<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
<article xmlns:xlink="http://www.w3.org/1999/xlink" specific-use="sps-1.9" dtd-version="1.1" xml:lang="pt" article-type="research-article">
  <front>
    <journal-meta>
      <journal-id journal-id-type="publisher-id">abc</journal-id>
      <journal-title-group>
        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
      </journal-title-group>
      <issn pub-type="ppub">0066-782X</issn>
      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
    </journal-meta>
    <article-meta>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">d7pCX5nJjzgfpqs3vH8gWLj</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00011</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X2006001500011</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(06)08700211</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X2006001500011</article-id>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Artigos Originais</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title>Modelos para predi&#231;&#227;o da carga m&#225;xima no teste cl&#237;nico de esfor&#231;o cardiopulmonar</article-title>
      </title-group>
      <contrib-group>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Nogueira</surname>
            <given-names>Fernando dos Santos</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
        <contrib contrib-type="author">
          <name>
            <surname>Pompeu</surname>
            <given-names>Fernando Augusto Monteiro Sab&#243;ia</given-names>
          </name>
          <xref ref-type="aff" rid="aff01"/>
        </contrib>
      </contrib-group>
      <aff id="aff01">
        <addr-line>
          <named-content content-type="city">Rio de Janeiro</named-content>
          <named-content content-type="state">Rio de Janeiro</named-content>
        </addr-line>
        <institution content-type="orgname">Universidade Federal do Rio de Janeiro</institution>
        <country country="BR">Brazil</country>
      </aff>
      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>08</month>
        <year>2006</year>
      </pub-date>
      <volume>87</volume>
      <issue>2</issue>
      <fpage>137</fpage>
      <lpage>145</lpage>
      <history>
        <date date-type="received">
          <day>09</day>
          <month>10</month>
          <year>2005</year>
        </date>
        <date date-type="accepted">
          <day>30</day>
          <month>03</month>
          <year>2006</year>
        </date>
      </history>
      <permissions>
        <license license-type="open-access" xlink:href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc/4.0/" xml:lang="en">
          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
        </license>
      </permissions>
      <abstract>
        <p>OBJETIVO: Este estudo buscou derivar equa&#231;&#245;es generalizadas para predi&#231;&#227;o da carga m&#225;xima para homens e mulheres jovens. M&#201;TODOS: O m&#233;todo da ergoespirometria direta (Aerosport&#174; TEEM 100, Estados Unidos da Am&#233;rica do Norte) foi empregado para determinar o VO2m&#225;x e a carga m&#225;xima (Wm&#225;x), no cicloerg&#244;metro (Monark&#174;, Brasil), de 30 homens (25 &#177; 5 anos, 75,0 &#177; 10,7 kg; 48,4 &#177; 8,8 mL . kg -1 . min -1 e 243 &#177; 51 Watts) e 30 mulheres (26 &#177; 5 anos, 56,7 &#177; 5,9 kg, 39,8 &#177; 7,6 mL . kg -1 . min -1 e 172 &#177; 37 Watts). A idade e a massa corporal foram empregadas como vari&#225;veis independentes. Para todos os testes estat&#237;sticos aceitou-se o n&#237;vel de signific&#226;ncia de p &lt; 0,05. RESULTADOS: No ajuste linear m&#250;ltiplo a carga m&#225;xima foi explicada pela da idade e massa corporal em 54% (r = 0,73), para homens, e em 76% (r = 0,87), para mulheres, com erros padr&#245;es respectivamente de 0,66 W . kg -1 e de 25 Watts. As equa&#231;&#245;es propostas passaram pela valida&#231;&#227;o cruzada, empregando-se outra amostra com caracter&#237;sticas similares de idade e VO2m&#225;x composta por 15 homens e 15 mulheres. A correla&#231;&#227;o intraclasse entre os valores de Wm&#225;x preditos e os medidos atrav&#233;s da ergoespirometria foram de 0,70 e 0,69, com erros padr&#245;es de 28,4 e 15,8 Watts, respectivamente, para homens e mulheres. CONCLUS&#195;O: Este estudo exibe equa&#231;&#245;es generalizadas v&#225;lidas para determina&#231;&#227;o da carga m&#225;xima no cicloerg&#244;metro para homens e mulheres.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="pt" kwd-group-type="author-generated">
        <kwd>Consumo de oxig&#234;nio</kwd>
        <kwd>esfor&#231;o f&#237;sico</kwd>
        <kwd>teste de esfor&#231;o</kwd>
        <kwd>limiar anaer&#243;bio</kwd>
        <kwd>limiar ventilat&#243;rio</kwd>
      </kwd-group>
      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>28</day>
        <month>09</month>
        <year>2006</year>
      </pub-date>
    </article-meta>
  </front>
  <body>
    <p>
      <bold>ARTIGO ORIGINAL</bold>
    </p>
    <p>Modelos para predi&#231;&#227;o da carga m&#225;xima no teste cl&#237;nico de esfor&#231;o cardiopulmonar</p>
    <p>
      <bold>Fernando dos Santos Nogueira; Fernando Augusto Monteiro Sab&#243;ia Pompeu</bold>
    </p>
    <p>Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - Rio de Janeiro, RJ</p>
    <p>
      <xref ref-type="corresp" rid="end">Correspond&#234;ncia</xref>
    </p>
    <p>
      <bold>RESUMO</bold>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO: </bold>Este estudo buscou derivar equa&#231;&#245;es generalizadas para predi&#231;&#227;o da carga m&#225;xima para homens e mulheres jovens. </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS: </bold>O m&#233;todo da ergoespirometria direta (Aerosport<sup>&#174;</sup> TEEM 100, Estados Unidos da Am&#233;rica do Norte) foi empregado para determinar o VO<sub>2m&#225;x</sub> e a carga m&#225;xima (W<sub>m&#225;x</sub>), no cicloerg&#244;metro (Monark<sup>&#174;</sup>, Brasil), de 30 homens (25 &#177; 5 anos, 75,0 &#177; 10,7 kg; 48,4 &#177; 8,8 mL <sup>.</sup> kg <sup>-1 . </sup>min <sup>-1</sup> e 243 &#177; 51 Watts) e 30 mulheres (26 &#177; 5 anos, 56,7 &#177; 5,9 kg, 39,8 &#177; 7,6 mL <sup>.</sup> kg <sup>-1 . </sup>min <sup>-1 </sup>e 172 &#177; 37 Watts). A idade e a massa corporal foram empregadas como vari&#225;veis independentes. Para todos os testes estat&#237;sticos aceitou-se o n&#237;vel de signific&#226;ncia de p <underline>&lt;</underline> 0,05. </p>
    <p><bold>RESULTADOS: </bold>No ajuste linear m&#250;ltiplo a carga m&#225;xima foi explicada pela da idade e massa corporal em 54% (r = 0,73), para homens, e em 76% (r = 0,87), para mulheres, com erros padr&#245;es respectivamente de 0,66 W <sup>.</sup> kg <sup>-1</sup> e de 25 Watts. As equa&#231;&#245;es propostas passaram pela valida&#231;&#227;o cruzada, empregando-se outra amostra com caracter&#237;sticas similares de idade e VO<sub>2m&#225;x</sub> composta por 15 homens e 15 mulheres. A correla&#231;&#227;o intraclasse entre os valores de W<sub>m&#225;x</sub> preditos e os medidos atrav&#233;s da ergoespirometria foram de 0,70 e 0,69, com erros padr&#245;es de 28,4 e 15,8 Watts, respectivamente, para homens e mulheres. </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O: </bold>Este estudo exibe equa&#231;&#245;es generalizadas v&#225;lidas para determina&#231;&#227;o da carga m&#225;xima no cicloerg&#244;metro para homens e mulheres.</p>
    <p><bold>Palavras-chave:</bold> Consumo de oxig&#234;nio, esfor&#231;o f&#237;sico, teste de esfor&#231;o, limiar anaer&#243;bio, limiar ventilat&#243;rio.</p>
    <p>O termo ergoespirometria ou espiroergometria nasceu em 1929, sugerido por Knipping &amp; Brauer (veja a abrangente revis&#227;o de Hollmann &amp; Prinz<sup>1</sup>). A principal medida metab&#243;lica nesse exame &#233; a pot&#234;ncia aer&#243;bia (VO<sub>2</sub>). A pot&#234;ncia aer&#243;bia m&#225;xima (VO<sub>2m&#225;x</sub>) &#233; a mais elevada capta&#231;&#227;o de oxig&#234;nio que o indiv&#237;duo pode alcan&#231;ar, durante um trabalho f&#237;sico, respirando ar no n&#237;vel do mar<sup>2</sup>. Essa vari&#225;vel, segundo o princ&#237;pio de Fick, &#233; determinada pelo d&#233;bito card&#237;aco e pela diferen&#231;a arteriovenosa mista do oxig&#234;nio. O teste ergoespirom&#233;trico, portanto, permite um valioso estudo da integra&#231;&#227;o entre os sistemas pulmonar, cardiovascular e m&#250;sculo-esquel&#233;tico<sup>2,3</sup>, sendo, em alguns casos, o &#250;nico meio para compreens&#227;o de mecanismos fisiopatol&#243;gicos, como na severa doen&#231;a vascular pulmonar sem hipertens&#227;o direita, no forame oval aberto com desenvolvimento de <italic>shunt</italic> esquerda-direita durante o exerc&#237;cio, na dispn&#233;ia de esfor&#231;o, na hipoxemia de esfor&#231;o, entre outras<sup>4</sup>. Sua aplica&#231;&#227;o em grandes grupos de cardiopatas e pneumopatas &#233; vantajosa antes de procedimentos invasivos ou de alto custo<sup>3,4</sup>.</p>
    <p>O protocolo cicloergom&#233;trico de esfor&#231;o m&#225;ximo com incrementos de carga de 1 min foi primariamente proposto por Wasserman e cols.<sup>5 </sup>e posteriormente aprimorado por Buchfuhrer e cols.<sup>6</sup>. Tal protocolo consiste em adicionar continuamente incrementos de carga a cada minuto a fim de atingir a carga m&#225;xima (W<sub>m&#225;x</sub>), caracterizada por crit&#233;rios objetivos<sup>7</sup>, em 10 &#177; 2 min. Torna-se necess&#225;ria, portanto, a predi&#231;&#227;o da W<sub>m&#225;x</sub> a partir de vari&#225;veis dispon&#237;veis antes do in&#237;cio do teste para os incrementos de 10% da W<sub>m&#225;x</sub> por min. As equa&#231;&#245;es normalmente empregadas<sup>8-12</sup> n&#227;o s&#227;o muito acuradas, uma vez que prov&#234;m de popula&#231;&#245;es com caracter&#237;sticas antropom&#233;tricas, cardiopulmonares e biomec&#226;nicas diferentes da brasileira. Valiosos ensaios experimentais e revis&#245;es normativas publicadas por grupos de pesquisadores brasileiros, contudo, falharam em apresentar uma alternativa para essas equa&#231;&#245;es<sup>13-16</sup>. Diante dessa dificuldade, o presente estudo teve como objetivo: a) desenvolver equa&#231;&#245;es matem&#225;ticas para predi&#231;&#227;o de W<sub>m&#225;x</sub> no cicloerg&#244;metro em teste cont&#237;nuo e escalonado com dura&#231;&#227;o de 10 &#177; 2 min, e b) testar a validade externa das equa&#231;&#245;es aqui desenvolvidas e confront&#225;-las com a validade daquelas derivadas para popula&#231;&#227;o estrangeira.</p>
