solamente a partir del &#225;rea correspondiente a los miembros y Sociedades Nacionales, sino tambi&#233;n directamente del &#225;rea cient&#237;fica de la ESC<sup>4</sup>. Obviamente que las RSNC contribuyen de forma significante a un gran <italic>input</italic> cient&#237;fico suministrado por la ESC como un todo y se debe reconocer de modo apropiado ese hecho.</p>
      <p>2) La comunicaci&#243;n electr&#243;nica acerca muy estrechamente a la sociedad cient&#237;fica. De esa forma, enlaces directos a las RSNC se han actualizado e implementado<sup>4</sup>. Esto estimular&#225; todav&#237;a m&#225;s el intercambio de investigaci&#243;n cient&#237;fica entre autores, investigadores y lectores europeos. Los editores de las RSNC deber&#237;an incentivar la sumisi&#243;n de art&#237;culos de investigaci&#243;n originales de alta calidad, adem&#225;s de establecer instrumentos de red eficientes, que conecten todas las revistas europeas.</p>
      <p>3) Como paso final preliminar, la Fuerza de Tarea trabajar&#225; para conseguir datos editoriales y organizacionales detallados de todas las revistas correspondientes. En conformidad a ello, se requiri&#243; feedback a los editores de las RSNC y a los Presidentes de las Sociedades Nacionales. Un cuestionario estructurado amplio (23 &#237;tems) se cre&#243;. El env&#237;o corporativo y la subsiguiente recolecta de todos los datos editoriales se garantizaron con la ayuda del departamento de miembros de la ESC. Se llevaron a cabo verificaciones de consistencia y, cuando necesario, la confirmaci&#243;n de los datos se obtuvo directamente del editor nacional correspondiente. Los resultados completos y detallados de esa investigaci&#243;n est&#225;n hoy d&#237;a libremente disponibles en la p&#225;gina web de la ESC (meta-archivo de las revistas nacionales)<sup>4</sup>. Ese material publicado en l&#237;nea se actualizar&#225; anualmente.</p>
      <p>Los principales resultados de la investigaci&#243;n se mostrar&#225;n a continuaci&#243;n. Cuarenta Sociedades Nacionales respondieron al cuestionario estructurado, incluyendo un total de 34 revistas. Ocho Sociedades Nacionales no tienen una revista oficial, los tres pa&#237;ses b&#225;lticos comparten la misma revista y tres Sociedades Nacionales tienen m&#225;s de una revista. La m&#225;s antigua revista cardiovascular en Europa es la <italic>Archives des Maladies du C&#339;ur et des Vaisseaux, </italic>fundada en 1908. En general, 11 revistas tienen m&#225;s de 30 a&#241;os de existencia, dos tienen m&#225;s de 20 a&#241;os y 12 se publican desde hace m&#225;s de una d&#233;cada. Adem&#225;s de las RSNC en la lengua local, 12 revistas tambi&#233;n est&#225;n disponibles en ingl&#233;s (texto completo) y 27 revistas incluyen sistem&#225;ticamente res&#250;menes en ingl&#233;s. Treinta y tres revistas incluyen art&#237;culos originales, mientras que una consiste exclusivamente de art&#237;culos de revisi&#243;n o art&#237;culos "estado del arte". Trece revistas se publican mensualmente. El tiraje de las revistas var&#237;a de 1.000 a 9.000 copias (promedio de 3.135 copias). Se eligi&#243; un sistema de "revisi&#243;n paritaria" (peer-review) para evaluar manuscritos por 31 revistas, y 23 revistas adhieren a los est&#225;ndares del Comit&#233; Internacional de Editores de Revistas M&#233;dicas.</p>
      <p>Veinte y nueve revistas est&#225;n indexadas (<italic>Index Medicus</italic>), 18 est&#225;n en el PubMed (MEDLINE) y cinco obtuvieron un factor de impacto en el 2006. Adem&#225;s de la edici&#243;n impresa, 26 revistas tienen una edici&#243;n electr&#243;nica, y 13 tambi&#233;n implementaron un sistema electr&#243;nico para sumisi&#243;n de art&#237;culos. Un total de 25 revistas ofrece una p&#225;gina web dedicada al tema, mientras que 26 publicaciones se acceden directamente v&#237;a p&#225;gina web de la sociedad nacional correspondiente<sup>4</sup>.</p>
      <p>
        <bold>Consideraciones editoriales generales</bold>
      </p>
      <p>Consideraciones t&#233;cnicas y &#233;ticas se deben tener en cuenta<sup>5-8</sup>. La promoci&#243;n de los est&#225;ndares de calidad editorial es de suma importancia para aumentar el inter&#233;s por nuestras publicaciones en el globalizado y altamente competitivo medio de la medicina cardiovascular acad&#233;mica. En ese aspecto, la Fuerza de Tarea cree que todos los esfuerzos deben hacerse para seguir las recomendaciones uniformes inicialmente emitidas por el Comit&#233; Internacional de los Editores de Revistas M&#233;dicas (ICMJE) casi 30 a&#241;os atr&#225;s. Esas recomendaciones se hicieron recientemente actualizadas (6&#170; edici&#243;n) y el &#233;nfasis ha cambiado de los requisitos t&#233;cnicos originales (centralizados en la unificaci&#243;n de los aspectos t&#233;cnicos y formales de la preparaci&#243;n de los manuscritos), para los principios generales de &#233;tica editorial y pol&#237;ticas globales que deber&#237;an conducir el &#225;rea de publicaci&#243;n biom&#233;dica <sup>5,8</sup>. Los requisitos t&#233;cnicos son realmente importantes para garantizar clareza, precisi&#243;n y para facilitar la divulgaci&#243;n de los estudios m&#233;dicos. A su vez, la implementaci&#243;n y la r&#237;gida adherencia a esos requisitos eventualmente aumentan la calidad general de la investigaci&#243;n. En ese aspecto, las sugerencias suministradas por el grupo CONSORT (CONsolidated Standards Of Reporting Randomised Trials) deben seguirse a fin de mejorar la presentaci&#243;n de pruebas cl&#237;nicas randomizadas<sup>9</sup>. Esos estudios est&#225;n de acuerdo con los requisitos especiales, incluyendo un <italic>check-list y</italic> diagrama de flujo. Debemos recordar que la cardiolog&#237;a es una de las asignaturas m&#233;dicas cuya ejecuci&#243;n de pruebas cl&#237;nicas randomizadas dio m&#225;s frutos, y en su &#225;mbito, el concepto de Medicina Basada en Evidencia es ampliamente aceptado.</p>
