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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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          <subject>Minieditorial</subject>
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        <article-title>O Sistema Adenosina como Alvo na Busca de uma Nova Classe de Anti-Hipertensivos</article-title>
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          <institution content-type="orgname">Universidade Estadual Paulista J&#250;lio de Mesquita Filho Campus de Botucatu</institution>
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        <corresp id="c1"><bold>Correspond&#234;ncia: Roberto Jorge da Silva Franco &#8226;</bold> Universidade Estadual Paulista J&#250;lio de Mesquita Filho C&#226;mpus de Botucatu Faculdade de Medicina &#8211; Av. Professor Montenegro, s/n. CEP 18618-687, Botucatu, SP &#8211; Brasil E-mail: <email>roberto.js.franco@unesp.br</email> </corresp>
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        <title>Palavras-chave</title>
        <kwd>Doen&#231;as Cardiovasculares/complica&#231;&#245;es</kwd>
        <kwd>Mortalidade</kwd>
        <kwd>Anti-Hipertensivos</kwd>
        <kwd>Hipertens&#227;o</kwd>
        <kwd>Adenosina</kwd>
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    <p>As complica&#231;&#245;es cardiovasculares (CV) s&#227;o um dos principais fatores de mortalidade precoce no atual cen&#225;rio mundial e tornaram-se grande desafio na busca do controle de sua ascens&#227;o tanto nos pa&#237;ses em desenvolvimento quanto nos desenvolvidos. Tornou-se assim de imensa import&#226;ncia procurar diferentes possibilidades terap&#234;uticas e tratamentos para o crescente fardo das doen&#231;as CVs. Os receptores de adenosina (AR) podem ser uma ferramenta inovadora de escolha na compreens&#227;o do mecanismo de sinaliza&#231;&#227;o que pode levar &#224;s complica&#231;&#245;es CVs.</p>
    <p>A media&#231;&#227;o da adenosina envolve a ativa&#231;&#227;o de uma fam&#237;lia de quatro AR acoplados &#224; prote&#237;na G: A1, A2A, A2B e A3. O A3AR &#233; o &#250;nico subtipo de adenosina a ser super-expresso em c&#233;lulas inflamat&#243;rias e cancer&#237;genas, tornando-se assim um alvo potencial para terapia. A3AR apresentou uma natureza dupla sob diferentes condi&#231;&#245;es fisiopatol&#243;gicas e pode ser protetor/prejudicial em condi&#231;&#245;es isqu&#234;micas, pr&#243;/anti-inflamat&#243;rio e pr&#243;/antitumoral dependendo nos sistemas investigados. At&#233; recentemente, o maior e o desafio mais intrigante foi entender se, e em quais casos, agonistas A3 seletivos ou antagonistas seriam a melhor escolha.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
    <p>O nucleos&#237;deo purina adenosina foi identificado como um importante regulador local da fun&#231;&#227;o tecidual, particularmente quando o fornecimento de energia celular n&#227;o consegue atender o aumento das concentra&#231;&#245;es de adenosina sob condi&#231;&#245;es metab&#243;licas desfavor&#225;veis. A hip&#243;xia tecidual, por exemplo, leva a uma maior quebra de ATP e a um aumento da demanda de gera&#231;&#227;o de adenosina. Esses receptores diferem em 1) sua afinidade pela adenosina, 2) o tipo de prote&#237;nas G a ser recrutado e, finalmente, 3) as vias de sinaliza&#231;&#227;o a jusante ativadas nas c&#233;lulas-alvo. A1 e A3ARs inibem a regula&#231;&#227;o da atividade da adenil ciclase (AC), enquanto a ativa&#231;&#227;o dos subtipos A2A e A2BAR estimula AC, ao que leva a aumentos nos n&#237;veis de AMP c&#237;clico.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
    <p>Os ARs est&#227;o amplamente distribu&#237;dos por todo o corpo e o fato de estarem presentes basicamente em todas as c&#233;lulas principalmente nos vasos, pulm&#245;es, rins, cora&#231;&#227;o e partes do c&#233;rebro que torna um alvo interessante para interven&#231;&#227;o farmacol&#243;gica em muitas condi&#231;&#245;es fisiopatol&#243;gicas ligadas ao aumento n&#237;veis de adenosina. H&#225; evid&#234;ncias que os A3ARs melhoram a capacidade antioxidante celular, assim contribuindo para a vasoprote&#231;&#227;o e redu&#231;&#227;o da cardiopatia morte de mi&#243;citos e apoiando fortemente uma resposta cardioprotetora dependente de A3AR.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