    <p>
      <bold>M&#201;TODOS</bold>
    </p>
    <p>Foram sujeitos desse estudo 90 volunt&#225;rios adultos, 45 homens e 45 mulheres, aparentemente saud&#225;veis, n&#227;o-tabagistas e n&#227;o-atletas (<xref ref-type="table" rid="tab01">tab. 1</xref>). Os sujeitos foram divididos randomicamente em dois grupos semelhantes em rela&#231;&#227;o a idade e massa corporal, sendo o n&#250;mero de sujeitos estabelecido conforme o sugerido por Hopkins<sup>17</sup>. Trinta homens e 30 mulheres foram sorteados para o grupo validade interna (VI), e 15 homens e 15 mulheres para o de validade externa (VE). Recomendou-se para o dia pr&#233;vio ao exame, a abstin&#234;ncia de atividades f&#237;sicas extenuantes (&gt; 5 METs) e a manuten&#231;&#227;o da dieta mista. Recomendou-se tamb&#233;m, evitar a ingest&#227;o de alimentos e cafe&#237;na nas tr&#234;s horas precedentes ao esfor&#231;o. Antes da realiza&#231;&#227;o dos testes, os sujeitos preencheram um termo de consentimento e esclarecimento. Os procedimentos aqui adotados foram aprovados pelo Comit&#234; de &#201;tica local para estudos com seres humanos.</p>
    <table-wrap id="tab01">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gt01.jpg"/></table-wrap>
    <p><italic>Protocolo de teste</italic> - Empregou-se o protocolo escalonado, cont&#237;nuo e m&#225;ximo<sup>5</sup>, constitu&#237;do do repouso inicial de 6 minutos sentado sobre o cicloerg&#244;metro (Monark<sup>&#174;</sup>, Brasil), seguido pelo aquecimento de 4 minutos pedalando sem carga e, posteriormente, pela fase escalonada com dura&#231;&#227;o m&#225;xima ocorrendo entre 8 e 12 minutos<sup>6</sup>. O teste que n&#227;o foi interrompido por fadiga nessa faixa de tempo foi descartado. Os incrementos na sobrecarga foram determinados, para uma cad&#234;ncia constante, de forma emp&#237;rica e invidualizada. Esses incrementos foram mantidos ao longo do exame (aprox. 25 W <sup>.</sup> min <sup>-1</sup>). A cad&#234;ncia foi controlada por meio de um metr&#244;nomo audiovisual (aprox. 74 rev <sup>.</sup> min <sup>-1</sup>). </p>
    <p>As vari&#225;veis de trocas gasosas e ventilat&#243;rias foram medidas por um analisador metab&#243;lico (Aerosport<sup>&#174; </sup>TEEM 100, Estados Unidos da Am&#233;rica do Norte) em circuito aberto e por um pneumotac&#244;metro de fluxo m&#233;dio (Hans Rudolph<sup>&#174;</sup>, Estados Unidos da Am&#233;rica do Norte). Esses dados foram registrados a cada vinte segundos. A freq&#252;&#234;ncia card&#237;aca foi monitorada ao longo do exame por meio de um cardiotac&#244;metro (Polar<sup>&#174;</sup> Vantage NV, Finl&#226;ndia).</p>
    <p>Previamente a cada exame, realizaram-se os procedi&#173;mentos de calibragem dos equipamentos. Calibrou-se o ergoespir&#244;metro em circuito fechado, fornecendo uma mistura de gases (AGA<sup>&#174;</sup>, Brasil) contendo 17,01% de oxig&#234;nio, 5,00% de di&#243;xido de carbono e balanceada com nitrog&#234;nio. O fluxo de gases foi calibrado atrav&#233;s de uma seringa de tr&#234;s litros (Hans Rudolph<sup>&#174;</sup>, Estados Unidos da Am&#233;rica do Norte) e o cicloerg&#244;metro por meio de um lastro de 3 kg.</p>
    <p>Os testes foram considerados m&#225;ximos quando observado pelo menos tr&#234;s dos seguintes crit&#233;rios<sup>7</sup>: plat&#244; no VO<sub>2</sub> (aumento <underline>&lt;</underline> 150 mL <sup>.</sup> min <sup>-1</sup> ou 2 mL <sup>.</sup> kg <sup>-1 .</sup> min <sup>-1</sup>), FC<sub>m&#225;x </sub><underline>&gt;</underline> 90% da prevista pela idade (220 - <italic>idade</italic>), conceito de esfor&#231;o percebido <underline>&gt;</underline> 18, RER (<italic>respiratory exchange ratio</italic>) <underline>&gt;</underline> 1,15 e fadiga volunt&#225;ria m&#225;xima com incapacidade de manuten&#231;&#227;o do ritmo preestabelecido. O VO<sub>2m&#225;x</sub> foi determinado como sendo o mais alto valor encontrado ao final do teste. No presente estudo, a carga m&#225;xima foi definida como sendo aquela observada no VO<sub>2m&#225;x</sub>.</p>
    <p><italic>An&#225;lise estat&#237;stica</italic> - O tratamento estat&#237;stico foi realizado por meio dos aplicativos <italic>Statistical Package for the Social Sciences<sup>&#174;</sup></italic>(<italic>SPSS, </italic>Estados Unidos da Am&#233;rica do Norte<italic>)</italic> vers&#227;o 13.0 e <italic>Microsoft Excel<sup>&#174; </sup></italic>para<italic> Windows XP<sup>&#174;</sup></italic>(Estados Unidos da Am&#233;rica do Norte). Empregou-se a estat&#237;stica descritiva com a m&#233;dia &#177; desvio padr&#227;o (DP). Deduziu-se para o grupo VI, mediane an&#225;lise de regress&#227;o m&#250;ltipla passo a passo, modelos matem&#225;ticos para predi&#231;&#227;o da carga m&#225;xima expressa em Watts (<italic>W</italic>). Oito equa&#231;&#245;es<sup>8-12</sup> (<xref ref-type="fig" rid="qdr01">Quadros 1</xref> e <xref ref-type="fig" rid="qdr02">2</xref>) para o mesmo fim (g&#234;neros masculino e feminino) foram analisadas em valida&#231;&#227;o cruzada<sup>18</sup> com os sujeitos do grupo VI. Os valores previstos para o grupo VI, por meio das equa&#231;&#245;es estrangeiras e os valores medidos foram confrontados por meio de an&#225;lise de vari&#226;ncia com um fator e teste <italic>post-hoc</italic> de <italic>Tukey-HSD. </italic>A validade externa das equa&#231;&#245;es derivadas na presente investiga&#231;&#227;o foi testada empregando-as no grupo VE. Os limites de concord&#226;ncia de <italic>Bland-Altman</italic><sup>19</sup> e <italic>Bland-Altman</italic> modificado<sup>20</sup> foram empregados entre os resultados medidos e calculados pelas f&#243;rmulas de predi&#231;&#227;o. O grau de associa&#231;&#227;o entre os valores medidos e preditos foi determinado pelo coeficiente de correla&#231;&#227;o intraclasse (CCI)<sup>21</sup>. O erro da predi&#231;&#227;o tamb&#233;m foi observado por meio do erro t&#233;cnico da medida (s=D.P.<italic><sub>dif</sub></italic>&#247; &#214;2) e do coeficiente de varia&#231;&#227;o (CV %). Todos os testes estat&#237;sticos foram realizados no n&#237;vel de signific&#226;ncia <underline>&lt;</underline> 0,05.</p>
    <fig id="qdr01">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf01.jpg"/></fig>
    <fig id="qdr02">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf02.jpg"/></fig>
    <p>
      <bold>RESULTADOS</bold>
    </p>
    <p>As caracter&#237;sticas de VO<sub>2m&#225;x</sub> e W<sub>m&#225;x </sub>dos volunt&#225;rios encontram-se na <xref ref-type="table" rid="tab01">tabela 1</xref>. A equa&#231;&#227;o de predi&#231;&#227;o da carga m&#225;xima derivada para o grupo masculino foi: </p>
    <p>
      <bold>Equa&#231;&#227;o 1</bold>
    </p>
    <p>W<sup> . </sup>kg<sup>-1</sup>=6,413&#150;(0,0531<sup>.</sup><italic>idade</italic>)&#150;(0,0242<sup>.</sup><italic>peso</italic>) </p>
    <p> R<sup>2</sup> = 0,54 e EPE = 0,66 W <sup>. </sup>kg<sup>-1</sup></p>
    <p>Para o grupo feminino foi:</p>
    <p>
      <bold>Equa&#231;&#227;o 2</bold>
    </p>
    <p>W<sub>m&#225;x</sub>=-115,756+(2,271 <sup>.</sup> idade)+(4,043 <sup>.</sup> peso) </p>
    <p> R<sup>2</sup> = 0,76 e EPE = 25,03 W</p>
    <p>Sendo: <italic>R<sup>2</sup></italic>= coeficiente de determina&#231;&#227;o e EPE = Erro Padr&#227;o da Estimativa.</p>
    <p>Os resultados das predi&#231;&#245;es por meio das equa&#231;&#245;es 1 e 2 derivadas nesse estudo n&#227;o diferiram significativamente dos valores medidos para o grupo VE (<xref ref-type="fig" rid="fig01">fig. 1</xref>). Detectou-se para as equa&#231;&#245;es estrangeiras diferen&#231;a significativa entre valores medidos e preditos, tanto para o grupo masculino quanto para o feminino (<xref ref-type="fig" rid="fig01">fig. 1</xref> e <xref ref-type="fig" rid="qdr02">quadro 2</xref>).</p>
    <fig id="fig01">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf03.jpg"/></fig>
    <p>A <xref ref-type="table" rid="tab02">tabela 2</xref> apresenta os resultados da an&#225;lise realizada com as equa&#231;&#245;es estrangeiras. O grupo VI apresentou limites de concord&#226;ncia de 0,93 &#177; 95,0 W para o grupo masculino e -20,5 &#177; 47,6 W para o grupo feminino (<xref ref-type="fig" rid="fig02">fig. 2</xref>). Esses &#237;ndices para o grupo VE foram de 34,2 &#177; 86,0 W para o grupo masculino e -4,14 &#177; 47,87 W para o grupo feminino (<xref ref-type="fig" rid="fig03">fig. 3</xref>). Houve moderada associa&#231;&#227;o entre valores medidos e preditos (CCI = 0,70 e 0,69), respectivamente para homens e mulheres. O EPE para o grupo masculino foi de 28,42 W (CV = 10,45%) e para o grupo feminino de 15,78 W (CV = 9,55%).</p>
    <table-wrap id="tab02">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gt02.jpg"/></table-wrap>
    <fig id="fig02">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf04.jpg"/></fig>
    <fig id="fig03">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf05.jpg"/></fig>
    <p>
      <bold>DISCUSS&#195;O</bold>
    </p>