      <p>En los d&#237;as actuales, ediciones en l&#237;nea representan el medio m&#225;s eficiente de divulgar la informaci&#243;n que las revistas publican. Visitas a las ediciones electr&#243;nicas aumentan cada vez m&#225;s y la descarga de art&#237;culos completos crece exponencialmente <sup>3,10</sup>. De esa forma, la conectividad electr&#243;nica deber&#237;a ser m&#225;s f&#225;cil de modo que las ediciones en l&#237;nea de las revistas queden m&#225;s visibles a los lectores y, si posible, se dispongan sin costes.</p>
      <p>En ese aspecto, un nuevo &#237;ndice provocativo, conocido como el "factor de impacto de la web", ha sido propuesto y el campo de la webometr&#237;a est&#225; emergiendo. Por otro lado, consideraciones &#233;ticas afectan directamente la credibilidad del contenido cient&#237;fico. As&#237;, ellas deben asegurar transparencia, confianza y honestidad en el proceso cient&#237;fico implicado en la ejecuci&#243;n y publicaci&#243;n de investigaciones <sup>5,8</sup>. El prop&#243;sito final es proteger el proceso de cambio cient&#237;fico. Se debe reconocer que una gran parte de la investigaci&#243;n corporativa recientemente sali&#243; de los centros acad&#233;micos y universitarios para acuerdos pr&#243;ximos entre patrocinadores y organizaciones de investigaci&#243;n de contrato privado. De igual manera, la expl&#237;cita presentaci&#243;n del rol del patrocinador en el dise&#241;o, conducci&#243;n, an&#225;lisis, interpretaci&#243;n y forma escrita de la prueba cl&#237;nica es cada vez m&#225;s relevante. Otros conceptos tales como la Libertad Editorial y la Independencia Editorial han sido recientemente enfatizados por el <bold>ICMJE, WAME </bold>(World Association of <bold>Medical Editors) y el CSE (Council of Science </bold>Editors) <sup>5,8</sup>. Autoridad y autonom&#237;a son cr&#237;ticas para asegurar las decisiones editoriales apropiadas. En ese aspecto, los editores de las RSNC deber&#237;an guardar celosamente la independencia editorial de sus respectivas revistas nacionales.</p>
      <p>El proceso de revisi&#243;n paritaria o arbitraje -pese a sus limitaciones- ha sido enaltecido en el m&#225;s alto grado y es actualmente identificado como parte esencial del proceso editorial cient&#237;fico. De ese modo, est&#225;ndares para excelencia en la revisi&#243;n paritaria se deben desarrollar. Eso requiere un juzgamiento justo y cierta experiencia en el medio. Los editores son responsables del monitoreo adem&#225;s de asegurar una evaluaci&#243;n justa, a buen tiempo y de forma completa en ese proceso<sup>5,8</sup>.</p>
      <p>Otras cuestiones como los conflictos de inter&#233;s (para autores, revisores y editores) y requisitos para autor&#237;a tambi&#233;n tienen el prop&#243;sito de proteger la credibilidad de la informaci&#243;n cient&#237;fica. La revelaci&#243;n de potenciales conflictos de inter&#233;s debe ser reforzada. La revelaci&#243;n sobre accesibilidad de datos y la concordancia con la entera responsabilidad por la presentaci&#243;n e interpretaci&#243;n precisas de los datos son consideraciones clave. La confiabilidad e impedimentos aceptados se deben mantener. Los editores de las RSNC deben evitar los sesgos en la publicaci&#243;n (relato selectivo de hallazgos positivos y falta de publicaci&#243;n de estudios con resultados negativos).</p>
      <p>Todo el proceso de la publicaci&#243;n est&#225; basado en credibilidad, confianza, autenticidad y honestidad cient&#237;fica<sup>5,8</sup>. A fin de preservar todav&#237;a m&#225;s la credibilidad cient&#237;fica, los editores de las RSNC deben conjugar sus pol&#237;ticas con relaci&#243;n al comportamiento cient&#237;fico impropio y la estafa cient&#237;fica<sup>11-16</sup>. El Grupo HEART (Heart Editors Action Round Table) de editores cardiovasculares emiti&#243; un documento de consenso centralizado en la publicaci&#243;n redundante <sup>12</sup>. Eventualmente, la publicaci&#243;n de notas de "manifestaci&#243;n de preocupaci&#243;n" o incluso retrataci&#243;n de materiales publicados deber&#237;a tenerse en cuenta. Las pr&#225;cticas <italic>de salami slicing </italic>("fragmentaci&#243;n" de art&#237;culos) y<italic> shot gunning </italic>(simult&#225;neamente someter esencialmente el mismo art&#237;culo a m&#225;s de una publicaci&#243;n) no deber&#237;an estimularse, o, al menos, revelarse<sup>11-16</sup>. Publicaciones secundarias, incluso en diferentes lenguas, deben seguir los requisitos del ICMJE <sup>5</sup>. Finalmente, el fomento de los &#237;ndices bibliom&#233;tricos es de claro inter&#233;s para obtener reconocimiento internacional. El factor de impacto (<italic>Journal Citation Reports</italic>) representa un medio ampliamente aceptado de evaluar el prestigio cient&#237;fico de revistas. Sin embargo, fallas en el c&#225;lculo del factor de impacto deben reconocerse y m&#233;ritos de investigaci&#243;n o estudio no se deben recompensar con base en el factor de impacto de la revista en la que los art&#237;culos se publican eventualmente<sup>2,17-19</sup>. Se debe tambi&#233;n fomentar la t&#233;cnica de "aumentar" el factor de impacto al sugerir a los autores que a&#241;adan m&#225;s art&#237;culos de sus respectivas revistas a las listas de referencia de sus art&#237;culos. No obstante, los editores de la RSNC han de desarrollar pol&#237;ticas comunes a fin de fomentar la divulgaci&#243;n de estudios europeos exclusivamente basados en la calidad cient&#237;fica y criterios de relevancia cl&#237;nica. Esto se superpondr&#237;a a sesgos actuales de cita, particularmente en contra de revistas biom&#233;dicas no publicadas en ingl&#233;s<sup>17</sup>. Se considera el apoyo conjunto de la investigaci&#243;n europea por el aumento del reconocimiento de la calidad editorial y cient&#237;fica europeas, por lo tanto, como altamente recomendable.</p>
      <p>
        <bold>Raz&#243;n l&#243;gica para el Club de Editores</bold>
