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        <journal-title>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</journal-title>
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          <subject>Minieditorial</subject>
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        <article-title>O Eletrocardiograma na Popula&#231;&#227;o Pedi&#225;trica no S&#233;culo XXI. Como Continuar Evoluindo ap&#243;s 135 Anos de Hist&#243;ria da Descoberta do M&#233;todo</article-title>
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      <author-notes>
        <corresp id="c1"><bold>Correspond&#234;ncia: Rogerio Braga Andalaft</bold> &#8226; Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia &#8211; Eletrofisiologia &#8211; Av. Dante Pazzanese, 500. CEP <postal-code>04012-909</postal-code>, S&#227;o Paulo, SP &#8211; Brasil. E-mail: <email>rogeriobandalaft@gmail.com</email>, <email>andalaft@terra.com.br</email></corresp>
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        <title>Palavras-chave</title>
        <kwd>Eletrocardiograma</kwd>
        <kwd>Pediatria</kwd>
        <kwd>Crian&#231;as</kwd>
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    <p>O conhecimento do eletrocardiograma permanece em constante evolu&#231;&#227;o na pr&#225;tica m&#233;dica. As novas interfaces de correla&#231;&#227;o do eletrocardiograma com as imagens card&#237;acas e altera&#231;&#245;es funcionais do cora&#231;&#227;o propiciam o aumento da aplicabilidade do m&#233;todo. Entretanto, em crian&#231;as e adolescentes, a constante mudan&#231;a gerada pelo desenvolvimento corporal e funcional destes jovens, muitas vezes geram d&#250;vidas na interpreta&#231;&#227;o dos tra&#231;ados eletrocardiogr&#225;ficos mesmo nos profissionais mais experientes. Recentemente, dados importantes sobre a interpreta&#231;&#227;o do eletrocardiograma (ECG) foram amplamente revisados nas IV Diretrizes da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre An&#225;lise e Emiss&#227;o de Laudos Eletrocardiogr&#225;ficos publicada em 2022.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
    <p>Mas qual &#233; o papel do eletrocardiograma, em especial aplicado &#224; pediatria, no s&#233;culo XXI? O que &#233; normal para a crian&#231;a? Qual &#233; a preval&#234;ncia das altera&#231;&#245;es do eletrocardiograma em assintom&#225;ticos?</p>
    <p>Um estudo nacional utilizando o sistema de tele ECG na popula&#231;&#227;o pedi&#225;trica de 0 a 10 anos assintom&#225;ticos evidencia a presen&#231;a de altera&#231;&#245;es eletrocardiogr&#225;ficas com possibilidade de repercuss&#227;o cl&#237;nica. Foram avaliadas 3.139 crian&#231;as entre 0 e 10 anos assintom&#225;ticas e observamos a presen&#231;a de bloqueios atrioventriculares em 0,41% e 0,44% de s&#237;ndrome de pr&#233;-excita&#231;&#227;o ventricular. O intervalo QTC prolongado foi observado em 0,35% da popula&#231;&#227;o da popula&#231;&#227;o estudada.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B2">2</xref></sup> Durante o Congresso Europeu de Cardiologia em 2022 Fuziy et al. apresentaram dados de mais de 11.000 adolescentes assintom&#225;ticos tra&#231;ando o perfil eletrocardiogr&#225;fico destes jovens. Foi observado 0,5% de arritmias card&#237;acas sendo em sua maioria arritmias de origem atrial. Altera&#231;&#245;es eletrocardiogr&#225;ficas com risco de arritmias graves foram 0,13% de pr&#233;-excita&#231;&#227;o ventricular e altera&#231;&#245;es de repolarizac&#227;o incluindo QT prolongado em 1,8% da popula&#231;&#227;o.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B3">3</xref></sup></p>
    <p>O ECG tamb&#233;m &#233; fundamental durante a avalia&#231;&#227;o de emerg&#234;ncia da crian&#231;a nas unidades de pronto atendimento. Nestes casos a identifica&#231;&#227;o correta de um tra&#231;ado pode permitir o tratamento adequado e melhores resultados terap&#234;uticos.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B4">4</xref></sup> Em nosso meio, a Diretriz Brasileira de Arritmias Card&#237;acas em Crian&#231;as e Cardiopatias Cong&#234;nitas fornece um guia fundamental para abordagem dos dist&#250;rbios do ritmo nesta popula&#231;&#227;o.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B5">5</xref></sup></p>
