<!DOCTYPE article PUBLIC "-//NLM//DTD JATS (Z39.96) Journal Publishing DTD v1.1 20151215//EN" "https://jats.nlm.nih.gov/publishing/1.1/JATS-journalpublishing1.dtd">
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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
        <abbrev-journal-title abbrev-type="publisher">Arq. Bras. Cardiol.</abbrev-journal-title>
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      <issn pub-type="ppub">0066-782X</issn>
      <issn pub-type="epub">1678-4170</issn>
      <publisher>
        <publisher-name>Sociedade Brasileira de Cardiologia - SBC</publisher-name>
        <publisher-loc>S&#227;o Paulo, SP, Brazil</publisher-loc>
      </publisher>
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      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v3">KHZQbnLMMYTMyfzb6mfD7DH</article-id>
      <article-id pub-id-type="other">00013</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v2">S0066-782X1998000200013</article-id>
      <article-id pub-id-type="publisher-id" specific-use="scielo-v1">S0066-782X(98)07000213</article-id>
      <article-id pub-id-type="doi">10.1590/S0066-782X1998000200013</article-id>
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        <subj-group subj-group-type="heading">
          <subject>Atualiza&#231;&#227;o</subject>
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          <trans-title>Resumos dos Temas-Livres apresentados ao IV Congresso Brasileiro de Ergometria e Reabilita&#231;&#227;o Cardiovascular - 30/10 a 1/11/97 - Ribeir&#227;o Preto-SP</trans-title>
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      <pub-date date-type="collection" publication-format="electronic">
        <month>02</month>
        <year>1998</year>
      </pub-date>
      <volume>70</volume>
      <issue>2</issue>
      <fpage>135</fpage>
      <lpage>139</lpage>
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          <license-p>This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial 4.0 International License.</license-p>
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      <pub-date publication-format="electronic" date-type="pub">
        <day>08</day>
        <month>01</month>
        <year>2002</year>
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    <p>Resumos dos Temas-Livres apresentados ao IV Congresso Brasileiro de Ergometria e Reabilita&#231;&#227;o Cardiovascular - 30/10 a 1/11/97 - Ribeir&#227;o Preto-SP </p>
    <p>
      <bold>Caracter&#237;sticas da Popula&#231;&#227;o Atendida no Programa de Condicionamento F&#237;sico Aplicado &#224; Preven&#231;&#227;o Cardiol&#243;gica Prim&#225;ria e Secund&#225;ria da Escola de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica e Esporte da USP e do Instituto do Cora&#231;&#227;o HC-FMUSP.</bold>
    </p>
    <p>Souza MO, Coelho MA, Rondon MUPB, Barreto ACP, Negr&#227;o CE, Forjaz CLM. </p>
    <p>
      <italic>Escola de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica e Esporte da USP e Servi&#231;o de Condicionamento F&#237;sico do InCor HC-FMUSP, S&#227;o Paulo, SP.</italic>
    </p>
    <p>A prescri&#231;&#227;o individualizada de exerc&#237;cios, levando em conta as caracter&#237;sticas da popula&#231;&#227;o atendida, tem sido amplamente recomendada. No entanto, a caracteriza&#231;&#227;o das popula&#231;&#245;es atendidas em programas de condicionamento f&#237;sico para a preven&#231;&#227;o cardiol&#243;gica (PCF) tem sido pouco descrita. Assim, este estudo teve por objetivo caracterizar a popula&#231;&#227;o participante do nosso PCF. Para tanto, 214 alunos participantes do PCF foram classificados quanto ao: <italic>sexo, idade</italic> (jovem: 20-40; meia idade: 41-60 e idoso: &gt;60), <italic>&#237;ndice de massa corporal</italic> (normal: IMC&lt;27,0 e sobrepeso IMC&#179;27) e <italic>diagn&#243;stico</italic> (preventivos ou cardiopatas). Considerou-se tamb&#233;m o per&#237;odo em que os indiv&#237;duos frequentavam o programa (manh&#227; e noite). Na popula&#231;&#227;o total predominaram os homens (65%) de meia idade (54%) e preventivos (58%). Quando se comparou os grupos de card&#237;acos e preventivos observou-se diferen&#231;a em rela&#231;&#227;o ao sexo e idade, ou seja, nos card&#237;acos houve predomin&#226;ncia do sexo masculino (74%) e dos idosos (59%), enquanto nos preventivos n&#227;o houve predomin&#226;ncia de sexo (homens = 58% e mulheres = 42%) e houve predomin&#226;ncia de meia-idade (63%). Quanto ao diagn&#243;stico, dentre os card&#237;acos a maioria apresentou insufici&#234;ncia coronariana (78%) e nos preventivos a maioria apresentou hipertens&#227;o arterial sist&#234;mica (HAS-47%). O IMC normal e sobrepeso n&#227;o predominaram em nenhum dos grupos analisados. &#201; interessante ressaltar que dentre os per&#237;odos da manh&#227; e da noite houve diferen&#231;a no diagn&#243;stico e na faixa et&#225;ria atendida, de modo que, no per&#237;odo da noite predominaram os indiv&#237;duos preventivos (73%) e de meia idade (61%) e no per&#237;odo da manh&#227; predominaram os indiv&#237;duos idosos 952%) e n&#227;o houve diferen&#231;a entre os diagn&#243;sticos (55% Cardiopatas e 45% Preventivos). Em conclus&#227;o, o nosso PFC atende predominantemente indiv&#237;duos do sexo masculino em preven&#231;&#227;o prim&#225;ria, sendo a HAS o principal fator de risco encontrado. Al&#233;m disso, os indiv&#237;duos cardiopatas e idosos realizam suas atividades f&#237;sicas preferencialmente no per&#237;odo da manh&#227;, enquanto os preventivos de meia idade no per&#237;odo da noite. Esses resultados, com certeza, poder&#227;o melhor nortear a prescri&#231;&#227;o individualizada de exerc&#237;cios no nosso PCF. </p>
    <p>