      </p>
      <p>Las RSNC son heterog&#233;neas y, sobre todo, se publican en lenguas distintas. Eso enfatiza el hecho de que la cooperaci&#243;n entre los editores de las RSNC es crucial para evitar fen&#243;menos como la "Torre de Babel" que impidan la divulgaci&#243;n eficiente de informaci&#243;n cient&#237;fica en el continente europeo. Incluso las revistas relativamente m&#225;s simples no se deben condenarlas al ostracismo, pero al rev&#233;s, se debe considerarlas altamente exitosas, si tienen una amplia divulgaci&#243;n y si sus lectores la aprecian profundamente. Deber&#237;amos quebrar las barreras y liberar el conocimiento cient&#237;fico de cualesquier constricciones generadas por lengua, log&#237;stica, barreras burocr&#225;ticas o econ&#243;micas. La intercomunicaci&#243;n entre revistas europeas es altamente recomendable. Se deben fomentar referencias cruzadas, pero solamente si basadas en criterios r&#237;gidos de calidad cient&#237;fica. Una lista m&#237;nima de cuestiones importantes se debe desarrollar, conteniendo principios con los cuales todos los editores de las RSNC puedan concordar. Objetivos comunes, prioridades y retos han de ser prontamente identificables. Finalmente, se ha de llevarse a cabo decisiones globales proactivas con el objeto de capturar un mayor p&#250;blico.</p>
      <p>Todas las recomendaciones editoriales descritas anteriormente, sin embargo, son flexibles el suficiente para admitir pol&#237;ticas editoriales espec&#237;ficas que moldan el inter&#233;s particular de cada revista espec&#237;fica. El espacio para la diversidad ha de mantenerse de modo cuidadoso, ya que el enfoque y el objeto de diferentes revistas nacionales realmente son distintos.</p>
      <p>De cualquier forma, el avance en el conocimiento est&#225; basado en el intercambio de nuevas informaciones por los investigadores y los editores de las RSNC tienen total responsabilidad del fomento de la cooperaci&#243;n entre investigadores europeos.</p>
      <p>Nos gustar&#237;a presentar tres ejemplos t&#237;picos donde esos intentos de colaboraci&#243;n se pueden aplicar:</p>
      <p>1) Nuevas recomendaciones que sugieren el registro de todas las pruebas cl&#237;nicas antes de la publicaci&#243;n definitiva se deben discutir al tener en cuenta las leyes nacionales administrativas actualmente disponibles y las recientes directrices europeas (EudraCT). Propuestas para un "Repositorio" europeo uniforme de ensayos cl&#237;nicos para rellenar no s&#243;lo los requisitos administrativos y regulatorios, sino tambi&#233;n los editoriales (incluido el acceso p&#250;blico libre de coste) se han de tener en cuenta<sup>20,21</sup>. Eso permitir&#225; el reconocimiento precoz de alteraciones inapropiadas de dibujo de ensayo cl&#237;nico o fallas metodol&#243;gicas. Eventualmente, la mayor&#237;a de los editores de las RSNC podr&#237;a unir recomendaciones uniformes y pol&#237;ticas editoriales en com&#250;n y plataformas se podr&#237;an crear en nivel europeo.</p>
      <p>2) La colaboraci&#243;n entre los editores de las RSNC es esencial para divulgar y promover la aplicaci&#243;n cl&#237;nica de las directrices de pr&#225;ctica cl&#237;nica de la ESC. Tras el endoso de las Sociedades Nacionales, la traducci&#243;n de esas directrices a las lenguas locales nacionales debe facilitar su implementaci&#243;n en la pr&#225;ctica cl&#237;nica<sup>22,27</sup>. Notas de pie de p&#225;gina que incluyen comentarios de expertos locales son cruciales en ese aspecto. La publicaci&#243;n de esas directrices en las RSNC debe seguir las reglas generales de "publicaci&#243;n secundaria" tras la publicaci&#243;n primaria en el European Heart Journal haber sido aceptada. De cualquier forma, el tiempo es de especial importancia, y ese proceso editorial detallado y riguroso (que afecta t&#237;picamente documentos, largos sobre todo) debe acelerarse con objeto de apresurar el proceso de traducci&#243;n y monitorear su precisi&#243;n. La implementaci&#243;n de un "proceso inicial de traducci&#243;n" ser&#237;a deseable. Una completa colaboraci&#243;n entre los editores de las RSNC y el Comit&#233; de la ESC de directrices de pr&#225;ctica e, de esa forma, de suma importancia. El circulo de conocimiento se cerrar&#225; cuando el <italic>feedback </italic>correspondiente se asegurar&#225; con la divulgaci&#243;n de registros de actividad nacional elegidos, revelando pr&#225;cticas locales en el cuidado de pacientes<sup>28,29</sup>. Eso ayudar&#225; a elucidar el &#233;xito, la viabilidad y la implementaci&#243;n de las diferentes iniciativas de la ESC en nivel nacional. Esperamos que ese intercambio bidireccional de conocimiento promueva la amplia implementaci&#243;n de esas recomendaciones y la armonizaci&#243;n de las pr&#225;cticas cardiovasculares en todo el territorio europeo. Eventualmente, pr&#225;cticas cl&#237;nicas uniformes y consistentes deben traducirse como mejoras en el cuidado al paciente.</p>
      <p>3) Aumentar la divulgaci&#243;n de ensayos cl&#237;nicos oficiales de la ESC de gran significancia, a trav&#233;s de la r&#225;pida traducci&#243;n de sus res&#250;menes para las lenguas locales y la publicaci&#243;n de los principales resultados de esos estudios importantes, y a la vez prestar la m&#225;xima atenci&#243;n con el objeto de preservar la exactitud y integridad cient&#237;fica, sigue siendo un reto<sup>30,31</sup>. Esa propuesta final requerir&#225;, una vez m&#225;s, una coordinaci&#243;n pr&#243;xima entre las instituciones cient&#237;ficas de la ESC, el departamento de publicaci&#243;n de la ESC y los editores de las RSNC.</p>
      <p>Declaraci&#243;n de la Misi&#243;n:</p>
      <p>
        <bold>1) Aumentar la colaboraci&#243;n entre los editores de las <italic>RSNC.</italic></bold>
      </p>