    <p>Nesse n&#250;mero dos Arquivos Brasileiros de Cardiologia<sup><xref ref-type="bibr" rid="B2">2</xref></sup> foram avaliados novos compostos N-acilidrazona que atuam sobre o sistema adenosina, compostos contendo sel&#234;nio. Em particular, foi selecionado o LASSBio-2062 com a&#231;&#227;o agonista, vasodilatador potente atrav&#233;s da ativa&#231;&#227;o AR A3 e dos canais K.</p>
    <p>O LASSBio-2062 (30 &#956;mol/kg) reduziu a press&#227;o arterial m&#233;dia em ratos SHR de 124,6 &#177; 8,6 para 72,0 &#177; 12,3 mmHg (p &lt; 0,05). A ativa&#231;&#227;o do receptor de adenosina subtipo A3 e dos canais de pot&#225;ssio parece estar envolvida no efeito anti-hipertensivo do LASSBio-2062. Em conclus&#227;o o novo agonista do receptor de adenosina e ativador dos canais de pot&#225;ssio &#233; um potencial agente terap&#234;utico para o tratamento da hipertens&#227;o arterial sist&#234;mica.</p>
    <p>Entre as diversas fun&#231;&#245;es biol&#243;gicas promovidas pelo sel&#234;nio, tem sido descrita a a&#231;&#227;o antioxidante.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B3">3</xref></sup> A ativa&#231;&#227;o dos AR A3 influencia a atividade dos canais de K+, especialmente dos canais de pot&#225;ssio sens&#237;veis a ATP, podendo induzir sua abertura,<sup><xref ref-type="bibr" rid="B4">4</xref></sup> o que resulta em hiperpolariza&#231;&#227;o e consequente bloqueio dos canais de Ca<sup>2+</sup>. A redu&#231;&#227;o do influxo de c&#225;lcio leva &#224; menor concentra&#231;&#227;o intracelular de c&#225;lcio e resulta em vasodilata&#231;&#227;o.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B5">5</xref></sup></p>
    <p>A ocorr&#234;ncia de bradicardia ap&#243;s administra&#231;&#227;o intravenosa de LASSBio-2062 pode ser ben&#233;fica devido &#224; aus&#234;ncia das caracter&#237;sticas de taquicardia reflexa de muitos medicamentos vasodilatadores que, al&#233;m disso, causam reten&#231;&#227;o de volume necessitando associa&#231;&#227;o de betabloqueador e diur&#233;tico.</p>
    <p>Este estudo sugere que o sistema adenosina pode ser uma nova classe de anti-hipertensivos no arsenal de medicamentos no tratamento da hipertens&#227;o arterial. Um dos predicados para o benef&#237;cio dos anti-hipertensivos n&#227;o pode ser atribu&#237;do somente &#224; redu&#231;&#227;o da press&#227;o arterial. Devem ter tamb&#233;m efeitos pleiotr&#243;picos de prote&#231;&#227;o endotelial e de &#243;rg&#227;os alvo presente no LASSBio-2062<sup><xref ref-type="bibr" rid="B2">2</xref></sup> pelas suas caracter&#237;sticas antioxidantes, anti-inflamat&#243;rias e atenua&#231;&#227;o da aterosclerose.</p>
    <p>A maioria da a&#231;&#227;o dos anti-hipertensivos est&#227;o associado a bloqueio ou antagonismo dos sistemas hipertensores. Tentativas de vasodilata&#231;&#227;o foram feitas com agonistas da angiotensina 1-7<sup><xref ref-type="bibr" rid="B6">6</xref></sup> possivelmente alamandina compostos que se contrap&#245;em ao vasoconstritor angiotensina II. A&#231;&#227;o agonista do receptor de adenosina para promover vasodilata&#231;&#227;o e reduzir a press&#227;o arterial em humanos hipertensos &#233; um desafio do LASSBio-2062 para consolidar-se como nova classe de anti-hipertensivos.</p>
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        <p>Minieditorial referente ao artigo: Efeito Anti-Hipertensivo de Novos Agonistas do Receptor de Adenosina em Ratos Espontaneamente Hipertensos</p>
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      <title>Refer&#234;ncias</title>
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              <surname>Santos</surname>
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              <surname>Sinisterra</surname>
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          <article-title>Therapeutic uses for angiotensin</article-title>
          <source>Expert Opin Ther Pat</source>
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        <mixed-citation>5 Silva AM, Silva DP, Santos RA, Sinisterra RD. Therapeutic uses for angiotensin. Expert Opin Ther Pat. 2016;26(6):669-78. doi: 10.1080/13543776.2016/1179283.</mixed-citation>
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              <surname>Machado-Silva</surname>