      <bold>Qualidade de Vida e N&#237;vel de Stress de Ingressantes e Participantes Regulares do Programa de Condicionamento F&#237;sico Aplicado &#224; Cardiologia Prim&#225;ria e Secund&#225;ria da Escola de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica e Esporte da USP e do Instituto do Cora&#231;&#227;o, HC-FMUSP.</bold>
    </p>
    <p>Mara R.F. Caruso, Bellkiss W. Romano, Carlos E. Negr&#227;o, Antonio C.P. Barreto, Cl&#225;udia L.M. Forjaz. </p>
    <p>
      <italic>Escola de Educa&#231;&#227;o F&#237;sica e Esporte USP e Servi&#231;o de Condicionamento F&#237;sico e Servi&#231;o de Psicologia do InCor-HCFMUSP.</italic>
    </p>
    <p>A import&#226;ncia do condicionamento f&#237;sico na qualidade de vida e no controle do stress tem sido muito divulgada. No entanto, poucos estudos cient&#237;ficos abordaram de forma direta e espec&#237;fica essa problem&#225;tica. Assim, este estudo teve por objetivo comparar a qualidade de vida, o n&#237;vel de stress e a ansiedade de indiv&#237;duos sedent&#225;rios e participantes de um programa de condicionamento f&#237;sico (PCF). Foram estudados 39 indiv&#237;duos preventivos entre 40 e 60 anos, sendo 19 participantes regulares (PR) do PCF e 20 sedent&#225;rios ingressantes (PI) nesse programa. A avalia&#231;&#227;o consistiu na aplica&#231;&#227;o individual de: 1) invent&#225;rio de Qualidade de Vida (esfera social / afetiva / profissional / sa&#250;de); 2) invent&#225;rio de Sintomas de Stress (fases de alerta, resist&#234;ncia e exaust&#227;o); 3) teste de Caracter&#237;sticas da Personalidade Geradoras de Stress (forma de pensar e agir / assertividade / afetividade); 4) Teste Idate para medir ansiedade (estado / tra&#231;o) e; 5) Teste de Mackover da figura humana para identificar personalidade patol&#243;gica. Nenhum dos indiv&#237;duos apresentou personalidade patol&#243;gica. N&#227;o houve diferen&#231;a significante na qualidade de vida dos dois grupos, mas a qualidade de vida profissional tendeu a ser maior no grupo PR que PI (5,7&#177;1,0 vs. 4,5&#177;1,7, p=0,08). Al&#233;m disso, o grupo PR apresentou uma tend&#234;ncia a ter menos sintomas de stress (4,0&#177;3,5 vs. 7,0&#177;5,9, P=0,06) que o grupo PI e essa diferen&#231;a foi significante para os sintomas de exaust&#227;o (PR=0,7&#177;1,2 vs. PI=1,9&#177;2,0, P&lt;0,05). As caracter&#237;sticas de personalidade e ansiedade foram semelhantes nos dois grupos, embora a ansiedade de estado tenha tendido a ser maior no grupo PR (52&#177;5 vs. 49&#177;4, p = 0,06). Em conclus&#227;o, a pr&#225;tica regular do condicionamento f&#237;sico parece reduzir os sintomas de stress e tende a melhorar a qualidade de vida profissional. Por outro lado, essa pr&#225;tica n&#227;o modifica as caracter&#237;sticas de personalidade dos praticantes. </p>
    <p>
      <bold>Influ&#234;ncia do G&#234;nero no Tipo de Stress Utilizado para a Cintolografia de Perfus&#227;o Mioc&#225;rdia</bold>
    </p>
    <p>AUTOR: Cardoso F&#186;, M.S. </p>
    <p>CO-AUTORES: Souza F&#186;, J.; Fahel, V.G.; Lob&#227;o, L.J.; Costa, E.; Lopes, A.A. </p>
    <p>
      <italic>Servi&#231;os de Cardiologia, Medicina Nuclear e Setor de Epidemiologia Cl&#237;nica e Bioestat&#237;stica do Hospital S&#227;o Rafael - Salvador - BA</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVOS:</bold> Ultimamente t&#234;m aparecido diversas publica&#231;&#245;es sobre diferen&#231;as entre homens e mulheres no que se refere a indica&#231;&#245;es de procedimentos diagn&#243;sticos e terap&#234;uticos na &#225;rea de cardiologia. Estas quest&#245;es, no entanto, t&#234;m sido pouco exploradas aqui no Brasil. Por essa raz&#227;o, este estudo foi desenvolvido com o prop&#243;sito b&#225;sico de investigar prov&#225;veis diferen&#231;as entre homens e mulheres no tipo de stress (farmacol&#243;gico com dipiridamol vs teste ergom&#233;trico) utilizado para a realiza&#231;&#227;o de cintilografia de perfus&#227;o mioc&#225;rdica (CPM) mesmo ap&#243;s o ajuste para a vari&#225;vel idade. </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Foram levantadas informa&#231;&#245;es quanto ao sexo, idade (&lt;=50;&gt;50 anos) e tipo de stress de todos os 1.735 pacientes submetidos a C.P.M. no Servi&#231;o de Medicina Nuclear do Hospital de S&#227;o Rafael, entre mar&#231;o de 1992 a dezembro de 1996. utilizou-se o teste t de Student e o qui-quadrado para os testes estat&#237;sticos de diferen&#231;as de m&#233;dias e propor&#231;&#245;es, respectivamente. As estimativas das raz&#245;es de freq&#252;&#234;ncia (RF) da utiliza&#231;&#227;o de dipiridamol entre homens e mulheres foram descritas atav&#233;s das estimativas pontuais e intervalos de confian&#231;a de 95% (IC95%). Utilizou-se o SPSS v.6 para as an&#225;lises estat&#237;sticas. </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> Do total de pacientes, 793 (45,7%) eram do sexo feminino. As mulheres foram significativamente (p=0,004) mais velhas (57,3 &#177; 10,7 anos) do que os homens (55,8 &#177; 11,5), sendo que 71,4% das mulheres e 65,8% dos homens tinham idade &gt; 50 anos. O teste com dipiridamol foi realizado em 61,3 das mulheres e 41,2% dos homens (RF=1,49; IC95%=1,4-1,6), sendo portanto o uso do stress farmacol&#243;gico aproximadamente 49% mais freq&#252;ente nas mulheres do que nos homens. As compara&#231;&#245;es entre homens e mulheres ao tipo de stress foram similares entre os grupos et&#225;rios &lt;= 50 anos (RF = 1,49; IC 95% = 1,16 - 1), e &gt;50 anos (RF = 1,43%; IC 95% = 1,3 - 1,57). </p>
    <p><bold>CONCLUS&#213;ES:</bold> O stress farmacol&#243;gico com dipiridamol foi mais freq&#252;entemente utilizado como forma de stress para CPM nas mulheres do que nos homens, independente da faixa et&#225;ria. As raz&#245;es pela prefer&#234;ncia por este tipo de stress nas mulheres n&#227;o puderam ser esclarecidos por este estudo, permanecendo como uma importante quest&#227;o para futuras investiga&#231;&#245;es. </p>