      <p>El principal objetivo de esa Fuerza de Tarea es promover la interacci&#243;n entre los editores de las RSNC. T&#243;picos editoriales elegidos se discutir&#225;n y debatir&#225;n con la utilizaci&#243;n de un abordaje amplio y sist&#233;mico. Comit&#233;s activos y <italic>ad hoc </italic>se crear&#225;n. Pol&#237;ticas editoriales comunes se deben desarrollar. Cuando necesario, editoriales, requisitos uniformes y documentos de consenso se emitir&#225;n. Encuentros regulares (Congreso Anual de la ESC y otros) se marcar&#225;n y una agenda formal se propondr&#225;.</p>
      <p><bold>2) Promover la excelencia editorial. </bold>Uno de los mayores objetivos de la Fuerza de Tarea es crear medios para mejorar los est&#225;ndares cient&#237;ficos de las RSNC. El contenido cient&#237;fico, requisitos de calidad, credibilidad y &#233;tica editorial y de investigaci&#243;n se promover&#225;n<sup>58</sup>.</p>
      <p><bold>3) Mejorar la divulgaci&#243;n del conocimiento cient&#237;fico. </bold>La coordinaci&#243;n de iniciativas editoriales entre las RSNC y tambi&#233;n las revistas oficiales de la ESC facilitar&#225;n todav&#237;a m&#225;s la divulgaci&#243;n del contenido cient&#237;fico y editorial. Desarrollar estrategias comunes para aumentar la noci&#243;n de alta calidad de la investigaci&#243;n cient&#237;fica generada en Europa, la que, a su vez, afectar&#225; positivamente los indicadores bibliom&#233;tricos. Reconocimiento y difusi&#243;n de la investigaci&#243;n cardiovascular europea, directrices de pr&#225;ctica cl&#237;nica de la ESC y otras iniciativas cient&#237;ficas o educativas se deben promover. La distribuci&#243;n de material acad&#233;mico com&#250;n, hoja de vida central y materiales de ense&#241;anza adicionales tambi&#233;n deben volverse m&#225;s f&#225;cil. La promoci&#243;n de ediciones cient&#237;ficas se debe estimular para aumentar la divulgaci&#243;n y la visibilidad de la RSNC.</p>
      <p><bold>4) Compartir informaci&#243;n editorial t&#233;cnica, experiencias, iniciativas, publicaci&#243;n de recursos y herramientas t&#233;cnicas entre los editores de las RSNC</bold>. Tratar de asuntos en com&#250;n con respecto al acceso libre del contenido cient&#237;fico. Prever estrategias comunes para avanzar en el campo din&#225;mico de plataformas estandarizadas para sumisi&#243;n de manuscritos. Adoptar pol&#237;ticas comunes con el objetivo de aumentar la eficiencia en el proceso de publicaci&#243;n. Promover ediciones paralelas electr&#243;nicas y en ingl&#233;s en un n&#250;mero cada vez mayor de RSNC y, eventualmente, compartir recursos de copia-editoraci&#243;n. Desarrollar intentos conjuntos para solucionar de manera eficiente el problema de recursos editoriales finitos y, finalmente, asegurar la viabilidad econ&#243;mica de las RSNC.</p>
      <p><bold>5) Proporcionar una estructura operativa y un conjunto de datos </bold>que permitir&#225; futuras asociaciones y futuras iniciativas de publicaci&#243;n europeas amplias. Fomentar la colaboraci&#243;n entre los editores de las RSNC y las entidades cient&#237;ficas de la ESC y el departamento de publicaci&#243;n. De ese modo, la promoci&#243;n de cuestiones de impacto, de temas o cuestiones monogr&#225;ficas, que abarquen t&#243;picos cardiovasculares en boga, se pueden coordinar de manera adecuada.</p>
      <p><bold>6) Relaciones P&#250;blicas. </bold>Fomentar una voz com&#250;n cuando surjan cuestiones referentes a las RSNC. Servir como elemento de contacto en las relaciones con las entidades gubernamentales, los organismos cient&#237;ficos o profesionales, la industria, los medios de comunicaci&#243;n y el p&#250;blico.</p>
      <p><bold>7) Promover la colaboraci&#243;n entre las Sociedades Nacionales y la ESC </bold>Promover el estrechamiento entre las revistas oficiales de la ESC y las RSNC. Promover incentivos europeos para estimular la publicaci&#243;n de investigaci&#243;n de calidad.</p>
      <p>
        <bold>Consideraciones finales</bold>
      </p>
      <p>Todas las informaciones presentadas en el presente documento conforman la base de apoyo para esa estimulante iniciativa editorial. Los editores de las RSNC deber&#225;n comprometerse a adaptar progresivamente sus pol&#237;ticas locales, incluidas las instrucciones a los autores, para seguir estas recomendaciones editoriales generales<sup>58,32,33</sup>. El principal reto al que deber&#225; hacer frente el Club de Editores ser&#225; promover consensos y concordancias sobre prioridades estrat&#233;gicas entre las RSNC. La dimensi&#243;n y calidad de los art&#237;culos deben mejorarse y acciones estrat&#233;gicas han de tener como objetivo la inclusi&#243;n de la mayor&#237;a de las RSNC en los bancos de datos bibliogr&#225;ficos internacionales bien conceptuados y sistemas de b&#250;squeda electr&#243;nica. El trabajo conjunto debe tener como objetivo el aumento de la distribuci&#243;n y divulgaci&#243;n de esas revistas y la consolidaci&#243;n de su prestigio y reconocimiento por la comunidad cient&#237;fica internacional. Los objetivos principales de esa iniciativa de vanguardia son claros: aumentar la colaboraci&#243;n entre los editores de las RSNC, aumentar los est&#225;ndares editoriales, mejorar los requisitos de calidad, preservar la &#233;tica de publicaci&#243;n, garantizar la credibilidad cient&#237;fica y expandir la diseminaci&#243;n del conocimiento cient&#237;fico.</p>
      <p>El compromiso de los editores de las RCSN para alcanzar esos objetivos es crucial y ese foro emergente del Club de Editores ha de fomentar una oportunidad &#250;nica de promover pol&#237;ticas editoriales globales. Con el paso del tiempo, se deber&#225;n evaluar cr&#237;ticamente los resultados e implicaciones de esas ambiciosas iniciativas editoriales.</p>
      <p>
        <bold>Agradecimientos</bold>
      </p>
      <p>La ayuda continua de Anne Mascarelli (ESC) merece el reconocimiento especial.</p>
      <p>
        <bold>Referencias</bold>
      </p>
      <p content-type="asset">
        <fn id="es_a02anx01-body2">
