<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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      <journal-id journal-id-type="publisher-id">abc</journal-id>
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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2007001300012</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(07)08900112</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2007001300012</article-id>
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        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Relato de Caso</subject>
        </subj-group>
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        <article-title>Pseudo-aneurisma do ventr&#237;culo esquerdo</article-title>
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        <institution content-type="orgname">Instituto de Mol&#233;stias Cardiovasculares</institution>
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        <month>07</month>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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      </permissions>
      <abstract>
        <p>A ruptura da parede livre do ventr&#237;culo esquerdo &#233; uma dram&#225;tica, por&#233;m nem sempre fatal complica&#231;&#227;o do infarto agudo do mioc&#225;rdio. No entanto, se o diagn&#243;stico correto for retardado, o tratamento cir&#250;rgico pode ser comprometido. Os autores relatam um caso de volumoso pseudo-aneurisma de parede inferior de ventr&#237;culo esquerdo diagnosticado ao estudo angiogr&#225;fico.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Falso aneurisma</kwd>
        <kwd>ventr&#237;culos card&#237;acos</kwd>
        <kwd>ventr&#237;culo esquerdo</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>28</day>
        <month>08</month>
        <year>2007</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
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  <body>
    <p>
      <bold>RELATO DE CASO</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Pseudo-aneurisma do ventr&#237;culo esquerdo</bold>
    </p>
    <p>
      <bold>Jos&#233; Luiz Balthazar Jacob; Graziele Buzelli; Nilton Carlos Spinola Machado; Pedro G. A. Garzon; S&#233;rgio A. C. Garzon</bold>
    </p>
    <p>Instituto de Mol&#233;stias Cardiovasculares - IMC - S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto, SP - Brasil</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="back">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p>A ruptura da parede livre do ventr&#237;culo esquerdo &#233; uma dram&#225;tica, por&#233;m nem sempre fatal complica&#231;&#227;o do infarto agudo do mioc&#225;rdio. No entanto, se o diagn&#243;stico correto for retardado, o tratamento cir&#250;rgico pode ser comprometido. Os autores relatam um caso de volumoso pseudo-aneurisma de parede inferior de ventr&#237;culo esquerdo diagnosticado ao estudo angiogr&#225;fico.</p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Falso aneurisma, ventr&#237;culos card&#237;acos, ventr&#237;culo esquerdo.</p>
    <p>
      <bold>Relato do Caso</bold>
    </p>
    <p>Paciente de 67 anos de idade com quadro de angina, sem infarto pr&#233;vio e n&#227;o-diab&#233;tica, foi submetida a implante de <italic>stents</italic> n&#227;o-farmacol&#243;gicos em art&#233;rias descendente anterior e coron&#225;ria direita. Ambas as art&#233;rias apresentavam infiltra&#231;&#245;es parietais difusas, por&#233;m sem outras estenoses significativas al&#233;m das tratadas.</p>
    <p>Tr&#234;s meses ap&#243;s o tratamento percut&#226;neo, a paciente foi internada em outro servi&#231;o de cardiologia com quadro de dor tor&#225;cica repetitiva, que se tornou persistente evoluindo para infarto agudo do mioc&#225;rdio com congest&#227;o pulmonar importante.</p>
    <p>Em raz&#227;o de inadequada resposta obtida com o tratamento cl&#237;nico, ap&#243;s 72 horas a paciente foi transferida para o nosso Centro Terci&#225;rio de Cardiologia para cinecoronariografia. Apresentava-se com dispn&#233;ia e estertores disseminados em ambas as bases pulmonares. Um sopro suave, holossist&#243;lico, era aud&#237;vel na borda esternal esquerda baixa e o eletrocardiograma mostrava infarto agudo do mioc&#225;rdio em parede diafragm&#225;tica, j&#225; com presen&#231;a de ondas Q. N&#227;o havia imagens de ecocardiograma ou resson&#226;ncia magn&#233;tica nuclear realizados previamente. Cinecoronariografia de emerg&#234;ncia foi realizada e mostrou grave reestenose intra-<italic>stent</italic> da art&#233;ria coron&#225;ria direita (<xref ref-type="fig" rid="f1a">fig. 1-A</xref>), reestenose intra-<italic>stent</italic> na art&#233;ria descendente anterior e oclus&#227;o do ramo descendente posterior da art&#233;ria coron&#225;ria direita. A cineangioventriculografia esquerda demonstrava a presen&#231;a de um volumoso pseudo-aneurisma da parede inferior (<xref ref-type="fig" rid="f1b">fig. 1-B</xref>) e discreta regurgita&#231;&#227;o mitral.</p>