    <p>
      <bold>Compara&#231;&#227;o de Testes Ergoespirom&#233;tricos Realizados em Ciclossimulador e em Bicicleta Ergom&#233;trica</bold>
    </p>
    <p>Edenilson S. Carvalho Jr., Tur&#237;bio L. Barros Neto, Marcelo C. C&#233;sar, Alexandre L. G. Santos, Andr&#233; P. Scheneider, Liane Beretta. </p>
    <p>
      <italic>Centro de Medicina da Atividade F&#237;sica e do Esporte-CEMAFE, Escola Paulista de Medicina - Universidade Federal de S&#227;o Paulo.</italic>
    </p>
    <p>Um treinamento visa a adaptar um organismo para melhor realizar determinada tarefa. A <italic>especificidade</italic>, um dos princ&#237;pios do treinamento, consiste em utilizar grupos musculares espec&#237;ficos para determinada modalidade. Para verificar o quanto a especifidade altera o resultado de um teste ergoespirom&#233;trico foram comparados, em indiv&#237;duos treinados, os principais &#237;ndices de avalia&#231;&#227;o cardiorrespirat&#243;rio por testes ergoespirom&#233;tricos em bicicleta ergom&#233;trica e em ciclossimulador (erg&#244;metro mais espec&#237;fico, por ser mais pr&#243;ximo a atividade praticada pelos atletas). Para testar os &#237;ndices de avalia&#231;&#227;o f&#237;sica cardiorrespirat&#243;ria, nove triatletas amadores treinados (6 do sexo masculino e 3 do sexo feminino), com idades variando entre 18 e 33 anos de idade, peso 70 Kg &#177; 9,69 e altura de 1,75 cm &#177; 7,70, foram submetidos a dois testes de esfor&#231;o em cicloerg&#244;metro com medida direta do consumo de oxig&#234;nio, protocolo com aquecimento de 3 min. seguido por est&#225;gios de 1 min. de dura&#231;&#227;o at&#233; a exaust&#227;o. Na bicicleta ergom&#233;trica (CYBEX), a carga inicial foi de 100 watts (sexo masc.) e 50watts (sexo fem.) com incrementos de 50 watts a cada est&#225;gio; no ciclossimulador (CATEYE), a carga inicial foi de 1% (masc.) e 0% de inclina&#231;&#227;o (fem.) com incrementos de 1% cada est&#225;gio. Foram determinados Consumo M&#225;ximo de Oxig&#234;nio (VO2 max) e Limiar Anaer&#243;bio Ventilat&#243;rio (LA) por analisadores de gases (AMATEK-USA) e sistema metab&#243;lico VACUMED VISTA TURBOFIT-USA, freq&#252;&#234;ncia card&#237;aca m&#225;xima (FC max) e do limiar anaer&#243;bio (FC LA) por sistema de telemetria POLAR-USA. </p>
    <p>
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-70-02-0135-00013-e01.jpg"/></p>
    <p>Os resultados indicam que a bicicleta ergom&#233;trica pode ser utilizada para avalia&#231;&#227;o f&#237;sica cardiorrespirat&#243;ria de triatletas com a mesma precis&#227;o do ciclossimulador. </p>
    <p>
      <bold>Teste Ergom&#233;trico na Estratifica&#231;&#227;o de Risco Ap&#243;s Infarto Agudo do Mioc&#225;rdio na Era Trombol&#237;tica: Influ&#234;ncia dos Crit&#233;rios de An&#225;lise Sobre a Acur&#225;ria do Teste.</bold>
    </p>
    <p>Renato B. O. Castro, Marcus V. Sim&#245;es, Jo&#227;o H. R. Ferreira, Paulo S. O. Cavalcanti, Hilda W. Shida, Benedito C. Maciel, Jos&#233; A. Marin-Neto </p>
    <p>
      <italic>Divis&#227;o de Cardiologia, HC - FM - USP, Ribeir&#227;o Preto, SP, Brasil.</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Analisar o impacto dos diferentes crit&#233;rios de positividade utilizados na an&#225;lise do teste ergom&#233;trico convencional (TE) aplicado na estratifica&#231;&#227;o de risco (ER) ap&#243;s IAM sobre sua acur&#225;cia preditiva de eventos isqu&#234;micos no seguimento a longo prazo. </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Analisados 142 ptes consecutivos com IAM n&#227;o complicado (55&#177;11 anos, 80% masc., 68% tratados com tromb&#243;lise endovenosa). Submetidos durante a interna&#231;&#227;o hospitalar a TE limitado por frequ&#234;ncia card&#237;aca (10&#177;3 dias) cujos crit&#233;rios de positividade foram: 1. infradesn&#237;vel do segmento ST &#179; 1 mm, horizontal ou descendente; 2 angina; 3. queda da press&#227;o arterial no esfor&#231;o; 4. toler&#226;ncia de carga &lt; 6 METS; 5. arritmia ventricular complexa. O resultado global do teste e a presen&#231;a dos diferentes crit&#233;rios de positividade foram correlacionados com a ocorr&#234;ncia de eventos isqu&#234;micos no prazo m&#233;dio de seguimento de 25 meses: angina inst&#225;vel (20%), reinfarto (6%), morte card&#237;aca (6%). Utilizou-se o teste de Qui-quadrado para an&#225;lise estat&#237;stica com n&#237;vel de signific&#226;ncia p &lt; 0,05. </p>
    <p><bold>RESULTADOS: </bold>O TE foi positivo, pela evid&#234;ncia de qualquer crit&#233;rio, em 49% dos ptes. A tabela abaixo apresenta a correla&#231;&#227;o com a ocorr&#234;ncia de eventos conforme os crit&#233;rios de positividade observados: </p>
    <p>
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-70-02-0135-00013-e02.jpg"/></p>
    <p><bold>CONCLUS&#213;ES:</bold> Crit&#233;rios individuais de an&#225;lise do TE na avalia&#231;&#227;o de risco p&#243;s IAM podem apresentar diferen&#231;as significativas na acur&#225;cia preditiva de eventos. O par&#226;metro vinculado &#224; disfun&#231;&#227;o ventricular apresentou rendimento superior aos demais na casu&#237;stica estudada. </p>
    <p>
      <bold>O Teste Ergom&#233;trico Convencional &#233; Capaz de Identificar Portadores de Coronariopatia Multiarterial em Sobreviventes ao Infarto Agudo do Mioc&#225;rdio na Era Trombol&#237;tica?</bold>
    </p>
    <p>Renato B. P. Castro, Marcus V. Sim&#245;es, Rog&#233;rio T. Tumelero, Elias M. Ayres-Neto, Jos&#233; L. Attab-Santos, Andr&#233;-Santos, Andr&#233; Schmidt, Benedito C. Maciel, Jos&#233; A. Marin-Neto </p>
    <p>