          <p>
            <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0076-00002-e01-es.jpg"/></p>
        </fn>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Editorial</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">European National Society Cardiovascular journals background, rationale and mission statement of the "editors' club" (task force of the European Society of Cardiology)</article-title>
      </title-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>EDITORIAL</bold>
      </p>
      <p><undefined id="cima-body3"/>European National Society Cardiovascular journals background, rationale and mission statement of the "editors' club" (task force of the European Society of Cardiology)</p>
      <p>
        <bold>Fernando Alfonso, MD, PhD, FESC<sup>I</sup>; Giuseppe Ambrosio, MD, PhD, FESC<sup>II</sup>; Fausto J. Pinto, MD, PhD, FESC<sup>III</sup>; Ernst E. van der Wall, MD, PhD, FESC (Chairman of the Task Force)<sup>IV</sup></bold>
      </p>
      <p><sup>I</sup>Editors-in-Chief: Revista Espa&#241;ola de Cardiolog&#237;a, published by the Spanish Society of Cardiology</p>
      <p><sup>II</sup>Former editor: Giornale Italiano di Cardiologia, published by the Italian Federation of Cardiology</p>
      <p><sup>III</sup>Revista Portuguesa de Cardiologia, published by the Portuguese Society of Cardiology</p>
      <p><sup>IV</sup>Netherlands Heart Journal, published by the Netherlands Society of Cardiology</p>
      <p>Mailing address</p>
      <p>Cardiovascular scientific production in Europe is growing both in quantity and in quality. Promoting high-quality research is a major goal of the European Society of Cardiology (ESC)<sup>1-3</sup>. The ESC has two highly respected official general journals, namely the <italic>European Heart Journal</italic> and <italic>Cardiovascular Research</italic>, devoted to clinical and basic research respectively<sup>1-3</sup>. The ESC also publishes several sub-speciality official journals covering the full spectrum of cardiovascular diseases and related techniques. Most European countries, however, also have their own cardiovascular journals. National Society Cardiovascular Journals (NSCJ) are time-honoured and classically disseminate high-quality scientific research mainly originating from each particular European country. They also play a major role in education and harmonisation of clinical practice. Most NSCJ are published in local languages but many of them also incorporate English editions. Altogether, NSCJ provide a highly effective means to disseminate cardiovascular research produced in Europe. Scientific knowledge, however, has no barriers and many of these journals have gained an undisputed international profile. Some NSCJ, however, are just emerging and would benefit from networking support. It became clear that enhancing collaboration among NSCJ Editors would facilitate advancement in knowledge and further diffusion of scientific and educative contents.</p>
      <p>Developing a "Constitution Document" and "Mission Statement" was considered desirable to set the basis of future collaboration among NSCJ Editors. We assumed this responsibility in recognising the crucial role of NSCJ in Europe. Our target was to produce and issue a core document with fundamental principles upon which all NSCJ Editors would agree. Common goals will be identified and agreed-on measures will be pursued. The constitution document presented herein was therefore developed to formalise the NSCJ Editors&#180; Club Task Force. </p>
      <p>
        <bold>National Society Cardiovascular Journals: background and basic data</bold>
      </p>
      <p>All Editors-in-Chief of the official cardiovascular journals of the ESC National Societies are <italic>de facto</italic> members of the Editors&#180; Club. On April 2007, during the "<italic>spring days</italic>" at the Heart House in Nice, the ESC Board formally approved the initiative and the Editors&#180; Club Task Force was officially launched. The organisation of the Task Force consists of a Nucleus of NSCJ Editors and remains within the membership division of the ESC, coordinated by the ESC vice-president. Further involvement of the ESC publishing department will be also considered as required.</p>
      <p>The initial steps of the Editors&#180; Club Task Force moved in the direction to gain further insights on who we are and where we are now. Accordingly, several proactive measures were taken:</p>
      <p>1) Upon request of this Task Force, the portal on the ESC web page for the NSCJ was modified to increase its visibility. Currently, this site may be reached, not only from the area corresponding to members and National Societies, but also directly from the scientific area of the ESC<sup>4</sup>. It is clear that NSCJ significantly contribute to the enormous scientific input provided by the ESC as a whole and appropriate recognition to this fact should be granted. </p>
      <p>2) Electronic communication brings the scientific community closer together. Therefore, direct links to NSCJ have been updated and implemented<sup>4</sup>. This would further stimulate exchange of scientific research amongst European authors, researchers and readers. Submission of high quality original research articles should be encouraged by NSCJ Editors, establishing efficient networking tools connecting all European journals. </p>
      <p>3) As a final preliminary step, the Task Force strived to obtain detailed editorial and organisational data from all corresponding journals. Accordingly, feedback was directly requested from the NSCJ Editors and Presidents of the National Societies. A comprehensive structured questionnaire (23 items), was devised. Corporate mailing and subsequent collection of all editorial data were guaranteed with the help of the ESC membership department. Consistency checks were performed and, when required, data confirmation was directly obtained from the corresponding national Editor. Fully detailed results of this survey are currently freely available from the ESC web page (metafile of national journals) <sup>4</sup>. This posted material will be updated annually. </p>