    <p>Recomenda-se a progress&#227;o de 10% da carga m&#225;xima por minuto no protocolo escalonado, cont&#237;nuo e m&#225;ximo em cicloerg&#244;metro para detec&#231;&#227;o do limiar anaer&#243;bio e VO<sub>2m&#225;x</sub>. O teste deve ser finalizado por meio de crit&#233;rios de esfor&#231;o m&#225;ximo<sup>6</sup> entre 8 e 12 minutos<sup>6</sup>. Baseando-se nessas exig&#234;ncias, diversas equa&#231;&#245;es foram apresentadas para determina&#231;&#227;o da W<sub>m&#225;x</sub>, geralmente utilizando-se de vari&#225;veis antropom&#233;tricas obtidas em repouso, tais como: g&#234;nero, idade, peso e estatura. Apesar do grande n&#250;mero de equa&#231;&#245;es de predi&#231;&#227;o encontradas na literatura, nenhuma se apresentou suficientemente adequada para a popula&#231;&#227;o brasileira. Parece poss&#237;vel esperar um razo&#225;vel poder de predi&#231;&#227;o quando a equa&#231;&#227;o &#233; aplicada na popula&#231;&#227;o para qual foi derivada. Os resultados do atual estudo sugerem uma boa validade externa para as equa&#231;&#245;es aqui propostas quando comparadas com as equa&#231;&#245;es oriundas de popula&#231;&#245;es estrangeiras.</p>
    <p>Buchfuhrer e cols.<sup>6 </sup>observaram em testes curtos (&lt; 8 minutos) uma baixa medida do VO<sub>2m&#225;x</sub>. Possivelmente, isso se deve as limita&#231;&#245;es de for&#231;a muscular. Entretanto, tamb&#233;m se espera uma redu&#231;&#227;o no VO<sub>2m&#225;x </sub>em testes longos (&gt; 17 minutos), provavelmente por causa do aumento da temperatura central, desidrata&#231;&#227;o, desconforto ou fadiga dos m&#250;sculos ventilat&#243;rios<sup>6</sup>. Pelo fato de os testes longos despenderem mais tempo, n&#227;o apresentarem informa&#231;&#245;es adicionais e n&#227;o produzirem valores m&#225;ximos, recomendaram-se protocolos com dura&#231;&#227;o de 10 &#177; 2 minutos.</p>
    <p>A precis&#227;o das medidas das trocas gasosas e ventilat&#243;rias &#233; essencial para que os dados sejam reproduzidos, sendo necess&#225;rio o controle da qualidade das medidas por meio dos procedimentos de calibragem, de opera&#231;&#227;o e de an&#225;lise por t&#233;cnicos experientes<sup>15</sup>. Testes em que esses cuidados s&#227;o tomados apresentam baixa varia&#231;&#227;o nas medidas repetidas em momentos pr&#243;ximos<sup>15,22-25</sup>. A varia&#231;&#227;o di&#225;ria intra-indiv&#237;duo, em raz&#227;o do erro e das flutua&#231;&#245;es fisiol&#243;gicas do consumo de oxig&#234;nio, ventila&#231;&#227;o-minuto e freq&#252;&#234;ncia card&#237;aca s&#227;o<sup>25</sup>, respectivamente, de 3,8%, 8,0% e 3,0%. Granja Filho e cols.<sup>22</sup> observaram um &#237;ndice de varia&#231;&#227;o intra-indiv&#237;duo de 5,5% para o VO<sub>2m&#225;x</sub> em trabalho recentemente realizado. Conclu&#237;mos que esse resultado deveu-se aos nossos equipamentos, que se destinam a aplica&#231;&#227;o cl&#237;nica. Mesmo com a maior imprecis&#227;o, o ergoespir&#244;metro aqui adotado foi validado por outro grupo<sup>23</sup> e &#233; amplamente empregado em laborat&#243;rios brasileiros por causa do menor custo. Essa diferen&#231;a na precis&#227;o da medida obtida por meio dos equipamentos mais sofisticados e o nosso (3,8% <italic>versus</italic> 5,5%) pode levar a um pequeno erro na aplica&#231;&#227;o das nossas f&#243;rmulas que n&#227;o p&#244;de aqui ser determinado.</p>
    <p>Os coeficientes de determina&#231;&#227;o das equa&#231;&#245;es de predi&#231;&#227;o do atual estudo foram moderado para o grupo masculino (<italic>R<sup>2</sup></italic> = 0,54) e alto para o grupo feminino (<italic>R<sup>2</sup></italic>= 0,76). Optou-se por enunciar a carga m&#225;xima em W<sub>m&#225;x</sub> e em W<sup> .</sup> kg <sup>-1</sup>, respectivamente para as mulheres e os homens. Esse ajuste na vari&#225;vel dependente foi necess&#225;rio para se obter maior poder preditivo no segundo caso. Isso provavelmente se deve a menor adiposidade corporal do grupo masculino<sup>26,27</sup>; portanto, a maior varia&#231;&#227;o do peso implicaria a maior heterogeneidade da massa corporal magra e, conseq&#252;entemente, da for&#231;a muscular. Esses &#237;ndices encontram-se pr&#243;ximos aos de outros estudos<sup>9-11</sup>. Ong e cols.<sup>11</sup> buscaram aprimorar o modelo preditivo da W<sub>m&#225;x</sub> mediante transforma&#231;&#227;o logar&#237;tmica. A utiliza&#231;&#227;o de um modelo n&#227;o-linear foi proposta para corrigir a influ&#234;ncia da idade no decl&#237;nio do condicionamento. O trabalho de Ong e cols.<sup>11</sup>, no entanto, n&#227;o obteve resultados mais precisos do que os outros estudos<sup>8-10</sup>.</p>
    <p>Os &#237;ndices de <italic>EPE</italic> para as equa&#231;&#245;es do presente estudo foram similares aos de outras equa&#231;&#245;es<sup>8-10</sup>. Para compara&#231;&#227;o, em raz&#227;o da diferen&#231;a nas unidades adotadas (W <sup>.</sup> kg <sup>-1</sup>, W, kp <sup>.</sup> m <sup>.</sup> min <sup>-1</sup>), dividiu-se o <italic>EPE </italic>pela m&#233;dia do grupo estudado a fim de enunciar o <italic>EPE</italic> em porcentagem da m&#233;dia (<italic>EPE</italic>%). Jones e cols.<sup>8 </sup>encontraram &#237;ndices de 15% para o grupo masculino e 26% para o grupo feminino. J&#225; Hsi e cols.<sup>9</sup> e Neder e cols.<sup>10</sup> encontraram valores de 14% e 17% para o grupo masculino, e 12% e 13% para o grupo feminino, respectivamente. No atual estudo, esses &#237;ndices foram de 20% para o grupo masculino, e de 14% para o feminino. Os &#237;ndices de <italic>EPE</italic>% para estimativa indireta do VO<sub>2m&#225;x</sub> em v&#225;rios m&#233;todos de campo tais como: teste de banco, teste subm&#225;ximo no cicloerg&#244;metro ou teste de caminhada/corrida em pista representam 10%-20% do VO<sub>2m&#225;x</sub> medido<sup>28</sup>.</p>
    <p>Nenhum outro autor, dentre os aqui levantados, realizou um estudo em valida&#231;&#227;o cruzada das suas equa&#231;&#245;es de predi&#231;&#227;o da W<sub>m&#225;x</sub>. Observa-se na <xref ref-type="table" rid="tab02">tabela 2</xref> que os coeficientes de correla&#231;&#227;o intraclasse para a validade externa das principais equa&#231;&#245;es levantadas na literatura variaram de CCI = 0,01 (6F) at&#233; CCI = 0,38 (2F). Esses &#237;ndices, como esperado, foram menores do que aqueles encontrados nos ensaios originais e no estudo atual. Analisando-se a propor&#231;&#227;o de testes possivelmente invalidados, quando empregadas as equa&#231;&#245;es aqui estudadas<sup>8-12</sup>, nota-se que h&#225; perda de 40% a 64% dos testes (<xref ref-type="table" rid="tab03">tab. 3</xref>). As equa&#231;&#245;es aqui propostas apresentaram &#237;ndices de 27% e 20% para o grupo masculino e feminino, respectivamente (<xref ref-type="table" rid="tab03">tab. 3</xref>). As <xref ref-type="fig" rid="fig04">figuras 4</xref> e <xref ref-type="fig" rid="fig05">5</xref> apresentam diagramas de dispers&#227;o entre os valores preditos e medidos para as equa&#231;&#245;es com os menores &#237;ndices de testes invalidados (1M e 1F). Observa-se que a inclina&#231;&#227;o da linha de tend&#234;ncia &#233; pr&#243;xima de zero, o que sugere aus&#234;ncia de covari&#226;ncia. Distor&#231;&#245;es como essas s&#227;o comuns quando considerada a validade populacional de modelos preditivos<sup>9,11</sup>.</p>
    <table-wrap id="tab03">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gt03.jpg"/></table-wrap>
    <fig id="fig04">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf06.jpg"/></fig>
    <fig id="fig05">
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf07.jpg"/></fig>
    <p>A an&#225;lise dos limites de concord&#226;ncia revela que h&#225; grande varia&#231;&#227;o entre as equa&#231;&#245;es. O erro total (medido <italic>menos</italic> predito) variou consideravelmente entre os modelos preditivos. Observou-se uma tend&#234;ncia em subestimar a W<sub>m&#225;x</sub> empregando-se os modelos estrangeiros. O atual estudo, no entanto, apresentou limites de concord&#226;ncia aceit&#225;veis (<xref ref-type="fig" rid="fig02">fig. 2</xref>). Alguns pontos apresentaram um consider&#225;vel afastamento referente ao erro no grupo masculino. Por&#233;m, para essa an&#225;lise, deve-se considerar a faixa de &#177; 2 min recomendada previamente<sup>6 </sup>e o &#237;ndice de testes invalidados apresentados na <xref ref-type="table" rid="tab03">tabela 3</xref>. Para o grupo feminino, observou-se uma pequena supra-estimativa do valor medido.</p>
    <p>O erro da t&#233;cnica preditiva aqui sugerida encontra-se pr&#243;ximo &#224; faixa de varia&#231;&#227;o recomendada por Buchfuhrer e cols.<sup>6</sup>. Conclui-se, assim, que as equa&#231;&#245;es de infer&#234;ncia da W<sub>m&#225;x</sub> derivadas nesse estudo para o protocolo escalonado e cont&#237;nuo em cicloerg&#244;metro, com dura&#231;&#227;o de 8 a 12 minutos, podem ser utilizadas com satisfat&#243;ria validade externa. Conclui-se tamb&#233;m que as equa&#231;&#245;es derivadas para popula&#231;&#245;es estrangeiras aqui estudadas n&#227;o apresentaram resultados plenamente satisfat&#243;rios para a popula&#231;&#227;o local. Recomenda-se, no futuro, repetir esse ensaio para outras faixas et&#225;rias e para os diversos grupos de pacientes que n&#227;o puderam ser aqui inclu&#237;dos.</p>
    <p>
      <bold>Agradecimentos </bold>
    </p>
    <p>&#192; Associa&#231;&#227;o dos Amigos do Centro de Estudos e Aperfei&#231;oamento do Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, na pessoa do Dr. Aluysio S. Aderaldo Jr., pela contribui&#231;&#227;o significativa para a realiza&#231;&#227;o deste trabalho e &#224; Funda&#231;&#227;o de Amparo &#224; Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ. Agradecemos a valiosa revis&#227;o dos colegas Ver&#244;nica Salerno, Martha M. Sorenson, Ricardo Gancz e Michelle Porto.</p>
    <p>
      <bold>Potencial Conflito de Interesses</bold>
    </p>
    <p>Declaro n&#227;o haver conflitos de interesses pertinentes.</p>
    <p>
      <fn id="end" fn-type="corresp">
        <label>
          <bold>Correspond&#234;ncia:</bold>
        </label>
        <p> Fernando A. M. S. Pompeu </p>
        <p> Av. Brigadeiro Trompowisky, 212 s/n&#186; </p>
        <p> Cidade Universit&#225;ria &#150; 29141-590 &#150; Rio de Janeiro, RJ </p>
        <p> E-mail: </p>
        <p>
          <email xlink:href="cineantropo@oi.com.br">cineantropo@oi.com.br</email>
        </p>
      </fn>
    </p>
    <p>Recebido em 09/10/05 </p>