    <p>Dados da tabela de Davignon, principalmente sobre a FC m&#233;dia para cada faixa et&#225;ria, podem estar certamente superestimados devido &#224;s t&#233;cnicas de fixa&#231;&#227;o dos eletrodos, choro, estresse de outra origem ou condi&#231;&#245;es cl&#237;nicas adversas que possam motivar a realiza&#231;&#227;o do ECG. A utiliza&#231;&#227;o da tabela de Davignon como refer&#234;ncia dos ECG normais de crian&#231;as &#233; baseada em levantamento de 2.141 crian&#231;as brancas sem altera&#231;&#245;es sintom&#225;ticas ou estruturais realizado na cidade de Quebec, no Canad&#225;, publicado em 1979. Assim, tra&#231;ar par&#226;metros de normalidade em crian&#231;as de outras etnias e fruto de miscigena&#231;&#227;o, podem evidenciar diferen&#231;as em rela&#231;&#227;o aos relatos iniciais de Davignon.</p>
    <p>A avalia&#231;&#227;o eletrocardiogr&#225;fica de rotina assim como o teste da satura&#231;&#227;o em neonatos poderia ser utilizada de rotina nos primeiros meses de vida com o intuito de detectar precocemente altera&#231;&#245;es eletrocardiogr&#225;ficas envolvidas na s&#237;ndrome de morte s&#250;bita no leito.</p>
    <p>O uso de dispositivos (rel&#243;gios e celulares) para detectar altera&#231;&#245;es do ritmo card&#237;aco nestes jovens tamb&#233;m vem ganhando volume na produ&#231;&#227;o cient&#237;fica mundial e podem ser aplicados &#224; diferentes faixas et&#225;rias, incluindo neonatos. As altera&#231;&#245;es de ritmo baseados na an&#225;lise do complexo QRS, mas n&#227;o na onda P, n&#227;o apresentam diferen&#231;as em rela&#231;&#227;o ao ECG para an&#225;lise de ritmo com uma factibilidade de realiza&#231;&#227;o de mais de 94%.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B6">6</xref></sup> As diferentes modalidades diagn&#243;sticas que utilizam o ECG como base (Holter, teste ergom&#233;trico, monitor de eventos, teste de inclina&#231;&#227;o e estudo eletrofisiol&#243;gico, por exemplo) est&#227;o em constate amplia&#231;&#227;o de indica&#231;&#245;es na popula&#231;&#227;o pedi&#225;trica e nas cardiopatias cong&#234;nitas.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B7">7</xref>,<xref ref-type="bibr" rid="B8">8</xref></sup></p>
    <p>Apesar da extrema import&#226;ncia da abordagem cl&#237;nica pura, esta muitas vezes n&#227;o permite ao m&#233;dico descartar altera&#231;&#245;es fenot&#237;picas el&#233;tricas que podem resultar em eventos cardiovasculares na inf&#226;ncia e adolesc&#234;ncia.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B9">9</xref></sup> Realizar um ECG como rotina na pr&#225;tica m&#233;dica permite identificar precocemente grande parte das canalopatias e tamb&#233;m descartar altera&#231;&#245;es que podem se agravar durante a pr&#225;tica esportiva, e atividades adren&#233;rgicas que podem colocar a vida destes indiv&#237;duos em risco. O ECG &#233; um m&#233;todo de triagem de baixo custo e ainda permite a profilaxia de eventos s&#250;bitos, partindo do diagn&#243;stico precoce, o que tem um forte impacto sobre a sa&#250;de de uma fam&#237;lia ou uma comunidade.</p>
    <p>Neste s&#233;culo, a utiliza&#231;&#227;o dos sistemas de telemedicina propicia o levantamento de grande n&#250;mero de exames em curto per&#237;odo e um retrato fidedigno dos padr&#245;es eletrocardiogr&#225;ficos normais e da densidade de altera&#231;&#245;es eletrocardiogr&#225;ficas assintom&#225;ticas na popula&#231;&#227;o pedi&#225;trica. O ECG, sem sombra de d&#250;vida, &#233; o m&#233;todo ideal de triagem em jovens para detec&#231;&#227;o de anormalidades el&#233;tricas e algumas altera&#231;&#245;es estruturais, pois possui r&#225;pida exequibilidade, baixo custo, amplo conhecimento t&#233;cnico divulgado, e acessibilidade nos diversos pontos de nosso pa&#237;s. Ainda, o acesso a centros especializados em laudos eletrocardiogr&#225;ficos poder&#225; detectar por meio da telemedicina altera&#231;&#245;es precoces em neonatos e lactentes, assim como condi&#231;&#245;es de risco na avalia&#231;&#227;o pr&#233;-pr&#225;tica esportiva. Em um pa&#237;s de dimens&#245;es continentais onde 65% dos munic&#237;pios de acesso mais remotos est&#227;o nas regi&#245;es norte e centro oeste do pa&#237;s, a telemedicina representa o encurtamento de dist&#226;ncia e principalmente a possibilidade de diagn&#243;sticos mais precoces e ajustes terap&#234;uticos mais adequados particularmente no que se refere as canalopatias na popula&#231;&#227;o pedi&#225;trica.</p>