      <italic>Divis&#227;o de Cardiologia, HC - F M - USP, Ribeir&#227;o Preto, SP, Brasil.</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Investigar a acur&#225;cia do teste ergom&#233;trico convencional (TE) aplicado na estratifica&#231;&#227;o de risco ap&#243;s IAM em detectar pacientes portadores de doen&#231;a arterial coron&#225;ria de m&#250;ltiplos vasos. </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Analisados 142 ptes consecutivos com IAM n&#227;o complicado (55&#177;11 anos, 80% masc., 68% tratados com tromb&#243;lise endovenosa). Submetidos durante a interna&#231;&#227;o hospitalar a TE limitado por frequ&#234;ncia card&#237;aca (10&#177;3 dias) cujo crit&#233;rio de positividade foi a ocorr&#234;ncia de pelo menos um dos seguintes: 1. infradesn&#237;vel do segmento ST &#179; 1 mm, horizontal ou descendente; 2 angina; 3. queda da press&#227;o arterial no esfor&#231;o; 4. toler&#226;ncia de carga &lt; 6 METS; 5. arritmia ventricular complexa. No estudo cinecoronariogr&#225;fico realizado antes da alta hospitalar ou no intervalo de 30 dias ap&#243;s, foram consideradas significativas as les&#245;es cousando redu&#231;&#227;o do di&#226;metro luminal &#179; 50%. Para an&#225;lise estat&#237;stica o resultado do TE foi correlacionado com a extens&#227;o do acometimento arterial coron&#225;rio mediante uso do teste de Qui-quadrado. </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> O TE foi positivo em 49% dos ptes. Doen&#231;a coron&#225;ria uniarterial foi identificada em 57 ptes (41%), biarterial em 33 (23%), multiarterial 16 (11%). A correla&#231;&#227;o entre os resultados &#233; resumida abaixo: </p>
    <p>
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-70-02-0135-00013-e03.jpg"/></p>
    <p><bold>COMENT&#193;RIOS E CONCLUS&#213;ES:</bold> O teste egom&#233;trico apresentou forte tend&#234;ncia de correla&#231;&#227;o com a extens&#227;o do acometimento arterial coron&#225;rio, exibindo uma satisfat&#243;ria sensibilidade e alto valor preditivo negativo na detec&#231;&#227;o de coronariopatia multiarterial. </p>
    <p>
      <bold>An&#225;lise Comparativa Entre Teste Ergom&#233;trico Precoce e a Cinecoronariografia na Estratifica&#231;&#227;o de Risco ap&#243;s Infarto Agudo do Mioc&#225;rdio N&#227;o Complicado na Era Trombol&#237;tica.</bold>
    </p>
    <p>Marcus V. Sim&#245;es, Renato B. Pereira de Castro, Elias Melo Ayres-Neto, Jos&#233; L. Attab-Santos, Benedito C. Maciel, Rog&#233;rio T. Tumelero, Andr&#233; Schmidt, Jos&#233; A. Marin-Neto. </p>
    <p>
      <italic>Divis&#227;o de Cardiologia, HC-FMRP-USP.</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Parece reduzida a capacidade de detec&#231;&#227;o eletrocardiaogr&#225;fica de isquemia mioc&#225;rdica nos pacientes p&#243;s-IAM com uso de tromb&#243;lise qu&#237;mica (TQ). A ocorr&#234;ncia de acometimento coronariano multivascular tamb&#233;m &#233; menor do que o observado na era pr&#233;-tromb&#243;lise. Intenta-se aquilatar o poder progn&#243;stico do teste ergom&#233;trico subm&#225;ximo precoce (TESP) e da cinecoronariografia (CC) neste contexto. </p>
    <p><bold>CASU&#205;STICA E M&#201;TODOS:</bold> 142 ptes consecutivos com IAM n&#227;o complicado (55&#177;11 anos), tendo 68% destes recebido TQ. No prazo m&#233;dio de 10 dias (extremos de 5 a 17), foram submetidos a TESP, sendo crit&#233;rios de positividade: infradesn&#237;vel do segmento ST horizontal (&#179;1mm) ou descendente, desencadeamento de angina, incapacidade de atingir 6 METS de esfor&#231;o. &#192; CC foram consideradas significativas as les&#245;es acometendo &#179; 50% do di&#226;metro luminal. Procedeu-se a an&#225;lise correlativa do resultado dos exames com os eventos isqu&#234;micos ocorridos em per&#237;odo m&#233;dio de 25 meses de seguimento: angina inst&#225;vel (20%), reinfarto (6%), morte de causa card&#237;aca (6%). </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> Curvas de sobrevida livre de eventos de Kaplan-Meyer, conforme resultado da CC e TESP. </p>
    <p>
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-70-02-0135-00013-e04.jpg"/></p>
    <p>O TESP foi positivo em 69 ptes (49%), tendo obtido um tempo de sobrevida livre de eventos (TSLE) de 43&#177;3 m e 46&#177;3 m para o TESP positivo e negativo, respectivamente (p=0,48). A detec&#231;&#227;o de acometimento de &#179; 2 vasos &#224; CC ocorreu em 49 ptes (34%), tendo-se correlacionou-se com TSLE=37&#177;4 m, estatisticamente menor que os pacientes exibindo acometimento de 0-1 vaso (93 ptes, 66%), que foi de 48&#177;2 m - (p = 0,007). O acometimento multiarterial &#224; CC identificou corretamente 18 (51%) dos ptes que vieram a apresentar eventos (VP+=37%; VP-=82%). </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> O TESP usado para estratifica&#231;&#227;o progn&#243;stica contribui pouco, comparativamente &#224; CC, para predi&#231;&#227;o de eventos isqu&#234;micos em popula&#231;&#227;o p&#243;s-IAM em que se une rotineiramente TQ. </p>
    <p>
      <bold>Avalia&#231;&#227;o de M&#233;todos de Predi&#231;&#227;o da Capacidade Aer&#243;bia M&#225;xima Obtida Atrav&#233;s de Teste Ergom&#233;trico em Esteira Rolante</bold>
    </p>
    <p>Barbara M. Dur&#227;o, Graciema S. Porph&#237;rio, Oswaldo C. A. Andrade, Andr&#233; S. F. Serra, Luciano Loos, Salvador M. Serra. </p>
    <p>
      <italic>Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro / R.J.</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Identificar o m&#233;todo mais adequado na estimativa da capacidade aer&#243;bia m&#225;xima (VO2 m&#225;x), possibilitando a realiza&#231;&#227;o de teste ergom&#233;trico m&#225;ximo (TE. m&#225;x) no tempo idealmente preconizado de 8 a 12 minutos. </p>