    <p> Aceito em 30/03/06</p>
  </body>
  <back>
    <ref-list>
      <ref id="B1">
        <mixed-citation>1. Hollmann W, Prinz JP. Ergospirometry and    its history. Sports M&#233;d. 1997; 23: 93-105.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Ergospirometry and its history</article-title>
          <source>Sports M&#233;d.</source>
          <date>
            <year>1997</year>
          </date>
          <fpage>93</fpage>
          <lpage>105</lpage>
          <volume>23</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Hollmann</surname>
              <given-names>W</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Prinz</surname>
              <given-names>JP</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B2">
        <mixed-citation>2. &#197;strand PO, Rodahl K, Dahl HA, Str&#248;mme    SB. Evaluation of physical performance on the basis of tests. In: Textbook of    Work Physiology. 4<sup>th</sup> ed. Champaign: Human Kinetics; 2003: 273-97.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="book">
          <source>Textbook of Work Physiology</source>
          <date>
            <year>2003</year>
          </date>
          <fpage>273</fpage>
          <lpage>97</lpage>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>&#197;strand</surname>
              <given-names>PO</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rodahl</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Dahl</surname>
              <given-names>HA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Str&#248;mme</surname>
              <given-names>SB</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B3">
        <mixed-citation>3.  Jones NL. Clinical exercise testing. 4<sup>th</sup> ed. Philadelphia: W.B. Saunders; 1997.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="book">
          <source>Clinical exercise testing</source>
          <date>
            <year>1997</year>
          </date>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Jones</surname>
              <given-names>NL</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B4">
        <mixed-citation>4.  Wasserman K, Hansen JE, Sue DY, Whipp    BJ, Casauri R. Principles of exercise testing and interpretation. 2<sup>th</sup>    ed. Philadelphia: Lea &amp; Febiger; 1994: 2-8.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="book">
          <source>Principles of exercise testing and interpretation</source>
          <date>
            <year>1994</year>
          </date>
          <fpage>2</fpage>
          <lpage>8</lpage>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Wasserman</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hansen</surname>
              <given-names>JE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Sue</surname>
              <given-names>DY</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Whipp</surname>
              <given-names>BJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Casauri</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B5">
        <mixed-citation>5. Wasserman K, Whipp BJ, Koyal SN, Beaver    WL. Anaerobic threshold and respiratory gas exchange during exercise. J Appl    Physiol. 1973; 35: 236-43.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Anaerobic threshold and respiratory gas exchange during exercise</article-title>
          <source>J Appl Physiol.</source>
          <date>
            <year>1973</year>
          </date>
          <fpage>236</fpage>
          <lpage>43</lpage>
          <volume>35</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Wasserman</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Whipp</surname>
              <given-names>BJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Koyal</surname>
              <given-names>SN</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Beaver</surname>
              <given-names>WL</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B6">
        <mixed-citation>6. Buchfuhrer MJ, Hansen JE, Robinson DY,    Sue DY, Wasserman K, Whipp BJ. Optimizing the exercise protocol for cardiopulmonary    assessment. J Appl Physiol. 1983; 55: 1558-64. </mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Optimizing the exercise protocol for cardiopulmonary assessment</article-title>
          <source>J Appl Physiol.</source>
          <date>
            <year>1983</year>
          </date>
          <fpage>1558</fpage>
          <lpage>6</lpage>
          <volume>55</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Buchfuhrer</surname>
              <given-names>MJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hansen</surname>
              <given-names>JE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Robinson</surname>
              <given-names>DY</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Sue</surname>
              <given-names>DY</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Wasserman</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Whipp</surname>
              <given-names>BJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B7">
        <mixed-citation>7. Howley ET, Basset Jr. DR, Welch HG. Criteria    for maximal oxygen uptake: review and commentary. Med Sci Sports Exerc. 1995;    27: 1292-301.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Criteria for maximal oxygen uptake: review and commentary</article-title>
          <source>Med Sci Sports Exerc.</source>
          <date>
            <year>1995</year>
          </date>
          <fpage>1292</fpage>
          <lpage>301</lpage>
          <volume>27</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Howley</surname>
              <given-names>ET</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Basset Jr.</surname>
              <given-names>DR</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Welch</surname>
              <given-names>HG</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B8">
        <mixed-citation>8. Jones NL, Makrides L, Hitchcock C, Chypchar    T, Mccartney N. Normal standards for an incremental progressive cycle ergometer    test. Am Rev Respir Dis. 1985; 131: 700-8. </mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Normal standards for an incremental progressive cycle ergometer test</article-title>
          <source>Am Rev Respir Dis.</source>
          <date>
            <year>1985</year>
          </date>
          <fpage>700</fpage>
          <lpage>8</lpage>
          <volume>131</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Jones</surname>
              <given-names>NL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Makrides</surname>
              <given-names>L</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hitchcock</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Chypchar</surname>
              <given-names>T</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Mccartney</surname>
              <given-names>N</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B9">
        <mixed-citation>9. Hsi WL, Lan C, Lai JS. Normal standards    for cardiopulmonary responses to exercise using a cycle ergometer test. J Formos    Med Assoc. 1998; 97: 315-22.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Normal standards for cardiopulmonary responses to exercise using a cycle ergometer test</article-title>
          <source>J Formos Med Assoc.</source>
          <date>
            <year>1998</year>
          </date>
          <fpage>315</fpage>
          <lpage>22</lpage>
          <volume>97</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Hsi</surname>
              <given-names>WL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lan</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lai</surname>
              <given-names>JS</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B10">
        <mixed-citation>10. Neder JA, Nery LE, Castelo A, Andreoni    S, Lerario MC, Sachs A, et al. Prediction of metabolic and cardiopulmonary responses    to maximum cycle ergometry: a randomized study. Eur Respir J. 1999; 14: 1304-13.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Prediction of metabolic and cardiopulmonary responses to maximum cycle ergometry: a randomized study</article-title>
          <source>Eur Respir J.</source>
          <date>
            <year>1999</year>
          </date>
          <fpage>1304</fpage>
          <lpage>13</lpage>
          <volume>14</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Neder</surname>
              <given-names>JA</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Nery</surname>
              <given-names>LE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Castelo</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Andreoni</surname>
              <given-names>S</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Lerario</surname>
              <given-names>MC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Sachs</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B11">
        <mixed-citation>11. Ong KC, Loo CM, Ong YY, Chan SP, Earnest    A, Saw SM. Predictive values for cardiopulmonary exercise testing in sedentary    chinese adults. Respirology. 2002; 7: 225-31.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Predictive values for cardiopulmonary exercise testing in sedentary chinese adults</article-title>
          <source>Respirology</source>
          <date>
            <year>2002</year>
          </date>
          <fpage>225</fpage>
          <lpage>31</lpage>
          <volume>7</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ong</surname>
              <given-names>KC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Loo</surname>
              <given-names>CM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ong</surname>
              <given-names>YY</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Chan</surname>
              <given-names>SP</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Earnest</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Saw</surname>