    <p>Frente ao exposto podemos concluir que ap&#243;s mais de 100 anos de exist&#234;ncia o eletrocardiograma ainda n&#227;o atingiu seu &#225;pice, vem se expandindo em indica&#231;&#245;es e usos, mudando sua forma de an&#225;lise e ampliando seu uso em popula&#231;&#245;es especificas.</p>
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        <p>Minieditorial referente ao artigo: Avalia&#231;&#227;o Eletrocardiogr&#225;fica de Rec&#233;m-Nascidos Normais na Primeira Semana de Vida &#8211; Estudo Observacional</p>
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      <title>Refer&#234;ncias</title>
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          <article-title>Diretriz da Sociedade Brasileira de Cardiologia sobre a An&#225;lise e Emiss&#227;o de Laudos Eletrocardiogr&#225;ficos &#8211; 2022</article-title>
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          <comment>ESC. Epub ahead of print</comment>
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          <subject>Short Editorial</subject>
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        <article-title>The Electrocardiogram in the Pediatric Population in the 21st Century. How to Keep Evolving after 135 Years of the Method Discovery History</article-title>
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          <xref ref-type="aff" rid="aff4">
            <sup>2</sup>
          </xref>
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        </contrib>
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      <author-notes>
        <corresp id="c2"><bold>Mailing Address: Rogerio Braga Andalaft</bold> &#8226; Instituto Dante Pazzanese de Cardiologia &#8211; Eletrofisiologia &#8211; Av. Dante Pazzanese, 500. Postal Code <postal-code>04012-909</postal-code>, S&#227;o Paulo, SP &#8211; Brazil. E-mail: <email>rogeriobandalaft@gmail.com</email>, <email>andalaft@terra.com.br</email></corresp>
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        <title>Keywords</title>
        <kwd>Electrocardiogram</kwd>
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      </kwd-group>
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    <body>
      <p>Knowledge of the electrocardiogram remains constantly evolving in medical practice. The new interfaces for electrocardiogram (ECG) correlation with cardiac images and heart functional changes increase the method's applicability. However, in children and adolescents, the constant change generated by these young people's body and functional development often generates doubts in the interpretation of electrocardiographic tracings, even in the most experienced professionals. Recently, important data on ECG interpretation were extensively reviewed in the IV Guidelines of the <italic>Sociedade Brasileira de Cardiologia</italic> on Analysis and Issuance of Electrocardiographic Reports published in 2022.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
      <p>But what is the role of the electrocardiogram, especially applied to pediatrics, in the 21<sup>st</sup> century? What is normal for the child? What is the prevalence of electrocardiogram changes in asymptomatic patients?</p>
      <p>A national study using the tele ECG system in the asymptomatic pediatric population aged 0 to 10 years evidences the presence of electrocardiographic alterations with the possibility of clinical repercussions. A total of 3,139 asymptomatic children aged between 0 and 10 years were evaluated, and we observed the presence of atrioventricular blocks in 0.41% and 0.44% of the ventricular pre-excitation syndrome. A prolonged QTC interval was observed in 0.35% of the population studied.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B2">2</xref></sup> During the European Congress of Cardiology in 2022, Fuziy et al. presented data from more than 11,000 asymptomatic adolescents tracing the electrocardiographic profile of these young people. It was observed 0.5% of cardiac arrhythmias, mostly atrial arrhythmias. Electrocardiographic changes with risk of serious arrhythmias were 0.13% of ventricular pre-excitation and repolarization changes, including prolonged QT in 1.8% of the population.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B3">3</xref></sup></p>