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              <surname>Sinisterra</surname>
              <given-names>RD</given-names>
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          </person-group>
          <article-title>Therapeutic uses for angiotensin 1-7</article-title>
          <source>Expert Opin Therapeutic Patients</source>
          <year>2016</year>
          <volume>26</volume>
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          <fpage>669</fpage>
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          <pub-id pub-id-type="doi">10.1080/13543776.2016/117928</pub-id>
        </element-citation>
        <mixed-citation>6 Machado-Silva A, Passo-Silva D, Santos RA, Sinisterra RD. Therapeutic uses for angiotensin 1-7. Expert Opin Therapeutic Patients 2016, 26(6): 669-678.doi: 10.1080/13543776.2016/1179283</mixed-citation>
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          <subject>Short Editorial</subject>
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        <article-title>The Adenosine System as a Target in the Search for a New Class of Antihypertensives</article-title>
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          <contrib-id contrib-id-type="orcid">0000-0001-9787-4393</contrib-id>
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            <surname>Franco</surname>
            <given-names>Roberto Jorge da Silva</given-names>
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          <xref ref-type="aff" rid="aff2">
            <sup>1</sup>
          </xref>
          <xref ref-type="corresp" rid="c2"/>
        </contrib>
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          <label>1</label>
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            <named-content content-type="city">Botucatu</named-content>
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          <country country="BR">Brazil</country>
          <institution content-type="original">Universidade Estadual Paulista J&#250;lio de Mesquita Filho Campus de Botucatu Faculdade de Medicina, Botucatu, SP &#8211; Brazil</institution>
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        <corresp id="c2"><bold>Mailing Address: Roberto Jorge da Silva Franco &#8226;</bold> Universidade Estadual Paulista J&#250;lio de Mesquita Filho C&#226;mpus de Botucatu Faculdade de Medicina &#8211; Av. Professor Montenegro, s/n. Postal Code <postal-code>18618-687</postal-code>, Botucatu, SP &#8211; Brasil E-mail: <email>roberto.js.franco@unesp.br</email> </corresp>
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        <title>Keywords</title>
        <kwd>Cardiovascular Diseases/complications</kwd>
        <kwd>Mortality</kwd>
        <kwd>Antihypertensive Agents</kwd>
        <kwd>Hypertension</kwd>
        <kwd>Adenosine</kwd>
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    <body>
      <p>Cardiovascular (CV) complications are one of the main factors of early mortality in the current global scenario and have become a major challenge in the search to control their rise in both developing and developed countries. It has therefore become immensely important to look for different therapeutic possibilities and treatments for the growing burden of CV diseases. Adenosine receptors (AR) may be an innovative tool of choice in understanding the signaling mechanism that can lead to CV complications.</p>
      <p>Adenosine mediation involves the activation of a family of four G protein-coupled AR: A1, A2A, A2B, and A3. A3AR is the only adenosine subtype to be overexpressed in inflammatory and cancer cells, thus making it a potential target for therapy. A3AR showed a dual nature under different pathophysiological conditions and could be protective/harmful in ischemic conditions, pro/anti-inflammatory, and pro/antitumor depending on the systems investigated. Until recently, the biggest and most intriguing challenge was understanding whether, and in which cases, selective A3 agonists or antagonists would be the best choice.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