      <p>Main results of the survey are as follows. A total of 40 National Societies responded to the structured questionnaire including a total of 34 journals. Eight National Societies have no official journal, the three Baltic countries share the same Journal and three National Societies have more than 1 journal. The oldest cardiovascular journal in Europe is <italic>Archives des Maladies du C</italic><italic>&#156;</italic>ur et des Vaisseaux founded in 1908. Overall, 11 journals have more than 30 years of existence, two are older than 20 years and 12 have been published for more than a decade. In addition to NSCJ in local languages, 12 journals are also available in English (full text) and 27 journals systematically include English abstracts. Thirty-three journals include original papers whereas one exclusively consists of review papers or state of the art articles. Thirteen journals are published monthly. The journals print run varies from 1 000 to 9 000 copies (mean 3 135 copies). A system of "peer review" is selected to evaluate manuscripts by 31 journals and 23 journals adhere to the requirements of the International Committee of Medical Journals Editors. Twenty nine journals are indexed (<italic>Index Medicus</italic>), 18 appear in PubMed (MEDLINE) and 5 have obtained an impact factor in 2006. In addition to the print edition, 26 journals have an electronic edition, and 13 have also implemented an electronic system for manuscript submission. A dedicated web page is offered by 25 journals whereas 26 publications are directly accessible via the web page of the corresponding national society<sup>4</sup>. </p>
      <p>
        <bold>General editorial considerations</bold>
      </p>
      <p>Both, technical and ethical considerations should be addressed<sup>5-8</sup>. Promoting editorial quality standards is of paramount importance to increase the attractiveness of our publications in the globalised and highly competing field of academic cardiovascular medicine. In this regard the Task Force believes that every effort should be made to follow the uniform recommendations initially issued by the International Committee of Medical Journal Editors (ICMJE) nearly 30 years ago. These recommendations have been recently updated (6<sup>th</sup> edition) and the emphasis has shifted from the original technical requirements (focused on unifying technical and formal aspects of manuscript preparation), to general principles of editorial ethics and global policies that should govern biomedical publishing<sup>5,8</sup>. Technical requirements are indeed important to guarantee clarity, precision and to facilitate dissemination of medical studies. In turn, implementation and strict compliance with these requirements eventually raises the overall quality of research. In this regard, the suggestions provided by the CONSORT (CONsolidated Standards Of Reporting Randomised Trials) group should be followed to improve presentation of randomised clinical trials<sup>9</sup>. These studies should comply with special requirements, including a check list and flow diagram. We should keep in mind that cardiology is one of the medical disciplines where performance of randomised trials has more clearly fructified and the concept of evidence-based medicine is widely embraced.</p>
      <p>Currently, online editions represent the most efficient means for disseminating the information that journals publish. Visits to electronic editions are ever-increasing and full article downloads grow exponentially<sup>3,10</sup>. Therefore, electronic connectivity should be facilitated so that online journal editions are made more visible to readers and, if possible, freely available. In this regard, a provocative novel index, known as the "web impact factor", has been proposed and the field of <italic>webometrics</italic> is just emerging.</p>
      <p>On the other hand, ethical considerations directly affect the credibility of the scientific content. Therefore, they should ensure transparency, trust and honesty in the scientific process involved in performance and publication of research <sup>5-8</sup>. The final purpose is to protect the process of scientific exchange. It should be acknowledged that a sizable bulk of corporative research has recently moved from academic and university centres to close agreements between sponsors and private contract research organisations. Accordingly, explicitly disclosing the role of the sponsor in designing, conducting, analysing, interpreting and writing the trial is becoming increasingly relevant. Other concepts such as Editorial Freedom and Editorial Independence have been recently emphasised by the ICMJE, WAME (Word Association of Medical Editors) and CSE (Council of Science Editors)<sup>5-8</sup>. Authority and autonomy are critical to ensure appropriate editorial decisions. In this regard, NSCJ Editors should jealously safeguard the editorial independence of their respective national journals. </p>
      <p>The peer review process - despite its limitations - has been enthroned at the highest level and it is now currently identified as an essential part of the editorial scientific process. Therefore, standards for peer review excellence should be developed. This requires both fairness in judgement and expertise in the field. Editors are responsible for monitoring and ensuring fairness, timeliness, and thoroughness in this process<sup>5-8</sup>. </p>