      <p>The ECG is also essential during the emergency assessment of the child in emergency care units. In these cases, correct tracing identification can allow adequate treatment and better therapeutic results.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B4">4</xref></sup> In our country, the Brazilian Guideline on Cardiac Arrhythmias in Children and Congenital Heart Diseases provides a fundamental guide for addressing rhythm disorders in this population.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B5">5</xref></sup></p>
      <p>Data from the Davignon table, mainly on the average HR for each age group, can certainly be overestimated due to electrode fixation techniques, crying, stress from another source or adverse clinical conditions that may motivate the performance of the ECG. The use of the Davignon table as a reference for normal ECGs in children is based on a survey of 2,141 white children without symptomatic or structural alterations in Quebec City, Canada, published in 1979. Thus, tracing parameters of normality in children of other ethnicities and the result of miscegenation may show differences concerning Davignon's initial reports.</p>
      <p>Routine electrocardiographic assessment and saturation testing in neonates could be routinely used in the first months of life with the aim of early detection of electrocardiographic alterations involved in sudden death in bed syndrome.</p>
      <p>The use of devices (watches and cell phones) to detect changes in heart rhythm in these young people has also been gaining volume in the world's scientific production and can be applied to different age groups, including neonates. Rhythm alterations based on the analysis of the QRS complex, but not on the P wave, do not show differences concerning the ECG for rhythm analysis, with the feasibility of performing more than 94%.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B6">6</xref></sup> The different diagnostic modalities that use the ECG as a basis (Holter, exercise test, event monitor, tilt test and electrophysiological study, for example) constantly expand their indications in the pediatric population and congenital heart diseases.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B7">7</xref>,<xref ref-type="bibr" rid="B8">8</xref></sup></p>
      <p>Despite the extreme importance of the pure clinical approach, it often does not allow the physician to rule out electrical phenotypic alterations that can result in cardiovascular events in childhood and adolescence.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B9">9</xref></sup> Performing an ECG as a routine in medical practice allows the early identification of most channelopathies and also discards alterations that can worsen during sports practice and adrenergic activities that can put the lives of these individuals at risk. The ECG is a low-cost screening method and allows for the prophylaxis of sudden events, starting with early diagnosis, which strongly impacts the health of a family or community.</p>
      <p>In this century, telemedicine systems allow the survey of many exams in a short period and a reliable portrait of normal electrocardiographic patterns and the density of asymptomatic electrocardiographic changes in the pediatric population. Undoubtedly, the ECG is the ideal screening method for young people to detect electrical abnormalities and structural alterations, as it has rapid feasibility, low cost, extensive technical knowledge, and accessibility in different parts of our country. Furthermore, access to centers specialized in electrocardiographic reports can detect, through telemedicine, early changes in neonates and infants, as well as risk conditions in the pre-practice sports assessment. In a country of continental dimensions, where 65% of the most remote access municipalities are in the north and central west of the country, telemedicine represents the shortening of distance and the possibility of earlier diagnoses and more adequate therapeutic adjustments, particularly concerning channelopathies in the pediatric population.</p>
      <p>Because of the above, we can conclude that after more than 100 years of existence, the electrocardiogram has not yet reached its peak; it has been expanding in indications and uses, changing its form of analysis and expanding its use in specific populations.</p>
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          <p>Short Editorial related to the article: Electrocardiographic Evaluation of Normal Newborns in the First Week of Life &#8211; Observational Study</p>
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