              <given-names>SM</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B12">
        <mixed-citation>12. Wasserman K, Hansen JE, Sue DY, Whipp    BJ. Protocols for exercise testing. In: Principles of exercise testing and interpretation.    Philadelphia: Lea &amp; Febiger; 1987: 58-71.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="book">
          <source>Principles of exercise testing and interpretation</source>
          <date>
            <year>1987</year>
          </date>
          <fpage>58</fpage>
          <lpage>71</lpage>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Wasserman</surname>
              <given-names>K</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hansen</surname>
              <given-names>JE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Sue</surname>
              <given-names>DY</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Whipp</surname>
              <given-names>BJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B13">
        <mixed-citation>13. Guimar&#227;es GV, Bellotti G, Wajngarten    M, et al<italic>.</italic> Exerc&#237;cio e insufici&#234;ncia card&#237;aca. Estudo    da rela&#231;&#227;o da gravidade da doen&#231;a com o limiar anaer&#243;bio    e o ponto de compensa&#231;&#227;o respirat&#243;rio. Arq Bras Cardiol.    1999; 73: 339-43.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Exerc&#237;cio e insufici&#234;ncia card&#237;aca: Estudo da rela&#231;&#227;o da gravidade da doen&#231;a com o limiar anaer&#243;bio e o ponto de compensa&#231;&#227;o respirat&#243;rio</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol</source>
          <date>
            <year>1999</year>
          </date>
          <fpage>339</fpage>
          <lpage>43</lpage>
          <volume>73</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Guimar&#227;es</surname>
              <given-names>GV</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Bellotti</surname>
              <given-names>G</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Wajngarten</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B14">
        <mixed-citation>14. Ribeiro JP. Limiares metab&#243;licos    e ventilat&#243;rios durante o exerc&#237;cio. Aspectos fisiol&#243;gicos    e metodol&#243;gicos. Arq Bras Cardiol. 1995; 64: 171-81.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Limiares metab&#243;licos e ventilat&#243;rios durante o exerc&#237;cio: Aspectos fisiol&#243;gicos e metodol&#243;gicos</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol</source>
          <date>
            <year>1995</year>
          </date>
          <fpage>171</fpage>
          <lpage>81</lpage>
          <volume>64</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Ribeiro</surname>
              <given-names>JP</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B15">
        <mixed-citation>15. Guimar&#227;es JI, Stein R, Vilas-Boas    F, et al. Normatiza&#231;&#227;o de t&#233;cnicas e equipamentos para    realiza&#231;&#227;o de exames em ergometria e ergoespirometria. Arq Bras    Cardiol. 2003; 80: 458-64.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Normatiza&#231;&#227;o de t&#233;cnicas e equipamentos para realiza&#231;&#227;o de exames em ergometria e ergoespirometria</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol.</source>
          <date>
            <year>2003</year>
          </date>
          <fpage>458</fpage>
          <lpage>64</lpage>
          <volume>80</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Guimar&#227;es</surname>
              <given-names>JI</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Stein</surname>
              <given-names>R</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Vilas-Boas</surname>
              <given-names>F</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B16">
        <mixed-citation>16. Yazbek Jr P, Carvalho RT, Sabag LMS, Batistella    LR. Ergoespirometria: Teste de esfor&#231;o cardiopulmonar, metodologia e    interpreta&#231;&#227;o. Arq Bras Cardiol. 1998; 71: 719-24. </mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Ergoespirometria: Teste de esfor&#231;o cardiopulmonar, metodologia e interpreta&#231;&#227;o</article-title>
          <source>Arq Bras Cardiol.</source>
          <date>
            <year>1998</year>
          </date>
          <fpage>719</fpage>
          <lpage>24</lpage>
          <volume>71</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Yazbek Jr</surname>
              <given-names>P</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Carvalho</surname>
              <given-names>RT</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Sabag</surname>
              <given-names>LMS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Batistella</surname>
              <given-names>LR</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B17">
        <mixed-citation>17. Hopkins WG. A new view of statistics.    Sportscience [online]. Available from: URL: <ext-link ext-link-type="uri" xlink:href="http://sportsci.org/resourse/stats">http://sportsci.org/resourse/stats</ext-link>    [Accessed 2005 Jan 5].</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="book">
          <source>A new view of statistics</source>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Hopkins</surname>
              <given-names>WG</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B18">
        <mixed-citation>18. Malek MH, Berger DE, Housh TJ, Coburn    JW, Beck TW. Validity of VO<sub>2m&#225;x</sub> equations for aerobically    trained males and females. Med Sci Sports Exerc. 2004; 36: 1427-32.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Validity of VO2m&#225;x equations for aerobically trained males and females</article-title>
          <source>Med Sci Sports Exerc.</source>
          <date>
            <year>2004</year>
          </date>
          <fpage>1427</fpage>
          <lpage>32</lpage>
          <volume>36</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Malek</surname>
              <given-names>M</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Berger</surname>
              <given-names>DE</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Housh</surname>
              <given-names>TJ</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Coburn</surname>
              <given-names>JW</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Beck</surname>
              <given-names>TW</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B19">
        <mixed-citation>19. Bland JM, Altman DG. Statistical methods    for assessing agreement between two methods of clinical measurement<bold>. </bold>Lancet.    1986; 2: 307-10.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Statistical methods for assessing agreement between two methods of clinical measurement</article-title>
          <source>Lancet</source>
          <date>
            <year>1986</year>
          </date>
          <fpage>307</fpage>
          <lpage>10</lpage>
          <volume>2</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Bland</surname>
              <given-names>JM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Altman</surname>
              <given-names>DG</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B20">
        <mixed-citation>20. Hall C, Figueroa A, Fernhall B, Kanaley    JA. Energy expenditure of walking and running: comparison with prediction equations.    Med Sci Sports Exerc. 2004; 36: 2128-34.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Energy expenditure of walking and running: comparison with prediction equations</article-title>
          <source>Med Sci Sports Exerc</source>
          <date>
            <year>2004</year>
          </date>
          <fpage>2128</fpage>
          <lpage>34</lpage>
          <volume>36</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Hall</surname>
              <given-names>C</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Figueroa</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Fernhall</surname>
              <given-names>B</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kanaley</surname>
              <given-names>JA</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B21">
        <mixed-citation>21. Bartko JJ. The intraclass correlation    coefficient as a measure of reliability. Psych Reports. 1966; 19: 3-11.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>The intraclass correlation coefficient as a measure of reliability</article-title>
          <source>Psych Reports</source>
          <date>
            <year>1966</year>
          </date>
          <fpage>3</fpage>
          <lpage>11</lpage>
          <volume>19</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Bartko</surname>
              <given-names>JJ</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B22">
        <mixed-citation>22. Granja Filho PCN, Pompeu FAMS, Ribeiro    AP. A acur&#225;cia da determina&#231;&#227;o do VO<sub>2m&#225;x</sub>    e do limiar anaer&#243;bio. Rev Bras Med Esporte. 2005; 11: 167-71.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>A acur&#225;cia da determina&#231;&#227;o do VO2m&#225;x e do limiar anaer&#243;bio</article-title>
          <source>Rev Bras Med Esporte</source>
          <date>
            <year>2005</year>
          </date>
          <fpage>167</fpage>
          <lpage>71</lpage>
          <volume>11</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Granja Filho</surname>
              <given-names>PCN</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Pompeu</surname>
              <given-names>FAMS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ribeiro</surname>
              <given-names>AP</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B23">