    <fig id="f1a">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-89-01-00e1-00012-gf01.jpg"/></fig>
    <fig id="f1b">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-89-01-00e1-00012-gf02.jpg"/></fig>
    <p>Em virtude da instabilidade cl&#237;nica, o tratamento cir&#250;rgico de emerg&#234;ncia foi tentado, mas houve ruptura do pseudo-aneurisma durante a indu&#231;&#227;o anest&#233;sica, levando a tamponamento card&#237;aco. O tamponamento card&#237;aco foi tratado com drenagem tor&#225;cica aberta e compress&#227;o da ruptura da parede ventricular foi feita com os dedos, enquanto era estabelecida a circula&#231;&#227;o extracorp&#243;rea.</p>
    <p>A parede rota do ventr&#237;culo esquerdo foi suturada e refor&#231;ada com retalho de peric&#225;rdio bovino e um enxerto de safena de aorta para art&#233;ria coron&#225;ria descendente anterior foi realizado. A despeito dos esfor&#231;os envidados, ocorreu a morte da paciente em raz&#227;o de irrevers&#237;vel parada card&#237;aca na sa&#237;da da circula&#231;&#227;o extracorp&#243;rea.</p>
    <p>
      <bold>Discuss&#227;o</bold>
    </p>
    <p>Pseudo-aneurisma ventricular esquerdo &#233; uma complica&#231;&#227;o bastante rara ap&#243;s infarto agudo do mioc&#225;rdio ou cirurgia card&#237;aca, que resulta da ruptura da parede ventricular sem tamponamento card&#237;aco. A ruptura da parede livre &#233; contida pelo peric&#225;rdio adjacente e aderente nessa regi&#227;o produzindo o pseudo-aneurisma. Em raz&#227;o do risco de ruptura (30% a 45%) e de morte, o tratamento cir&#250;rgico &#233; recomendado quando pseudo-aneurisma ventricular esquerdo &#233; detectado<sup>1-3</sup>. A maioria dos diagn&#243;sticos &#233; feita na fase cr&#244;nica do pseudo-aneurisma, que pode evoluir por muitos anos sem ruptura<sup>1</sup>. Porem, &#233; prov&#225;vel que parte significativa dos pacientes que desenvolvem pseudo-aneurisma do ventr&#237;culo esquerdo n&#227;o tenha seu diagn&#243;stico feito na fase aguda em raz&#227;o da ruptura precoce e fatal<sup>3,4</sup>. Os casos cr&#244;nicos evoluem freq&#252;entemente assintom&#225;ticos<sup>1</sup>.</p>
    <p>M&#233;todos diagn&#243;sticos n&#227;o-invasivos por imagem, como a ecocardiografia ou a resson&#226;ncia magn&#233;tica nuclear, s&#227;o &#250;teis no diagn&#243;stico dessa complica&#231;&#227;o<sup>1,2</sup> e devem ser encorajados, podendo-se detectar um maior n&#250;mero de casos na fase aguda.</p>
    <p>A cineangioventriculografia esquerda &#233; o m&#233;todo diagn&#243;stico mais acurado e, associado com a cinecoronariografia, &#233; fundamental no planejamento do tratamento cir&#250;rgico<sup>3</sup>, pois concomitante disfun&#231;&#227;o mitral &#233; comum e revasculariza&#231;&#227;o mioc&#225;rdica cir&#250;rgica &#233; freq&#252;entemente necess&#225;ria. Nesse caso por n&#243;s relatado, a discreta insufici&#234;ncia mitral decorrente de disfun&#231;&#227;o do m&#250;sculo papilar posterior e da altera&#231;&#227;o morfol&#243;gica do ventr&#237;culo esquerdo causado pelo pseudo-aneurisma n&#227;o era determinante do quadro congestivo, que se devia a disfun&#231;&#227;o sist&#243;lica ventricular esquerda determinada pelo volumoso pseudo-aneurisma. O tratamento cir&#250;rgico do pseudo-aneurisma ventricular esquerdo no infarto agudo do mioc&#225;rdio apresenta alta mortalidade (23% a 28%)<sup>3-5</sup> mas a propens&#227;o para ruptura fatal do pseudo-aneurisma &#233; maior do que o risco cir&#250;rgico<sup>3,4</sup>.</p>
    <p>Insufici&#234;ncia card&#237;aca e disfun&#231;&#227;o mitral aumentam a mortalidade cir&#250;rgica. Embora pacientes assintom&#225;ticos tratados clinicamente possam ter um baixo risco de ruptura<sup>1</sup>, alta mortalidade (48%) tem sido vista com tratamento cl&#237;nico.</p>
    <p>A incid&#234;ncia de quadros isqu&#234;micos cerebrais (10% em um ano e 32,5% em quatro anos) &#233; uma limita&#231;&#227;o para o tratamento medicamentoso do pseudo-aneurisma.</p>
    <p>Por essas raz&#245;es, a cirurgia &#233; o tratamento de escolha.</p>
    <p>
      <bold>Conclus&#245;es</bold>
    </p>
    <p>Este caso demonstra que no infarto agudo do mioc&#225;rdio, disfun&#231;&#227;o hemodin&#226;mica pode ser decorrente de pseudo-aneurisma de ventr&#237;culo esquerdo que, embora muito raro, pode ser diagnosticado precocemente e o estudo angiogr&#225;fico possibilita o correto diagn&#243;stico.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflitos de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <bold>Fontes de Financiamento</bold>
    </p>
    <p>Esse estudo foi financiado com recursos pr&#243;prios do investigador.</p>
    <p>
      <bold>Vincula&#231;&#227;o Acad&#234;mica &#224; P&#243;s-Gradua&#231;&#227;o</bold>