    <p><bold>MATERIAL E M&#201;TODO:</bold> 18 indiv&#237;duos saud&#225;veis (44% masc.; 39 anos +/- 8) foram submetidos a 2 TE m&#225;x em esteira rolante utilizando-se protocolos de Bruce e Rampa, estimando-se o VO2 alca&#231;ado atrav&#233;s das equa&#231;&#245;es do "American College of Sports Medicine". Previamente foram aplicados 2 question&#225;rios (VSAQ e Duke) e 2 equa&#231;&#245;es (Jones e Froelicher) objetivando a predi&#231;&#227;o daqueles valores. </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> Em ml O2 / Kg / min; Bruce: 41,7+/-5,5 e Rampa: 42,9+/-5,7 (NS). Comparados aos valores preditos: VSAQ: 42,7 +/-4,6 (NS); Duke: 33,4+/-1,9 (p&lt;0,0001); Jones: 35,7+/-4,6 (p&lt;0,002); Froelicher: 34,3+/-5,1 (p&lt;0,0001). </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> A aplica&#231;&#227;o do question&#225;rio VSAQ mostrou ser o &#250;nico m&#233;todo eficiente em predizer a capacidade aer&#243;bia m&#225;xima avaliada atrav&#233;s de teste ergom&#233;trico em esteira rolante. </p>
    <p>
      <bold>Rampa sob Controle Manual: Alternativa de Protocolo Individualizado para Teste Ergom&#233;trico</bold>
    </p>
    <p>Barbara M. Dur&#227;o, Graciema S. Porph&#237;rio, Oswaldo C. A. Andrade, Andr&#233; S.F. Serra, Luciano Loos, Salvador M. Serra </p>
    <p>
      <italic>Instituto Estadual de Cardiologia Aloysio de Castro / R.J.</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Possibilitar a aplica&#231;&#227;o de protocolo de rampa por laborat&#243;rios de ergometria que n&#227;o disponham de equipamentos computadorizados espec&#237;ficos. </p>
    <p><bold>MATERIAL E M&#201;TODOS:</bold> 18 indiv&#237;duos saud&#225;veis (44% masc., 39 anos +/- 8) foram submetidos a 2 testes ergom&#233;tricos (TE) utilizando alternadamente protocolo de Bruce e Rampa sob controle manual denominado "de Castro", sendo este selecionado entre 6 op&#231;&#245;es baseadas no VO2 m&#225;ximo estimado atrav&#233;s de aplica&#231;&#227;o de question&#225;rio. O VO2, para ambos os protocolos, foi calculado pelas equa&#231;&#245;es do "American College of Sports Medicine". O tempo alvo de exerc&#237;cio foi de 8 a 12 minutos. Todos os TE foram aplicados pelos mesmos profissionais e equipamentos no mesmo hor&#225;rio da manh&#227; e no per&#237;odo de 7 dias. </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> 100% dos indiv&#237;duos conclu&#237;ram ambos os protocolos a n&#237;vel m&#225;ximo. Foi observado para o protocolo de Bruce e Rampa manual "de Castro", respectivamente: toler&#226;ncia em METS: 11,9+/-1,6 e 12+/-1,6 (NS); tempo em minutos: 11,4+/-1,8 e 12+/-1,8 (p=0,002); FC (bpm) 181+/-14 e 180+/-15 (NS); duplo produto m&#225;ximo: 31161+/-6746 e 28185+/-6236 (p=0,002); escala de Borg (aos 7 METS): 2,8+/-1,9 e 3,6+/-1,8 (p=0,009). Ao t&#233;rmino do TE 16 indiv&#237;duos (89%) referiram melhor adapta&#231;&#227;o ao protocolo de Rampa manual "de Castro". </p>
    <p><bold>CONCLUS&#213;ES:</bold> 1. O protocolo de Rampa &#233; pass&#237;vel de aplica&#231;&#227;o sob controle manual; 2. Os valores de VO2 m&#225;ximo estimados por question&#225;rio foram equivalentes aos obtidos no teste ergom&#233;trico; 3. A toler&#226;ncia e a frequ&#234;ncia card&#237;aca m&#225;ximas foram semelhantes em ambos os protocolos; 4. O protocolo de Bruce determinou maior duplo produto &#224;s custas de n&#237;veis mais elevados de press&#227;o arterial sist&#243;lica; 5. Embora a sensa&#231;&#227;o de cansa&#231;o a n&#237;vel subm&#225;ximo tenha sido menor durante o protocolo de Bruce, houve melhor adapta&#231;&#227;o com o protocolo de Rampa manual "de Castro". </p>
    <p>
      <bold>Respostas Cardiorespirat&#243;rias ap&#243;s Transplante Card&#237;aco em Exerc&#237;cios Leves a Moderados.</bold>
    </p>
    <p>Ana Salles, Japy Oliveira F&#186;, Turibio Barros, Dirceu Almeida, Antonio Carlos Carvalho, Yara Juliano, Enio Buffolo, Dirceu Santos F&#186;. </p>
    <p>
      <italic>UNIFESP - Escola Paulista de Medicina - SP</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Avaliar as respostas de pacientes (pt) com transplante card&#237;aco (TXC) durante exerc&#237;cios leves a moderados (at&#233; 5 MET, 17,5 ml O<sub>2</sub> / Kg/min). </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Submeteram-se a testes ergoespirom&#233;tricos (TEE) 9 pt com TXC (GI) pareados por sexo, idade, peso e altura a 9 indiv&#237;duos sedent&#225;rios aprarentemente sadios (GII). Os pt eram homens, com 48 &#177; 12 anos, em TFI (NYHA), ap&#243;s 23 &#177; 21 meses de TXC. TEE foram realizados em cicloerg&#244;metro com incrementos de 5W / min at&#233; a exaust&#227;o, ap&#243;s est&#225;gio incial de 3 min a 25 W. Consumo de O<sub>2</sub> foi feito em sistema metab&#243;lico VACUMED e an&#225;lise estat&#237;stica pelo teste de Mann - Whitney (P&#163;0,05). </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> Em pot&#234;ncia de 40 W, (abaixo do LA) correspondente a exerc&#237;cios leves a moderados, as vari&#225;veis cardiorrespirat&#243;rias apresentam, respectivamente, nos grupos I e II os seguintes valores: VO<sub>2</sub> (ml O<sub>2</sub> Kg/min), 12,34 x 12,38 (NS); VE BTPS, (1/min) 29,28 x 25,40 (NS); VE O<sub>2</sub>, 32,60 x 28,85 (NS); VE CO<sub>2</sub>, 37,58 x 38,84 (NS); FC (bpm), 119 x 114 (NS); tempo de endurance (min) 3 x 3 (NS); Pot&#234;ncia (W) 40 x 40 (NS). No limiar anaer&#243;bio, foram significativos apenas as diferen&#231;as relativas, ao VO<sub>2</sub>, Pot&#234;ncia e tempo de endurance, respectivamente nos grupos I e II; 14,22 x 19,51 * ml O<sub>2</sub> Kg/min; 5 x 9 * min; 51 x 76 * W. </p>
    <p><bold>CONCLUS&#213;ES:</bold> Os autores conclu&#237;ram que em pot&#234;ncia de 40W o desempenho dos pt TXC foi semelhante aos pares normais, evidenciando os benef&#237;cios do TXC durante atividades f&#237;sicas habituais. </p>
    <p>