      <p>Other issues such as conflicts of interest (for authors, reviewers and editors) and requirements for authorship are also intended to protect the credibility of the scientific information. Disclosure of potential conflicts of interest should be enforced. Disclosure on data accessibility and accepting a full responsibility for accurate data presentation and interpretation are key considerations. Confidentiality and agreed-on embargos should be maintained. Publication bias (selective reporting of positive findings and lack of publication of studies with negative results) should be prevented by NSCJ Editors. The whole publication process is based on the credibility, trust, authenticity and scientific honesty <sup>5-8</sup>. To further preserve scientific credibility, NSCJ Editors should harmonise their policies regarding scientific misconduct and scientific fraud<sup>11-16</sup>. The HEART Group (Heart Editors Action Round Table) of cardiovascular editors issued a consensus document focused on redundant publication <sup>12</sup>. Eventually, publishing "expression of concern" notes or even retraction of published material should be considered. <italic>Salami slicing</italic> and <italic>shotgunning</italic> publication strategies should be discouraged and, at least, disclosed<sup>11-16</sup>. Secondary publications, even in different languages, should follow the ICMJE requirements<sup>5</sup>.</p>
      <p>Finally, stimulating bibliometric indexes is of clear interest to gain international recognition. The impact factor (<italic>Journal Citation Reports</italic>) represents a widely accepted means to evaluate the scientific prestige of journals. However, flaws in the impact factor calculation should be acknowledged and research or scholarly merits should not be rewarded based on the impact factor of the journal in which articles are eventually published<sup>2,17-19</sup>. Padding the impact factor should be discouraged. However, NSCJ Editors should develop common policies to stimulate diffusion of European studies exclusively based on scientific quality and clinical relevance criteria. This would overcome current citation biases, particularly against non-English biomedical journals<sup>17</sup>. Joint support of European research by increasing recognition of European scientific and editorial quality is considered, therefore, highly advisable. </p>
      <p>
        <bold>Rationale for the Editors' Club</bold>
      </p>
      <p>European NSCJ are heterogeneous and, above all, are published in different languages. This highlights that cooperation among NSCJ Editors is crucial to avoid "Tower of Babel" phenomena precluding efficient dissemination of scientific information across Europe. Even relatively humble journals should not be condemned to ostracism but rather considered highly successful providing they have a broad dissemination and are deeply appreciated by their readers. We should break boundaries and set free scientific knowledge from any constrictions generated by language, logistic, bureaucratic or economic barriers. Cross-links between European Journals are highly advisable. Cross-references should be stimulated but only when based on strict criteria of scientific quality. A minimal list of important issues should be developed with principles that all NSCJ Editors could agree upon. Common goals, priorities and challenges should be readily identifiable. Finally, proactive global decisions should be made in order to capture a wider audience. </p>
      <p>All the above described editorial recommendations, however, leave enough room for specific editorial policies that shape the particular interest of every specific journal. Room for diversity should be jealously maintained as the focus and scope of different national journals actually differ. Nevertheless, advancement in knowledge is founded in the exchange of novel information by investigators, and NSCJ Editors have full responsibility for stimulating cooperation among European researches. </p>
      <p>Here, we would like to present three typical examples where these collaborative efforts could be applicable:</p>
      <p>1) Novel recommendations suggesting to register all clinical trials prior to definitive publication should be discussed on the light of currently available administrative national laws and recent European directives (EudraCT). Proposals for a uniform European "Repository" of clinical trials fulfilling not only administrative and regulatory issues but also editorial requirements (including free public access) should be considered<sup>20,21</sup>. This will allow early recognition of undue trial design changes or methodological flaws. Eventually, most NSCJ Editors could joint uniform recommendations and common editorial policies and platforms might be devised at a European level.</p>
      <p>2) Collaboration among NSCJ Editors is essential to further disseminate and promote clinical application of ESC clinical practice guidelines. After endorsement by National Societies, translation of these guidelines into national local languages should facilitate their implementation into clinical practice<sup>22-27</sup>. Foot notes, incorporating comments of local experts, are pivotal in this regard. Publication of these guidelines in NSCJ should follow the general rules for "secondary publication", after primary publication in the European Heart Journal has been granted. Nevertheless, time matters, and this detailed and rigorous editorial process (typically affecting uniquely long documents) should be expedited to streamline the translation process and to monitor its accuracy. Implementation of an "early translation process" would be desirable. A full collaboration between NSCJ Editors and the ESC committee of practice guidelines is, therefore, of paramount importance. The circle of knowledge will be closed when the corresponding feedback is ensured by dissemination of selected national activity registries unraveling local practices in patient care<sup>28,29</sup>. This will help to elucidate success, viability and implementation of different ESC initiatives at the national level. Hopefully, this bidirectional exchange in knowledge will promote widespread implementation of these recommendations and harmonisation of cardiovascular practices across Europe. Eventually, uniform and consistent clinical practices should translate into improvements in patient care.</p>