    </p>
    <p>N&#227;o h&#225; vincula&#231;&#227;o desse estudo a programas de p&#243;s-gradua&#231;&#227;o.</p>
    <p>
      <fn id="back" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Jos&#233; Luiz Balthazar Jacob </p>
        <p> Rua Castelo D'&#193;gua, 3030 </p>
        <p> 15015-210 - S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto, SP - Brasil </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="jljacob@cardiol.br">jljacob@cardiol.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Artigo recebido em 15/08/06; revisado recebido em 12/02/07; aceito em 13/03/07.</p>
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          <volume>70</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Pr&#234;te</surname>
              <given-names>R</given-names>
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          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B5">
        <mixed-citation>5. Komeda M, David    TE. Surgical treatment of postinfarction false aneurysm of the left ventricle.    J Thorac Cardiovasc Surg. 1993; 106: 1189-91.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Surgical treatment of postinfarction false aneurysm of the left ventricle</article-title>
          <source>J Thorac Cardiovasc Surg</source>
          <date>
            <year>1993</year>
          </date>
          <fpage>1189</fpage>
          <lpage>91</lpage>
          <volume>106</volume>
          <person-group person-group-type="author">
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              <surname>Komeda</surname>
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          </person-group>
        </element-citation>
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  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
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      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Case Report</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Pseudoaneurysm of left ventricle</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>Left ventricular free wall rupture is a dramatic but not always fatal complication from myocardial acute infarction. However, if proper diagnosis is delayed, surgical treatment may be compromised. The authors report a case of large pseudoaneurysm in left ventricular inferior wall diagnosed on angiography study.</p>
      </abstract>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>CASE REPORT</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Pseudoaneurysm of left ventricle</bold>
      </p>
      <p>
        <bold>Jos&#233; Luiz Balthazar Jacob; Graziele Buzelli; Nilton Carlos Spinola Machado; Pedro G. A. Garzon; S&#233;rgio A. C. Garzon</bold>
      </p>
      <p>Instituto de Mol&#233;stias Cardiovasculares - IMC - S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto, SP - Brazil</p>
      <p>
        <xref ref-type="corresp" rid="back-body2">Mailing address</xref>
      </p>
      <p>
        <bold>SUMMARY</bold>
      </p>
      <p>Left ventricular free wall rupture is a dramatic but not always fatal complication from myocardial acute infarction. However, if proper diagnosis is delayed, surgical treatment may be compromised. The authors report a case of large pseudoaneurysm in left ventricular inferior wall diagnosed on angiography study.</p>
      <p><bold>Key words:</bold> Aneurysm, false; heart ventricles; left ventricle.</p>
      <p>
        <bold>Case Report</bold>
      </p>
      <p>A 67-year-old female non-diabetic patient with an angina condition and no previous infarction was submitted to non-pharmacological stent implant in anterior descending and right coronary arteries. Both arteries showed diffuse parietal infiltrations, but no other significant stenoses in addition to those already treated.</p>
      <p>Three months after percutaneous treatment the patient was admitted at another cardiology service unit with repetitive chest pain that developed to persistent pain and then to acute myocardial infarction with relevant pulmonary congestion.</p>
      <p>Due to inadequate response from clinical treatment, the patient was transferred to our Tertiary Cardiology Center for cinecoronariography after 72 hours. The patient presented dyspnea and disseminated stertors in both pulmonary bases. A mild, holosystolic murmur could be heard on left lower sternal border. Acute myocardial infarction was shown on ECG at diaphragmatic wall, already presenting Q waves. Patient's medical records did no include previous ECG or MRI images. Emergency cinecoronariography was performed and showed significant in-stent restenosis of right coronary artery (<xref ref-type="fig" rid="f1a-body2">Figure 1-A</xref>), in-stent restenosis in anterior descending artery and occlusion of posterior descending branch of right coronary artery. Left cineangioventriculography showed a large pseudoaneurysm of the inferior wall (<xref ref-type="fig" rid="f1b-body2">Figure 1-B</xref>) and mild mitral valve regurgitation.</p>