      <bold>Teste Ergom&#233;trico Sintoma Limitante Precoce P&#243;s-Infarto: Valor do Tempo de Endurance.</bold>
    </p>
    <p>Wagner Leite, Luciano Vacanti, Antonio C. Carvalho, Jos&#233; E. Grecco, Orlando Campos F&#186;, Dirceu Santos F&#186;, Japy Oliveira F&#186;. </p>
    <p>
      <italic>UNIFESP - Escola Paulista de Medicina - SP</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Verificar o valor de tempo de endurance (T. End.) no teste ergom&#233;trico (TE) como indicativo do risco potencial, em s&#233;rie de paciente (pt) consecutivos p&#243;s-infarto do mioc&#225;rdio (IAM), de boa evolu&#231;&#227;o cl&#237;nica, FE&gt;0,50 (ecocardiograma), na fase pr&#233;-alta hospitalar. </p>
    <p><bold>MATERIAL E M&#201;TODOS:</bold> 60 pt p&#243;s-IAM realizaram TE, cinecoronariografia (cine) e holter 24 hs (H-24). Os pt eram 46 homens, 50&#177;20 anos, sendo 35 trombolisados (SK) e 25 IAM anterior sem contra indica&#231;&#245;es para TE. TE foi sintoma limitante, 12 deriva&#231;&#245;es em protocolo de Naughton. </p>
    <p><bold>CRIT&#201;RIOS:</bold> TE (consenso S.B.C.); les&#245;es obstrutivas cr&#237;ticas (LOC) (&gt; 70% luz arterial), T. End. baixo (&lt;15 min. &lt; 6 mets), signific&#226;ncia estat&#237;stica (P &lt; 0,05). </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> TE realizaram-se sem acidentes, sendo 45% anormais e 20% isqu&#234;micos. No H-24, detectaram-se arritmias ventriculares em 83% (30% arritmias complexas). Na cine, houve, 35% de pt com LOC multiarteriais e 40% de pt com LOC uni-arterial. Nos TE de baixo T End. (n=23), ocorreram 8 TE isqu&#234;micos (35%), 20 TE anormais (87%), 12 pt com LOC multiarteriais (52%); nos TE com T End. normal ocorreram 6 TE isqu&#234;micos (16%), 10 TE anormais (27%) e 9 LOC multiarteriais (24%), sendo estas diferen&#231;as significativas. N&#227;o houve diferen&#231;a significativa quanto a presen&#231;a de arritmias complexas em TE com T End baixo ou normal. </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> Os autores destacam o valor do tempo de endurance como vari&#225;vel indicativa de potencial de risco em pt de boa evolu&#231;&#227;o p&#243;s-IAM pr&#233; alta hospitalar. </p>
    <p>
      <bold>Freq&#252;&#234;ncia Card&#237;aca no Limiar Anaer&#243;bio em Insufici&#234;ncia Card&#237;aca</bold>
    </p>
    <p>Japy Oliveira F&#186;, Xiomara Salvetti, Dirceu Almeida, Ana Salles, Fernando Torres, Turibio Barros, Antonio Silva, Dirceu Santos F&#186;. </p>
    <p>
      <italic>UNIFESP - Escola Paulista de Medicina - S&#227;o Paulo</italic>
    </p>
    <p><bold>OBJETIVO:</bold> Avalia&#231;&#227;o da freq&#252;&#234;ncia card&#237;aca (FC) no limiar anaer&#243;bio (LA) em pacientes (pt) com insufici&#234;ncia card&#237;aca compensada (ICCo). </p>
    <p><bold>CASU&#205;STICA:</bold> 18 pt, 46 &#177; 8 anos, 13 homens, com doen&#231;a coron&#225;ria (10 pt), cardiomiopatia dilatada (3 pt) e doen&#231;a de Chagas (5 pt), em tipo funcional (NYHA) 1 (2 pt), III (3 pt), IV (7 pt), em uso de digital, diur&#233;ticos e inibidores da (ECA). </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Teste ergoespirom&#233;trico (TEE) em protocolo de rampa, em cicloerg&#244;metro (aquecimento 25 W, 3 min; acr&#233;scimo 5 W / min) dob monitoriza&#231;&#227;o (CM5), com medida das vari&#225;veis em circuito aberto, em sistema metab&#243;lico Vista CX - VACUMED, com medidas cada 15 segundos (Programa Turbofit); eletrocardiograma convencional (ECG) em repouso. </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> TEE ocorreram sem intercorr&#234;ncias interrompidos por exaust&#227;o em todos os casos. Vari&#225;veis aferidas: VO<sub>2</sub> pico 17 &#177; 4 m1O<sub>2</sub> / Kg / min; LA 11 &#177; 2,5; FC pico 141 &#177; 24; FC LA 122 &#177; 16; FC controle (TEE) 87 &#177; 21; FC (ECG) 91 &#177; 4; LA / VO<sub>2</sub> pico 67 &#177; 11; FC LA/FC 0,87 &#177; 0,07. Os coeficientes para a f&#243;rmula de Karvonem para treinamento f&#237;sico no LA foram de 0,88 &#177; 0,07 (FC ECG), 0,80 &#177; 0,18 (FC controle TEE). </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> Os autores relatam valores elevados para FC LA em rela&#231;&#227;o ao FC pico em pt portadores de ICCo com n&#237;veis vari&#225;veis entre 75 a 98%. </p>
    <p>
      <bold>Correla&#231;&#227;o Clinica-Eletrocardiogr&#225;fica-Radiol&#243;gica e Ergom&#233;trica de Hipertensos Portadores de Precordialgia em Rib. Preto - SP</bold>
    </p>
    <p>Cesarino, E.J.; Roselino, F.J.V.; Viana, L.A.L.; Lanchoti, V.L. </p>
    <p>
      <italic>Associa&#231;&#227;o Ribeir&#227;opretana de Ensino, Pesquisa e Assist&#234;ncia ao Hipertenso; SMS-Rib. Preto e FCFRP-USP.</italic>
    </p>
    <p>O objetivo do trabalho foi correlacionar as caracter&#237;sticas clinicas com os achados do eletrocardiograma, RX de T&#243;rax PA e teste ergom&#233;trico de hipertensos com hist&#243;ria de precordialgia. </p>
    <p>No per&#237;odo de fev. 90 a fev. 92 foram acompanhados 564 indiv&#237;duos hipertensos, sendo 312 mulheres (55,31%); 77 (13,65%) referiam precordialgia na 1&#170; consulta, sendo 62 (80,51%) mulheres, a idade variou de 28 a 84 anos (m&#233;dia 53,2 anos); 52 indiv&#237;duos (67,53%) tinham antec. familiar de infarto do mioc&#225;rdio; 19 (24,67%) diab&#233;ticos e 24 (31,16%) fumantes. O ECG revelou alt. repolariza&#231;&#227;o ventricular em 36 indiv&#237;duos (46,75%); &#225;rea inativa em 10 (12,98%) e sobrecarga de c&#226;mara em 16 (20,77%). O RX revelou cardiomegalia em 28 indiv&#237;duos (36,36%). O teste ergom&#233;trico revelou desn&#237;vel do segmento ST compat&#237;vel com resposta isqu&#234;mica em 10 (12,98%) e dor durante o esfor&#231;o em 6 (7,79%), presen&#231;a de resposta hiperreatora da press&#227;o arterial sist&#243;lica e/ou diast&#243;lica em 35 indiv&#237;duos (45,45%). </p>