        <mixed-citation>23. Novitsky S, Degal KR, Chatr-Aryamontri    B, Gubakov D, Katch VL. Validity of a new portable indirect calorimeter: the    Aerosport TEEM 100. Eur J Appl Physiol. 1995, 70: 104/1-104/6.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Validity of a new portable indirect calorimeter: the Aerosport TEEM 100</article-title>
          <source>Eur J Appl Physiol.</source>
          <date>
            <year>1995</year>
          </date>
          <fpage>104/1</fpage>
          <lpage>104/6</lpage>
          <volume>70</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Novitsky</surname>
              <given-names>S</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Degal</surname>
              <given-names>KR</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Chatr-Aryamontri</surname>
              <given-names>B</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Gubakov</surname>
              <given-names>D</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Katch</surname>
              <given-names>VL</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B24">
        <mixed-citation>24. Davies CTM, Tuxworth W, Young IM. Physiological    effects of repeated exercise. Clin Sci. 1970; 39: 247-58.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Physiological effects of repeated exercise</article-title>
          <source>Clin Sci.</source>
          <date>
            <year>1970</year>
          </date>
          <fpage>247</fpage>
          <lpage>58</lpage>
          <volume>39</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Davies</surname>
              <given-names>CTM</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Tuxworth</surname>
              <given-names>W</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Young</surname>
              <given-names>IM</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B25">
        <mixed-citation>25. Jones NL, Kane JW. Quality control of    exercise test measurements. Med Sci Sports. 1979; 11: 368-72.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Quality control of exercise test measurements</article-title>
          <source>Med Sci Sports</source>
          <date>
            <year>1979</year>
          </date>
          <fpage>368</fpage>
          <lpage>72</lpage>
          <volume>11</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Jones</surname>
              <given-names>NL</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kane</surname>
              <given-names>JW</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B26">
        <mixed-citation>26. Pollock ML, Laughridge E, Coleman B, Linnerud    AC, Jackson A. Prediction of body density in young and middle-aged women. J    Appl Physiol. 1975; 38: 745-9.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Prediction of body density in young and middle-aged women</article-title>
          <source>J Appl Physiol.</source>
          <date>
            <year>1975</year>
          </date>
          <fpage>745</fpage>
          <lpage>9</lpage>
          <volume>38</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Pollock</surname>
              <given-names>ML</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Laughridge</surname>
              <given-names>E</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Coleman</surname>
              <given-names>B</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Linnerud</surname>
              <given-names>AC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Jackson</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B27">
        <mixed-citation>27. Pollock ML, Hickman T, Kendrick Z, Jackson    A, Linnerud AC, Dawson G. Prediction of body density in young and middle-aged    men. J Appl Physiol. 1976; 40: 300-4.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Prediction of body density in young and middle-aged men</article-title>
          <source>J Appl Physiol</source>
          <date>
            <year>1976</year>
          </date>
          <fpage>300</fpage>
          <lpage>4</lpage>
          <volume>40</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Pollock</surname>
              <given-names>ML</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Hickman</surname>
              <given-names>T</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Kendrick</surname>
              <given-names>Z</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Jackson</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Linnerud</surname>
              <given-names>AC</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Dawson</surname>
              <given-names>G</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
      <ref id="B28">
        <mixed-citation>28. Zwiren LD, Freedson PS, Ward A, Wilke    S, Rippe JM. Estimation of VO<sub>2m&#225;x</sub>: a comparative analysis    of five exercise tests. Res Q Exerc Sports. 1991; 62: 73-8.</mixed-citation>
        <element-citation publication-type="journal">
          <article-title>Estimation of VO2m&#225;x: a comparative analysis of five exercise tests</article-title>
          <source>Res Q Exerc Sports</source>
          <date>
            <year>1991</year>
          </date>
          <fpage>73</fpage>
          <lpage>8</lpage>
          <volume>62</volume>
          <person-group person-group-type="author">
            <name>
              <surname>Zwiren</surname>
              <given-names>LD</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Freedson</surname>
              <given-names>PS</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Ward</surname>
              <given-names>A</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Wilke</surname>
              <given-names>S</given-names>
            </name>
            <name>
              <surname>Rippe</surname>
              <given-names>JM</given-names>
            </name>
          </person-group>
        </element-citation>
      </ref>
    </ref-list>
  </back>
  <sub-article article-type="translation" id="TRen" xml:lang="en">
    <front-stub>
      <article-categories>
        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Original Articles</subject>
        </subj-group>
      </article-categories>
      <title-group>
        <article-title xml:lang="en">Maximal workload prediction models in the clinical cardio-pulmonary effort test</article-title>
      </title-group>
      <abstract xml:lang="en">
        <p>OBJECTIVE: This study sought to derive generalized equations for predicting maximal workload for young men and women. METHODS: Direct ergospirometry (Aerosport&#174; TEEM 100, USA) was used to determine VO2m&#225;x and the maximal work load (Wmax) on the cycle ergometer test (Monark&#174;, Brazil) of thirty men (25 &#177; 5 years, 75.0 &#177; 10.7 kg; 48.4 &#177; 8.8 mL . kg -1 . min -1 and 243 &#177; 51 Watts) and thirty women (26 &#177; 5 years, 56.7 &#177; 5.9 kg, 39.8 &#177; 7.6 mL . kg -1 . min -1 and 172 &#177; 37 Watts). Age and body mass were used as independent variables. For all statistic tests, a p &lt; 0.05 significance level was adopted. RESULTS: In the multiple linear adjustment, the maximal workload was explained by age and body mass as 54% (r = 0.73) for men, and as 76% (r = 0.87) for women, with standard errors of 0.66 W . kg -1 and 25 Watts. The proposed equations were cross-validated using another sample with similar age and VO2m&#225;x characteristics comprised of fifteen men and fifteen women. The intraclass correlation between the predicted Wmax values and those measures by ergospirometry were 0.70 and 0.69, with standard errors of 28.4 and 15.8 Watts, respectively, for men and women. CONCLUSIONS: This study exhibits valid generalized equations for determining the maximal cycle ergonometer workload for men and women.</p>
      </abstract>
      <kwd-group xml:lang="en">
        <kwd>Oxygen consumption</kwd>
        <kwd>physicial exertion</kwd>
        <kwd>stress test</kwd>
        <kwd>anaerobic threshold</kwd>
        <kwd>ventilatory threshold</kwd>
      </kwd-group>
    </front-stub>
    <body>
      <p>
        <bold>ORIGINAL ARTICLE</bold>
      </p>
      <p>Maximal workload prediction models in the clinical cardio-pulmonary effort test </p>
      <p>
        <bold>Fernando dos Santos Nogueira; Fernando Augusto Monteiro Sab&#243;ia Pompeu</bold>
      </p>
      <p>Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ - Rio de Janeiro, RJ - Brazil</p>
      <p>
        <xref ref-type="corresp" rid="end-body2">Mailing Address</xref>
      </p>
      <p>
        <bold>ABSTRACT</bold>
      </p>
      <p><bold>OBJECTIVE:</bold> This study sought to derive generalized equations for predicting maximal workload for young men and women.</p>
      <p><bold>METHODS:</bold> Direct ergospirometry (Aerosport<sup>&#174;</sup> TEEM 100, USA) was used to determine VO<sub>2m&#225;x </sub>and the maximal work load (W<sub>max</sub>) on the cycle ergometer test (Monark<sup>&#174;</sup>, Brazil) of thirty men (25 &#177; 5 years, 75.0 &#177; 10.7 kg; 48.4 &#177; 8.8 mL &#183; kg <sup>-1 . </sup>min <sup>-1</sup> and 243 &#177; 51 Watts) and thirty women (26 &#177; 5 years, 56.7 &#177; 5.9 kg, 39.8 &#177; 7.6 mL &#183; kg <sup>-1 . </sup>min <sup>-1 </sup>and 172 &#177; 37 Watts). Age and body mass were used as independent variables. For all statistic tests, a p <underline>&lt;</underline> 0.05 significance level was adopted.</p>
      <p><bold>RESULTS:</bold> In the multiple linear adjustment, the maximal workload was explained by age and body mass as 54% (r = 0.73) for men, and as 76% (r = 0.87) for women, with standard errors of 0.66 W &#183; kg <sup>-1</sup> and 25 Watts. The proposed equations were cross-validated using another sample with similar age and VO<sub>2m&#225;x</sub> characteristics comprised of fifteen men and fifteen women. The intraclass correlation between the predicted W<sub>max</sub> values and those measures by ergospirometry were 0.70 and 0.69, with standard errors of 28.4 and 15.8 Watts, respectively, for men and women.</p>