      <p>3) Boosting dissemination of official ESC late breaking clinical trials, by readily translating their abstracts into local languages and publishing the main results of these important studies, while paying maximal attention to preserve accuracy and scientific integrity, remains a challenge<sup>30,31</sup>. This final proposal will require, once more, a close coordination between ESC scientific bodies, ESC publishing department and NSCJ Editors</p>
      <p>
        <bold>Mission Statement</bold>
      </p>
      <p><bold>1) To increase collaboration among NSCJ Editors.</bold> The main purpose of this Task Force is to foster interaction among NSCJ Editors. Selected editorial topics will be discussed and addressed using a systematic and comprehensive approach. Standing and "ad hoc" committees will be created. Common editorial policies should be developed. As needed, editorials, uniform requirements, and consensus documents will be issued. Regular meetings (annual ESC Congress and others) will be scheduled and a formal agenda will be proposed.</p>
      <p><bold>2) To promote editorial excellence.</bold> A major objective of the Task Force is to devise means to improve the scientific standards of NSCJ. Scientific content, quality requirements, credibility, and editorial and research ethics will be promoted <sup>5-8</sup>. </p>
      <p><bold>3) To improve diffusion</bold> of scientific knowledge. Coordination of editorial initiatives among NSCJ and also official ESC journals will further facilitate diffusion of editorial and scientific content. To develop common strategies to increase awareness of the high quality scientific research generated in Europe which, in turn, would positively affect bibliometric indicators. Recognition and diffusion of European cardiovascular research, ESC clinical practice guidelines and other scientific or education initiatives should be promoted. Distribution of common academic material, core curriculum, and additional teaching tools should be also facilitated. Fostering of electronic editions should be encouraged to increase diffusion and NSCJ visibility.</p>
      <p><bold>4) To share technical editorial information</bold>, experiences, initiatives, publishing resources and technical tools among NSCJ Editors. To address common issues regarding free access to scientific content. To foresee common strategies to advance into the dynamic field of standardised platforms for manuscript submission. To adopt common policies aimed to increase efficiency in the publication process. To promote parallel electronic and English-editions in an increasing number of NSCJ and, eventually, sharing copy-editing resources. To develop joint efforts to more efficiently tackle the problem of finite editorial resources, and finally, to ensure economic viability of NSCJ.</p>
      <p><bold>5) To provide an operative framework and dataset </bold>that will enable future joint ventures and comprehensive European publishing initiatives. To further stimulate collaboration between NSCJ Editors and the ESC scientific bodies and publishing department. In this way, promotion of spotlight, theme or monographic issues, covering burning cardiovascular topics, might be nicely coordinated.</p>
      <p><bold>6) Public relations</bold>. To provide a common voice when issues concerning NSCJ arise. To serve as a <italic>liaison</italic> in the relations with governmental bodies, professional or scientific organisations, industry, the media and the public. </p>
      <p><bold>7) To foster collaboration between National Societies and the ESC.</bold> To close the gap between ESC official journals and NSCJ. To promote European incentives to stimulate publication of quality research.</p>
      <p>
        <bold>Final remarks</bold>
      </p>
      <p>All the information presented in the present document set the basis to support this exciting editorial initiative. NSCJ Editors should be committed to progressively adapt their local policies, including instructions to authors, to follow general editorial recommendations<sup>5-8,32,33</sup>. The main challenge of the Editors' Club will be to foster consensus and agreements upon strategic priorities among NSCJ. The breadth and quality of articles should be improved and strategic actions should be aimed to foster inclusion of most NSCJ in well respected international bibliographic databases and electronic search systems. Joint efforts should aim to broaden distribution and dissemination of these journals and to consolidate their prestige and recognition by the international scientific community. The main goals of this pioneering effort are, therefore, already quite clear: to increase collaboration among NSCJ Editors, enhance editorial standards, improve quality requirements, preserve publication ethics, guarantee scientific credibility and expand dissemination of scientific knowledge. </p>
      <p>Commitment of NSCJ Editors to achieve these objectives is crucial and this Editors&#180; Club emerging forum should provide a unique opportunity to foster global editorial policies. Overtime, the results and implications of these ambitious editorial initiatives should be critically evaluated.</p>
      <p>
        <bold>Acknowledgements</bold>
      </p>
      <p>The continuous help of Anne Mascarelli (ESC) deserves special recognition.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
      <p content-type="asset">
        <fn id="en_a02anx01-body3">
          <p>
            <graphic xlink:href="1678-4170-abc-93-02-0076-00002-e01-en.jpg"/></p>
        </fn>
      </p>
    </body>
  </sub-article>
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