    <p>Conclui-se que houve predom&#237;nio de mulheres hipertensas referindo percordialgia com diversas altera&#231;&#245;es eletrocardiogr&#225;ficas e radiol&#243;gicas, com baixa ocorr&#234;ncia de sinais eletrocardiogr&#225;ficos sugestivos de resposta isqu&#234;mica do mioc&#225;rdio na prova de esfor&#231;o. Apesar da importante frequ&#234;ncia de fatores de risco coron&#225;rios nestes pacientes, o teste ergom&#233;trico conseguiu reproduzir a dor precordial em pequeno n&#186; de indiv&#237;duos. </p>
    <p>
      <bold>An&#225;lise do Comportamento da Frequ&#234;ncia Card&#237;aca na Fase de Recupera&#231;&#227;o de Provas Cicloergom&#233;tricas como Prov&#225;vel Indicativo de Capacidade F&#237;sica Funcional</bold>
    </p>
    <p>Cesarino, E.J.; Vichi, F.L.; Franco, M.A.P.; Lanchoti V.L. </p>
    <p>
      <italic>Departamentos de Clinica M&#233;dica e Matem&#225;tica aplicada a Biologia da FMRP-USP e FCFRP-USP.</italic>
    </p>
    <p>O objetivo deste estudo consistia na observa&#231;&#227;o do comportamento da frequ&#234;ncia card&#237;aca (FC) durante a fase de recupera&#231;&#227;o de testes cicloergom&#233;tricos convencionais em indiv&#237;duos sedent&#225;rios e atletas. </p>
    <p>O material e m&#233;todo utilizado foram 20 indiv&#237;duos sedent&#225;rios (Grupo I) e 20 atletas (Grupo II), sendo estes &#250;ltimos constitu&#237;dos por 7 futebolistas profissionais e 13 basquetebolistas, do sexo masculino, n&#227;o fumantes, n&#227;o obesos, sem evid&#234;ncia de cardiopatias, assintomaticos, sem uso de drogas de a&#231;&#227;o cardiovascular, volunt&#225;rios, com idade de 18 a 31 anos (m&#233;dia: 23, 35 anos, DP: 3,8). O teste cicloergom&#233;trico foi cont&#237;nuo com cargas progressivas, subm&#225;ximo, para que todos interrompessem o teste numa FC semelhante, usando a deriva&#231;&#227;o MC5 e o protocolo de Astrand-Ryhming. A FC foi obtida a partir da m&#233;dia das medidas de 3 intervalos RR antes, durante e ap&#243;s o esfor&#231;o nos tempos 30 seg., 1 min., 2 min., 4 min., 6 min., 8 min. e 10 min. A FC de repouso foi inferior no grupo II (p=0,05); a dura&#231;&#227;o do esfor&#231;o maior no grupo II (p&lt;0,001); consumo indireto de oxig&#234;nio maior no grupo II (P=0,002); a FC teve menor incremento durante o esfor&#231;o e decr&#233;scimo mais r&#225;pido na fase de recupera&#231;&#227;o no grupo II. </p>
    <p>Conclui-se que o comportamento da FC na fase de recupera&#231;&#227;o de provas cicloergom&#233;tricas convencionais pode constituir num indicativo adicional de capacidade f&#237;sica funcional. </p>
    <p>
      <bold>Teste Din&#226;mico Versus Teste Est&#225;tico: Compara&#231;&#227;o das Vari&#225;veis Hemodin&#226;micas e Metab&#243;licas.</bold>
    </p>
    <p>Jos&#233; A. Caldas Teixeira, Washington B. Ara&#250;jo, Jo&#227;o Alexandre R. Assad, Suely C. Soares </p>
    <p>
      <italic>UFF/FITCENTER/CARDIOLAB.</italic>
    </p>
    <p>O objetivo do estudo foi comparar as vari&#225;veis hemodin&#226;micas m&#225;ximas e algumas metab&#243;licas entre um teste ergom&#233;trico (TE) din&#226;mico m&#225;ximo, com um exerc&#237;cio est&#225;tico (EE) m&#225;ximo utilizando grupamentos musculares equivalentes. </p>
    <p><bold>MATERIAL E M&#201;TODOS:</bold> Foi utilizado um TE sintoma limitante em esteira pelo protocolo de Bruce e um isoerg&#244;metro de membros inferiores para uma extens&#227;o est&#225;tica sustentada de ambas as pernas (EESAP). A EESAP foi realizada a 50% da FMV (for&#231;a m&#225;xima volunt&#225;ria) em posi&#231;&#227;o supina durante 1 minuto ou at&#233; a fadiga. As vari&#225;veis analisadas foram freq&#252;&#234;ncia card&#237;aca (FC), TA Sist&#243;lica (PAS)., PA Diast&#243;lica (PAD)., duplo produto (DP), consumo mioc&#225;rdio de Oxig&#234;nio (MVO2), Delta PAS., Delta PAD. A amostra constou de 18 indiv&#237;duos com idade m&#233;dia 50,9 anos (+- 10,8), sexo masc. Massa corporal de 70 Kg (+- 10,3), estatura 1,69m (+-0,9). VO2 Mx. em esteira 43,9 (+- 5,9), FMV na EESAP de 58,7 Kg, com 50% 29,3 Kg (x 2,5 Kg). </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> p&lt;0,05, valores m&#233;dios e desvio padr&#227;o. </p>
    <p>
      <graphic xlink:href="1678-4170-abc-70-02-0135-00013-e05.jpg"/></p>
    <p><bold>CONCLUS&#213;ES:</bold> 1) Maior resposta press&#243;rica no Exerc&#237;cio Est&#225;tico (EE), tanto da PA Sist. (11,6%), quanto da PA Diast. que foi 59,2% maior. 2) Maior resposta cronotr&#243;pica no TE, com o EE atingido somente 85,8% em rela&#231;&#227;o ao din&#226;mico. 3) Os par&#226;metros metab&#243;licos que retratam o estresse mioc&#225;rdico e seu consumo de O2 n&#227;o mostram diferen&#231;a significativa. </p>
    <p>
      <bold>Papel do Teste Ergom&#233;trico Precoce na Avalia&#231;&#227;o de Pacientes com Dor Tor&#225;cica na Sala de Emerg&#234;ncia</bold>
    </p>
    <p>Renato Macaciel, Roberto Bassan, Ricardo Viv&#225;cqua, Salvador Serra, Marcelo Miranda, Augusta Leite, em nome dos investigadores do Projeto Dor Tor&#225;cica </p>
    <p><bold>FUNDAMENTO:</bold> Muitos pacientes (pts) antendidos com Dor Tor&#225;cica (DT) na Sala de Emerg&#234;ncia (SE), recebem alta sem um diagn&#243;stico, e sem uma estratifica&#231;&#227;o de risco. </p>
    <p><bold>OBJETIVOS: </bold>1- Estabelecer a acur&#225;cia diagn&#243;stica do Teste Ergom&#233;trico (TE) precoce para avalia&#231;&#227;o de pts admitidos na SE com DT e suspeita de Insufici&#234;ncia Coronariana Aguda (ICA). </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS: </bold>Estudo prospectivo com 136 pts consecutivos, idade = 59,4&#177;15,7; H = 64.7% Dt m&#233;dio = 3,8 h (in&#237;cio da DT - atendimento), com DT nas &#250;ltimas 12h. Atendidas na SE de um hospital emergencial, per&#237;odo nov 96/jan 97. Foram exclu&#237;dos pts com diagn&#243;stico de IAM, 26 pts (19.11%) e 110 pts eleg&#237;veis para o TE; 30 (22%) pts tiveram o diagn&#243;stico final de Angina Inst&#225;vel (AI) e 80 pts (58%) de aus&#234;ncia de ICA. O TE foi sintoma limitante, com protocolo de incrementados baixa carga. </p>