      <p><bold>CONCLUSIONS:</bold> This study exhibits valid generalized equations for determining the maximal cycle ergonometer workload for men and women. </p>
      <p><bold>Key words:</bold> Oxygen consumption, physicial exertion, stress test, anaerobic threshold, ventilatory threshold.</p>
      <p>The term ergospirometry or spiroergometry was coined in 1929, suggested by Knipping &amp; Brauer (see the comprehensive review by Hollmann &amp; Prinz<sup>1</sup>). The primary metabolic measurement in this test is the aerobic capacity (VO<sub>2max</sub>). Maximal aerobic capacity (VO<sub>2max</sub>) is the highest oxygen capture that an individual can attain during physical work when breathing air at sea level<sup>2</sup>. This variable, according to the Fick principle, is determined by the cardiac output and the mixed arteriovenous difference of oxygen. The ergospirometric test, therefore, allows a valuable study of the integration between pulmonary, cardiovascular, and musculoskeletal systems<sup>2,3</sup>, and in some cases is the only way to comprehend physiopathological mechanisms, such as in severe pulmonary vascular disease without direct hypertension, in the patent foramen ovale with left-right shunt development during exercise, in exertional dyspnea, and in exertional hypoxemia, among others<sup>4</sup>. Its application before invasive or high-cost procedures in large groups of patients with heart disease and lung disease has many advantages<sup> 3,4</sup>.</p>
      <p>The maximal effort cycle ergometric protocol with 1-min load increments was first proposed by Wasserman et al<sup>5</sup>, and later perfected by Buchfuhrer et al<sup>6</sup>. This protocol consists of continuous load increments added each minute in order to attain the maximal workload (W<sub>max</sub>), characterized by objective criteria<sup>7</sup> as 10 &#177; 2 min. Therefore, prediction of Wmax from variables available before the beginning of the study for 10% increments W<sub>max</sub> per minute is necessary. The equations normally used<sup>8-12</sup> are not very accurate, since they come from populations with anthropometric, cardiopulmonary, and biomechanical characteristics different from those of Brazilians. Valuable experimental assays and normative reviews published by groups of Brazilian researchers, however, have failed to present an alternative to these equations<sup>13-16</sup>. Because of this difficulty, this study aims to a) develop mathematical equations for predicting W<sub>max </sub>in a continuous and escalating cycloergometer test with 10 &#177; 2 min duration, and b) test the external validity of the equations developed herein, confronting them with the validity of those derived for a foreign population. </p>
      <p>
        <bold>METHODS</bold>
      </p>
      <p>The subjects of this study were 90 apparently healthy, non-smoking and non-athletic adult volunteers, 45 men and 45 women, women (<xref ref-type="table" rid="tab01-body2">Table 1</xref>). Subjects were randomly divided into two groups similar in age and body mass; the number of subjects was established according to Hopkins<sup>17</sup>. Thirty men and thirty women were randomly selected for the internal validity group (IV), and fifteen men and fifteen women for the external validity group (EV). Subjects were advised to abstain from extenuating physical activities and to maintain a mixed diet on the day prior to the test (&gt; 5 METs). It was also recommended that they avoid ingestion of food and caffeine for three hours before the exercise. Prior to the test, the subjects filled out an informed consent form. The procedures adopted were approved by the local Ethics Committee for studies with human subjects. </p>
      <table-wrap id="tab01-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gt01-en.jpg"/></table-wrap>
      <p><italic>Test protocol</italic> - A continuous and maximal escalating protocol was used<sup>5</sup>, comprised of an initial resting period for six minutes with the patient sitting on the cycle ergometer (Monark<sup>&#174;</sup>, Brazil), followed by a four-minute warm-up of pedaling without any workload, and later, by the escalating phase with a maximum duration between eight and twelve minutes<sup>6</sup>. Any test not interrupted because of fatigue during this period of time was excluded. Overload increments were determined for a constant pace in an empirical and individualized manner. These increments were maintained throughout the test (approx. 25 W . min<sup>-1</sup>). The pace was controled by means of an audiovisual metronome (approx. 74 rev . min<sup>-1</sup>).</p>
      <p>Gas exchange and ventilatory variables were measured by a metabolic analyzer (Aerosport<sup>&#174; </sup>TEEM 100, USA) in an open circuit and by a medium flow pneumotachometer (Hans Rudolph<sup>&#174;</sup>, USA). These data were recorded every twenty seconds. Heart rate was monitored throughout the test by a cardiotachometer (Polar<sup>&#174;</sup> Vantage NV, Finland).</p>
      <p>Before each test, equipment was calibrated. The ergospirometer was calibrated in a closed circuit (AGA<sup>&#174;</sup>, Brazil), furnishing a gas mixture containing 17.01% oxygen, 5.00% carbon dioxide, and balanced with nitrogen. Gas flow was calibrated using a three-liter syringe (Hans Rudolph<sup>&#174;</sup>, USA) and the cycle ergometer by means of a 3 kg ballast.</p>
      <p>Tests were considered maximal when at least three of the following criteria were observed<sup>7</sup>: plateau in VO<sub>2</sub> (increase <underline>&lt;</underline> 150 mL . min<sup>-1</sup> or 2 mL . kg<sup>-1</sup> . min<sup>-1</sup>), HR<sub>max </sub><underline>&gt;</underline> 90% of predicted value for age (220 - age), Concept of Perceived Effort <underline>&gt;</underline> 18, RER (respiratory exchange rate) <underline>&gt;</underline> 1.15, and maximal voluntary fatigue with inability to maintain the preestablished rhythm. VO<sub>2max </sub>was determined as the highest value found at the end of the test. In this study, the maximal workload was defined as that observed in VO<sub>2max</sub>.</p>
      <p><italic>Statistical analysis</italic> - Statistical processing was done by means of the Statistical Package for the Social Sciences<sup>&#174; </sup>package (SPSS, USA) version 13.0 and Microsoft Excel<sup>&#174; </sup>for Windows XP<sup>&#174;</sup> (USA). Descriptive statistics were used with means &#177; standard deviations (SD). For Group IV, stepwise multiple regression analysis was used to deduce mathematical models for prediction of maximal workload expressed in Watts (<italic>W</italic>). Eight equations<sup>8-12</sup> (<xref ref-type="fig" rid="qdr01-body2">Chart 1</xref> and <xref ref-type="fig" rid="qdr02-body2">2</xref>) for the same purpose (male and female genders) were analyzed by cross-validation with the subjects from Group IV. Values predicted for Group IV by means of foreign equations, and the values measured were confronted by analysis of variance with one factor and a <italic>post-hoc</italic> Tukey-HSD test. External validity of the equations derived in this investigation were tested by applying them to the EV group. Bland-Altman<sup>19</sup> and modified Bland-Altman<sup>20</sup> limits of agreement plots were used with the results measured and calculated by the predictive formulas. The degree of association between the values measured and those predicted was determined by the intraclass correlation coefficient (ICC)<sup>21</sup>. The error of prediction was also noted by means of the technical error of the measurement (s=S.D.<italic><sub>dif</sub></italic>&#247; &#214;2) and the coefficient of variation (CV %). All statistical tests were performed at the <underline>&lt;</underline> 0.05 significance level.</p>
      <fig id="qdr01-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf01-en.jpg"/></fig>
      <fig id="qdr02-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf02-en.jpg"/></fig>
      <p>
        <bold>RESULTS</bold>
      </p>
      <p>Characteristics of VO<sub>2max </sub>and W<sub>max </sub>of the volunteers are displayed on <xref ref-type="table" rid="tab01-body2">Table 1</xref>. The equation for prediction of maximal workload derived for the male group was:</p>
      <p>
        <bold>Equation 1</bold>
      </p>
      <p>W &#183; kg<sup>-1</sup>=6.413&#150;(0.0531 &#183; <italic>age</italic>)&#150;(0.0242 &#183; <italic>weight</italic>)</p>
      <p><italic>R</italic><sup>2</sup> = 0.54 and <italic>SEE</italic> = 0.66 W &#183; kg<sup>-1</sup></p>
      <p>For the female group:</p>
      <p>
        <bold>Equation 2</bold>
      </p>
      <p>W<sub>m&#225;x</sub>=-115.756+(2.271 &#183; <italic>age</italic>)+(4.043 &#183; <italic>weight</italic>)</p>
      <p><italic>R</italic><sup>2</sup> = 0.76 and <italic>SEE</italic> = 25.03 W</p>
      <p>Where: <italic>R</italic><sup>2</sup> = coefficient of determination and <italic>SEE</italic> = Standard Error of the Estimate </p>
      <p>The prediction results using equations 1 and 2 derived in this study did not significantly differ from the results measured for the EV group (<xref ref-type="fig" rid="fig01-body2">Fig. 1</xref>). A significant difference was detected for foreign equations between the values measured and those predicted, for both male and female groups (<xref ref-type="fig" rid="fig01-body2">Fig. 1</xref> and <xref ref-type="fig" rid="qdr02-body2">Chart 2</xref>).</p>
      <fig id="fig01-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf03-en.jpg"/></fig>
      <p><xref ref-type="table" rid="tab02-body2">Table 2</xref> displays the results of the analysis performed with the foreign equations. Group IV had limits of agreement of 0.93 &#177; 95.0 W for the male group, and -20.5 &#177; 47.6 W for the female group (<xref ref-type="fig" rid="fig02-body2">Fig. 2</xref>). These indexes for the EV group were 34.2 &#177; 86.0 W for the male group, and -4.14 &#177; 47.87 W for the female group (<xref ref-type="fig" rid="fig03-body2">Fig. 3</xref>). There was a moderate association between the values measured and those predicted (ICC = 0.70 and 0.69), respectively, for men and women. The SEE for the male group was 28.42 W (CV = 10.45%), and for the female group, 15.78 W (CV = 9.55%).</p>