      <p>The purine nucleoside adenosine has been identified as an important local regulator of tissue function, particularly when cellular energy supply cannot meet increased adenosine concentrations under unfavorable metabolic conditions. Tissue hypoxia, for example, leads to greater ATP breakdown and increased demand for adenosine generation. These receptors differ in 1) their affinity for adenosine, 2) the type of G proteins to be recruited, and finally 3) the downstream signaling pathways activated in the target cells. A1 and A3ARs inhibit the regulation of adenyl cyclase (AC) activity, while activation of the A2A and A2BAR subtypes stimulates AC, which leads to increases in cyclic AMP levels.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
      <p>ARs are widely distributed throughout the body and the fact that they are present in basically all cells mainly in the vessels, lungs, kidneys, heart, and parts of the brain makes them an interesting target for pharmacological intervention in many pathophysiological conditions linked to increased adenosine levels. There is evidence that A3ARs improve cellular antioxidant capacity, thus contributing to vasoprotection and reduction of cardiac myocyte death and strongly supporting an A3AR1-dependent cardioprotective response.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
      <p>In that number of the <italic>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</italic><sup><xref ref-type="bibr" rid="B2">2</xref></sup> new N-acylhydrazone compounds that act on the adenosine system, compounds containing selenium, were evaluated. In particular, LASSBio-2062 was selected with agonist action, a potent vasodilator through the activation of A3 AR and K channels.</p>
      <p>LASSBio-2062 (30 &#956;mol/kg) reduced mean arterial pressure in SHR rats from 124.6 &#177; 8.6 to 72.0 &#177; 12.3 mmHg (p &lt; 0.05). Activation of the subtype A3 adenosine receptor and potassium channels appears to be involved in the antihypertensive effect of LASSBio-2062. In conclusion, the new adenosine receptor agonist and potassium channel activator is a potential therapeutic agent for the treatment of systemic arterial hypertension.</p>
      <p>Among the various biological functions promoted by selenium, antioxidant action has been described.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B3">3</xref></sup> The activation of adenosine A3 receptors influences the activity of K+ channels, especially ATP-sensitive potassium channels, which can induce their opening,<sup><xref ref-type="bibr" rid="B4">4</xref></sup> which results in hyperpolarization and consequent blockade of Ca<sub>2</sub>+ channels. Reduced calcium influx leads to lower intracellular calcium concentration and results in vasodilation.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B5">5</xref></sup></p>
      <p>The occurrence of bradycardia after intravenous administration of LASSBio-2062 may be beneficial due to the absence of the reflex tachycardia characteristics of many vasodilator medications which, in addition, cause volume retention requiring the association of beta-blockers and diuretics.</p>
      <p>This study suggests that the adenosine system may be a new class of antihypertensive drugs in the arsenal of medications for the treatment of high blood pressure. One of the predicates for the benefit of antihypertensives cannot be attributed solely to the reduction in blood pressure. They must also have pleiotropic effects of endothelial and target organ protection present in LASSBio-2062<sup><xref ref-type="bibr" rid="B2">2</xref></sup> due to their antioxidant, anti-inflammatory, and atherosclerosis attenuation characteristics.</p>
      <p>Most of the action of antihypertensives is associated with blockage or antagonism of hypertensive systems. Vasodilation attempts were made with angiotensin 1-7<sup><xref ref-type="bibr" rid="B6">6</xref></sup>agonists and possibly alamandine, compounds that oppose the vasoconstrictor angiotensin II. Adenosine receptor agonist action to promote vasodilation and reduce blood pressure in hypertensive humans is a challenge for LASSBio-2062 to consolidate itself as a new class of antihypertensives.</p>
    </body>
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          <p>Short Editorial related to the article: Role of Aortic Stiffness in Predicting Response to Phosphodiesterase-5 Inhibitors in the Treatment of Erectile Dysfunction</p>
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