    <p><bold>RESULTADOS: </bold>Dos 110 pts eleg&#237;veis para o TE 19 pts (17.2%) realizaram o TE. Destes 05 pts tiveram o diagn&#243;stico cl&#237;nico pr&#233;-teste de AI e 4 tiveram TE positivo com tempo de chegada no hospital - realiza&#231;&#227;o do TE = 24.2 &#177; 14.7h. Dos 14 pts com diagn&#243;stico cl&#237;nico de aus&#234;ncia de ICA, nenhum teve TE positivo; tempo de chegada ao hospital e realiza&#231;&#227;o do TE (21,9 &#177; 19,4 h). N&#227;o ocorreram complica&#231;&#245;es com TE. </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O: </bold>1- O TE mostrou-se um m&#233;todo seguro na avalia&#231;&#227;o de pts com DT na Sala de Emerg&#234;ncia. 2- O TE mostrou elevada sensibilidade (80%) e excelente especificidade (100%), valor de previs&#227;o positivo (100%) e valor de precis&#227;o negativa (93%) para o diagn&#243;stico de AI e de aus&#234;ncia de ICA. </p>
    <p>
      <bold>Caracter&#237;sticas do Teste Ergom&#233;trico Precoce em Pacientes Atendidos na Sala de Emerg&#234;ncia com Dor Tor&#225;cica: Angina Inst&#225;vel vs Aus&#234;ncia de Insufici&#234;ncia Coronariana Aguda.</bold>
    </p>
    <p>Renato Macaciel, Roberto Bassan, Salvador Serra, Augusta Campos, Marcelo Miranda, Ricardo Viv&#225;cqua, em nome dos Investigadores do Projeto Dor Tor&#225;cica </p>
    <p>
      <italic>Hospital Pr&#243;-Card&#237;aco - Rio de Janeiro - RJ.</italic>
    </p>
    <p><bold>FUNDAMENTOS:</bold> Pacientes (pac) que s&#227;o diagnosticados como portadores de angina inst&#225;vel (AI), podem estabilizar rapidamente, ainda assim, torna-se imperativo determinar a presen&#231;a de isquemia residual. </p>
    <p><bold>OBJETIVOS:</bold> Avaliar a resposta ao esfor&#231;o de pac atendidos com Dor Tor&#225;cica (DT) e diagn&#243;stico cl&#237;nico pr&#233;-teste de AI vs aus&#234;ncia de insufici&#234;ncia coronariana aguda (ICA). </p>
    <p><bold>M&#201;TODOS:</bold> Estudo prospectivo com 136 pac consecutivos idade=59,4&#177;15,7, homens = 64,7%; Dt m&#233;dio de 3,8 h (inicio da DT - atendimento) com DT nas &#250;ltimas 12 h na SE deste hospital emergencial no per&#237;odo de 11/96 a 01/97. Foram exclu&#237;dos 26 pac com diagn&#243;stico de IAM, restando 110 eleg&#237;veis para o TE. Destes, 30 (27%) tiveram diagn&#243;stico cl&#237;nico final pr&#233;-teste de AI e 80 (73%) de aus&#234;ncia de (ICA). </p>
    <p><bold>RESULTADOS:</bold> Dos 110 pacientes pac eleg&#237;veis para o TE, 19 (17,2%) realizaram o teste. Destes, 5 tinham o diagn&#243;stico cl&#237;nico pr&#233;-teste de AI e 4 tiveram TE isqu&#234;mico, com tempo de chegada ao hospital e realiza&#231;&#227;o do TE=24,2&#177;14,7h. Tr&#234;s tiveram resposta hipertensiva. Dos 14 pac. com diagn&#243;stico cl&#237;nico pre-teste de aus&#234;ncia de ICA, nenhum teve TE positivo, com tempo de chegada ao hospital realiza&#231;&#227;o do TE=21,9&#177;19,4. Par&#226;metros avaliados: idade: AI=57,0&#177;2,8; aus&#234;ncia de ICA=47,1&#177;11,5. Interrup&#231;&#227;o do TE: AI= 2 c/ angor, 3 c/ cansa&#231;o; aus&#234;ncia de ICA= 13 c/ cansa&#231;o, 1 c/ dor MMII; toler&#226;ncia: AI=7,4 &#177; 3,9 METS; aus&#234;ncia de ICA=12,32 &#177; 3,0 (p=0,01). Duplo produto: AI=34420&#177;4624, aus&#234;ncia de ICA=30287 &#177; 6877 (NS). ECG de esfor&#231;o isqu&#234;mico: AI=60%, sem ICA=0. </p>
    <p><bold>CONCLUS&#213;ES:</bold> 1- Pac. com AI, assintom&#225;ticos h&#225; 24h podem ser submetidos a TE precoce. 2- A maioria destes pac apresenta isquemia ao esfor&#231;o e menor gasto cal&#243;rico (METS) em rela&#231;&#227;o aos pac sem ICA, mas alcan&#231;am adequado DP, principalmente, as custas da maior eleva&#231;&#227;o press&#243;rica; 3- O ECG de esfor&#231;o mostrou excelente especificidade para de Insufici&#234;ncia Coronariana Aguda. </p>
    <p>
      <bold>Preval&#234;ncia do Dist&#250;rbio do Ritmo em Atletas Competitivos Portadores de Prolapso de V&#225;lvula Mitral</bold>
    </p>
    <p>Nabil Ghorayeb, Giuseppe S. Dioguardi, Patr&#237;cia Smtih, Cl&#225;udio A. Baptista, Carlos C. Luiz, Luis E. Mastrocolla, Stella Grespan, Fel&#237;cio Savioli Neto, Michel Batlouni. </p>
    <p>Durante o per&#237;odo de janeiro a julho de 1997, 74 atletas competitivos, sendo 63 masculinos com idade entre 15 a 35 anos, foram examinados segundo o protocolo de avalia&#231;&#227;o cardiol&#243;gica de atletas que consiste em exame cl&#237;nico, laboratorial, eletrocardiograma (ECG) de repouso, teste ergom&#233;trico (TE), ecodopplercardiograma e eletrocardiograma (ECG) din&#226;mico de 24h nos casos com indica&#231;&#227;o. </p>
    <p>O prolapso de v&#225;lvula mitral (PVM) foi diagnosticado pelo ECO em 16 atletas sendo 12 masculinos, todos sem degenera&#231;&#227;o mixematosa ou anormalidades associadas. Desses apenas 04 atletas tinham dist&#250;rbios de ritmo: ESSV no ECG pr&#233;-teste em 01 atletas e ESV monom&#243;rficas isoladas durante o TE em 03. </p>
    <p>Nos atletas sem PM foram detectados dist&#250;rbio de ritmo, no TE 03 atletas foram detectados, 01 atleta com ESSV, 01 TPSV, 01 ESV e 01 com ritmo juncional no ECG de repouso. </p>
    <p>Em ambos os grupos os METS atingidos foram semelhantes (com PVM = 17 &#177; 2.0 e nos sem PVM = 18.5 &#177; 2.4). </p>
    <p><bold>CONCLUS&#195;O:</bold> N&#227;o houve diferen&#231;as estat&#237;sticas entre os dois grupos em rela&#231;&#227;o &#224;s complexidades das arritmias. </p>
  </body>
</article>