      <table-wrap id="tab02-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gt02-en.jpg"/></table-wrap>
      <fig id="fig02-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf04-en.jpg"/></fig>
      <fig id="fig03-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf05-en.jpg"/></fig>
      <p>
        <bold>DISCUSSION</bold>
      </p>
      <p>We recommend a 10% progression of the maximal workload per minute in the escalating, continuous and maximal protocol on the cycle ergometer for the detection of the anaerobic threshold and VO<sub>2max</sub>. The test should be finalized by maximal effort criteria<sup>6</sup> after eight to twelve minutes<sup>6</sup>. Based on these requirements, different equations were presented for determining the W<sub>max</sub>, normally using the anthropometric variables obtained at rest such as gender, age, weight, and stature. Despite the large number of prediction equations found in literature, none has proved to be well suited to the Brazilian population. It seems wise to expect a reasonable prediction capacity when the equation is applied to the population from which it was derived. The results of this study suggest a good external validity for the equations proposed herein when compared to equations coming from alien populations.</p>
      <p>In rapid tests (&lt; eight minutes), Buchfuhrer et al.,<sup>6 </sup>observed a low VO<sub>2max</sub> value. This was possibly due to limitations of muscular force. However, a reduction of VO<sub>2max </sub>in longer (&gt; sixteen minutes) tests would also be expected because of an increase in core temperature, dehydration, discomfort, or fatigue of ventilatory muscles<sup>6</sup>. Since longer tests require more time, do not furnish additional information, and do not produce maximal values, protocols with 10 &#177; 2 minutes duration are recommended.</p>
      <p>The precision of gas exchange and ventilatory measurements is essential for data to be reproduced, and quality control needs to be made by means of calibration, operation, and analysis performed by experienced technicians<sup>15</sup>. Tests in which these precautions are taken show a low variation in repeat measurements at the nearest timepoints<sup>15,22-25</sup>. Daily intrasubject variation, due to error and physiological fluctuations of oxygen consumption, minute ventilation, and heart rate, are<sup>25 </sup>3.8%, 8.0%, and 3.0%, respectively. Granja Filho et al<sup>22</sup>, observed a 5.5% intrasubject variation for VO<sub>2max</sub> in a study carried out recently. We conclude that this result is a fruit of our equipment for clinical use. Even with this greater inaccuracy, the ergospirometer adopted here was validated by another group<sup>23</sup> and is amply used in Brazilian laboratories because of its low cost. This difference in accuracy between measurements obtained with more sofisticated equipement and ours (3.8% versus 5.5%) may lead to a small error in the application of our formulas, which could not yet be determined.</p>
      <p>Coefficients of determination for the prediction equations of this study were moderate for the male group (<italic>R<sup>2</sup></italic> = 0.54) and high for the female group (<italic>R<sup>2</sup></italic>= 0.76). We chose to express the maximal workload as W<sub>max</sub> and W . kg<sup>-1</sup>, respectively, for women and men. This adjustment in the dependent variable was necessary in order to obtain a greater predictive power in the second case. This is probably due to the lower body adiposity in the male group<sup>26,27</sup>; therefore, a greater weight variation would imply a greater heterogeneity of lean body mass, and consequently, of muscular strength. These indexes are close to those of other studies<sup>9-11</sup>. Ong et al<sup>11</sup>, sought to improve the predictive model of W<sub>max</sub> using logarithmic transformation. The use of a nonlinear model was proposed in order to correct the influence of age in the decline of physical conditioning. The research performed by Ong et al<sup>11</sup>, however, did not obtain more precise results than other studies<sup>8-10</sup>.</p>
      <p>The <italic>SEE</italic> indexes for the equations in this study were similar to those of other equations<sup>8-10</sup>. As a comparison, because of the difference in units recorded (W . kg<sup>-1 </sup>,W , kg . m . min<sup>-1</sup>), the <italic>SEE </italic>was divided by the average of the group studied in order to express the <italic>SEE</italic> in a porcentage of the mean (<italic>SEE </italic>%). Jones et al,<sup>8 </sup>found 15% indexes for the male group and 26% indexes for the female group. On the other hand, Hsi et al,<sup>9</sup> and Neder et al,<sup>10</sup> found 14% and 17% values for the male group, and 12% and 13% values for the female group, respectively. In this study, these indices were 20% for the male group, and 14% for the female group. The indexes of <italic>SEE</italic>% for an indirect estimate of VO<sub>2max </sub>in several field methods, such as the step test, submaximal cycle ergometer test, or walking/running on track test, represent 10% to 20% of the VO<sub>2max</sub> measured<sup>28</sup>.</p>
      <p>No other author, among all those researched, performed a cross-validation study of his W<sup>max</sup> prediction equations. We see on <xref ref-type="table" rid="tab02-body2">Table 2</xref> that the intraclass correlation coefficients for external validity of the main equations analyzed in literature varied from ICC = 0.01 (6F) to ICC = 0.38 (2F). These indexes, as was expected, were lower than those found in the original assays and in the present study. Analyzing the proportion of possibly invalidated tests when these equations are used<sup>8-12</sup>, there is a 40% to 64% loss of tests (<xref ref-type="table" rid="tab03-body2">Table 3</xref>). The equations we propose show 27% and 20% indexes for the male and female groups, respectively (<xref ref-type="table" rid="tab03-body2">Table 3</xref>). </p>
      <table-wrap id="tab03-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gt03-en.jpg"/></table-wrap>
      <p><xref ref-type="fig" rid="fig04-body2">Figures 4</xref> and <xref ref-type="fig" rid="fig05-body2">5</xref> present dispersion diagrams of the predicted values and the measured values for the equations with the lowest indexes of invalidated tests (1M and 1F). One can see that the inclination of the tendency line is near zero, suggesting an absence of covariance. Distortions such as these are common when the population validity of predictive models is considered<sup>9,11</sup>.</p>
      <fig id="fig04-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf06-en.jpg"/></fig>
      <fig id="fig05-body2">
        <graphic xlink:href="1678-4170-abc-87-02-0137-00011-gf07-en.jpg"/></fig>
      <p>Analysis of the limits of agreement reveals that there is a great variation between the equations. The total error (TE - the measured value minus the predicted value) varied considerably between the predictive models. A tendency to underestimate W<sub>max</sub> when using the foreign models was noted. The present study, however, presented acceptable limits of agreement (<xref ref-type="fig" rid="fig02-body2">Fig. 2</xref>). Some points showed considerable distancing as to the error in the male group. Nevertheless, for this analysis, one should consider the &#177; 2 min range previously recommended<sup>6 </sup>and the index of invalidated tests shown on <xref ref-type="table" rid="tab03-body2">Table 3</xref>. For the female group, a small overestimation of the measured value was noted. </p>
      <p>The predictive technique error suggested is close to the variation range recommended by Buchfuhrer et al<sup>6</sup>. We conclude, therefore, that the inference equations of W<sub>max</sub> derived in this study for the escalating and continuous cycle ergometer protocols, with eight to twelve minutes duration, can be used with satisfactory external validity. We also conclude that the equations derived for alien populations that we studied did not show fully satisfactory results for the local population. For the future, a repetition of this assay for other age brackets and for the diverse patient groups that could not be included here is recommended. </p>
      <p>
        <bold>Acknowledgements </bold>
      </p>
      <p>The authors of this study express their gratitude to the Associa&#231;&#227;o dos Amigos do Centro de Estudos e Aperfei&#231;oamento do Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro, in the person of Dr. Aluysio S. Aderaldo Jr., for the significant contribution toward this study and to the Funda&#231;&#227;o de Amparo &#224; Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro - FAPERJ. We are also thankful for the valuable review by our colleagues, Ver&#244;nica Salerno, Martha M. Sorenson, Ricardo Gancz, and Michelle Porto.</p>
      <p>
        <bold>Potencial Conflict of Interest</bold>
      </p>
      <p>No potential conflict of interest relevant to this article was reported.</p>
      <p>
        <bold>REFERENCES</bold>
      </p>
      <p>
        <fn id="end-body2" fn-type="corresp">
          <label>
            <bold>Mailing Address:</bold>
          </label>
          <p> Fernando A. M. S. Pompeu</p>
          <p> Av. Brigadeiro Trompowisky, 212 s/n&#186; - Cidade Universit&#225;ria</p>
          <p> 29141-590 &#150; Rio de Janeiro, RJ - Brazil</p>
          <p> E-mail: </p>
          <p>
            <email xlink:href="cineantropo@oi.com.br">cineantropo@oi.com.br</email>
          </p>
        </fn>
      </p>
      <p> Received on 10/09/05</p>
      <p> Accepted on 03/30/06</p>
    </body>
  </sub-article>
</article>