      <fig id="f1a-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-89-01-00e1-00012-gf01-en.jpg"/></fig>
      <fig id="f1b-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-89-01-00e1-00012-gf02-en.jpg"/></fig>
      <p>Due to clinical instability, emergency surgical treatment was attempted, but pseudoaneurysm rupture on anesthetic induction led to cardiac tamponage. Cardiac tamponage was treated with open thoracic drainage. Ventricular wall rupture compression was performed with fingers while extracorporeal circulation was established.</p>
      <p>Left ventricular wall rupture was sutured and repaired with bovine pericardial patch. A saphenous vein graft for anterior descending coronary artery was performed. Despite all diligence, the patient died from irreversible cardiac arrest at extracorporeal circulation outlet line.</p>
      <p>
        <bold>Discussion</bold>
      </p>
      <p>Left ventricular pseudoaneurysm is quite a rare complication following acute myocardial infarction or heart surgery. It results from ventricular wall rupture with no cardiac tamponage. Free wall rupture is contained by perdicarcial ahesions, thus producing the pseudoaneurysm. Due to the risk of rupture (30% to 45%) and death, surgical treatment is recommended when left ventricular pseudoaneurysm is detected<sup>1-3</sup>. Most commonly diagnosis is reached at pseudoaneurysm chronic stage, which may go on for years with no rupture<sup>1</sup>. However, a significant number of patients that develop left ventricle pseudoaneurysm are not diagnosed in the acute stage due to early, fatal rupture<sup>3,4</sup>. Chronic cases are usually asymptomatic<sup>1</sup>.</p>
      <p>Non-invasive, imaging diagnostic methods - such as echocardiography or MRI &#150; are useful for the diagnosis of this complication<sup>1,2</sup> and should be encouraged, so that more and more cases can be detected in the acute stage.</p>
      <p>Left cineangioventriculography is the most accurate diagnostic method. Associated to cinecoronariography it is key for surgical treatment<sup>3</sup> planning, since concurrent mitral valve dysfunction is a common occurrence, and surgical myocardial revascularization is frequently required. In this specific case report, mild mitral failure resulting from posterior papillary muscle and left ventricle morphologic damage caused by the pseudoaneurysm was not evidence for a congestive condition, which was actually due to left ventricular systolic dysfunction caused by large pseudoaneurysm. Surgical treatment of left ventricular pseudoaneurysm in acute myocardial infarction reports high mortality rate (23% to 28%)<sup>3-5</sup>. But the probability of pseudoaneurysm fatal rupture is higher than surgical risk<sup>3,4</sup>.</p>
      <p>Heart failure and mitral valve dysfunction increase surgical death rates. Although asymptomatic patients treated clinically may present low rupture risk<sup>1</sup>, high mortality rate (48%) has been reviewed with clinical treatment.</p>
      <p>The incidence of cerebral ischemia (10% within 1 year and 32.5% within 4 years) is a constraint for drug therapy to treat pseudoaneurysm.</p>
      <p>In the light of the arguments above, surgery is the choice treatment.</p>
      <p>
        <bold>Conclusions</bold>
      </p>
      <p>The present case illustrates hemodynamic dysfunction after acute myocardial infarction may be a result of left ventricle pseudoaneurysm which although very rare may have early diagnosis. Angiography studies contribute for correct diagnosis.</p>
      <p>
        <bold>Potential Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>Sources of Funding</bold>
      </p>
      <p>This study was funded with the investigator&#180;s own resources.</p>
      <p>
        <bold>Study Association with Graduate Work</bold>
      </p>
      <p>This study is not associated with any graduation program.</p>
      <p>
        <bold>References</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="back-body2" fn-type="corresp">
          <label>
            <bold>Mailing address:</bold>
          </label>
          <p> Jos&#233; Luiz Balthazar Jacob</p>
          <p> Rua Castelo D'&#193;gua, 3030</p>
          <p> 15015-210 - S&#227;o Jos&#233; do Rio Preto, SP - Brazil</p>
          <p> E-mail: </p>
          <p>
            <email xlink:href="jljacob@cardiol.br">jljacob@cardiol.br</email>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p>Manuscript received August 15, 2006; revised received February 12, 2007; accepted March 13, 2007.</p>
    </body>
  </sub-article>
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