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        <corresp id="c01"> Correspond&#234;ncia: Maurice Zanini &#8226; Universidade Federal do Rio Grande do Sul &#8211; Rua Ramiro Barcelos,2400. CEP 90040-060, Porto Alegre, RS &#8211; Brasil. E-mail: <email>mauricezanini@gmail.com</email> </corresp>
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          <license-p> This is an Open Access article distributed under the terms of the Creative Commons Attribution License, which permits unrestricted use, distribution, and reproduction in any medium, provided the original work is properly cited. </license-p>
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        <kwd>Cardiopatias Cong&#234;nitas/cirurgia</kwd>
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    <p>Dentre as malforma&#231;&#245;es, a doen&#231;a card&#237;aca cong&#234;nita (DCC) &#233; a classe mais comum. S&#227;o malforma&#231;&#245;es importantes que podem comprometer tanto a sobrevida como a qualidade de vida do paciente. Embora haja uma ligeira varia&#231;&#227;o entre muitos estudos de base populacional, a DCC ocorre em aproximadamente 1% dos nascidos vivos (os dados variam de 4 a 10 em cada 1000 nascidos vivos), com preval&#234;ncia semelhante em todo o mundo. &#201; tamb&#233;m a principal causa de mortalidade desde o nascimento, sua incid&#234;ncia &#233; considerada alta diante de sua gravidade.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref> - <xref ref-type="bibr" rid="B4">4</xref></sup></p>
    <p>A DCC cr&#237;tica costuma ser letal na aus&#234;ncia de tratamento. Desde o primeiro reparo com uso de circula&#231;&#227;o extracorp&#243;rea em 1953, o diagn&#243;stico preciso e o tratamento eficaz tornaram-se fact&#237;veis, mesmo tratando-se de les&#245;es card&#237;acas cong&#234;nitas mais complexas. As terapias cir&#250;rgicas eficazes aumentaram a expectativa de vida.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
    <p>A taxa de sobreviv&#234;ncia em crian&#231;as com cardiopatia cong&#234;nita aumentou substancialmente desde a d&#233;cada de 1980, segundo estudo sueco. Atualmente, mais de 97% das crian&#231;as com DCC podem atingir a idade adulta.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B5">5</xref></sup></p>
    <p>Apesar da melhora na sobrevida desses pacientes nas &#250;ltimas d&#233;cadas, seu manejo ainda &#233; complexo devido &#224; fisiologia card&#237;aca e pulmonar que s&#227;o interdependentes. Complica&#231;&#245;es pulmonares de DCC podem ser estruturais, em decorr&#234;ncia de compress&#227;o ou perturba&#231;&#227;o das for&#231;as de Starling. Em certos tipos de DCC, essas altera&#231;&#245;es estruturais levam a danos na membrana alveolar-capilar e edema pulmonar. Por sua vez, tais danos resultam em pulm&#245;es com baixa complac&#234;ncia e com um padr&#227;o de fun&#231;&#227;o restritivo que pode se deteriorar e evoluir para hipoxemia. Sob tais circunst&#226;ncias, a capacidade do cora&#231;&#227;o de aumentar o fluxo sangu&#237;neo sist&#234;mico e/ou pulmonar &#233; frequentemente limitado. A press&#227;o parcial de oxig&#234;nio arterial pode ser diminu&#237;da por les&#245;es de <italic>shunt</italic> e a distribui&#231;&#227;o de oxig&#234;nio n&#227;o pode atender &#224;s necessidades dos tecidos. Frequentemente, o dist&#250;rbio circulat&#243;rio tamb&#233;m exerce press&#227;o sobre o pr&#243;prio sistema respirat&#243;rio. Patologias em ambos os sistemas constantemente coexistem e impactam uns aos outros, tornando o diagn&#243;stico e o manejo dos pacientes mais desafiadores.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B6">6</xref></sup></p>
    <p>Ainda nesse contexto, temos as cardiopatias cong&#234;nitas que podem ser classificadas em cian&#243;ticas e acian&#243;ticas. As DCC acian&#243;ticas ainda s&#227;o subclassificadas em les&#245;es de <italic>shunt</italic> e les&#245;es obstrutivas.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B7">7</xref></sup> A cianose central afeta uma parcela pequena de todos os rec&#233;m-nascidos e geralmente aponta para um dist&#250;rbio subjacente grave que pode necessitar de tratamento de emerg&#234;ncia.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B8">8</xref></sup></p>
    <p>No Brasil, os achados observacionais apontaram que o perfil dos pacientes com cardiopatias cong&#234;nitas foi de lactentes, pr&#233;-escolares e escolares, sem predom&#237;nio de g&#234;nero. Observou-se maior preval&#234;ncia das cardiopatias cong&#234;nitas acian&#243;ticas. Por outro lado, a maioria do n&#250;mero de &#243;bitos estava entre as cardiopatias cian&#243;ticas.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B9">9</xref></sup></p>
    <p>Apesar das melhorias significativas na sobrevida precoce ap&#243;s cirurgia card&#237;aca cong&#234;nita (CCC), os pacientes ainda t&#234;m morbidade e mortalidade significativas a curto e longo prazo. Para desenvolver estrat&#233;gias mais individualizadas, &#233; necess&#225;rio aprofundar nosso conhecimento dos fatores preditores que colocam um paciente em risco ap&#243;s CCC. Dados sugerem que fatores preditores n&#227;o tradicionalmente incorporados aos modelos de risco podem ter um impacto importante nos desfechos. Segundo Pasquali et al.,<sup><xref ref-type="bibr" rid="B10">10</xref></sup> esses fatores explicam uma propor&#231;&#227;o relativamente pequena de varia&#231;&#227;o na mortalidade total. Esta varia&#231;&#227;o sem explica&#231;&#227;o destaca a necessidade de explorar novos fatores preditores em pacientes que requerem CCC.</p>
    <p>Nesta edi&#231;&#227;o do Arquivos Brasileiros de Cardiologia, Inoue et al.,<sup><xref ref-type="bibr" rid="B11">11</xref></sup> apresentam informa&#231;&#245;es sobre fatores preditores, como o impacto da capacidade funcional pr&#233;-operat&#243;ria nos resultados p&#243;s-operat&#243;rios de CCC. Trata-se de estudo observacional que avaliou a associa&#231;&#227;o do condicionamento pr&#233;-operat&#243;rio de crian&#231;as e adolescentes com cardiopatias, atrav&#233;s do teste de caminhada de 6 minutos (TC6) e variabilidade da frequ&#234;ncia card&#237;aca (VFC), com a ocorr&#234;ncia de choque cardiog&#234;nico, choque s&#233;ptico e morte no per&#237;odo p&#243;s-operat&#243;rio. Os achados sugerem que a dessatura&#231;&#227;o de oxig&#234;nio ap&#243;s a aplica&#231;&#227;o do TC6 no pr&#233;-operat&#243;rio parece ser um preditor independente de progn&#243;stico. Entretanto, a dist&#226;ncia percorrida no TC6 e as vari&#225;veis de VFC n&#227;o apresentaram a mesma associa&#231;&#227;o.</p>
    <p>&#201; importante destacar que os valores de satura&#231;&#227;o perif&#233;rica de oxig&#234;nio (SpO2) identificada como preditor independente de progn&#243;stico s&#227;o uma medida espec&#237;fica ap&#243;s esfor&#231;o ao finalizar o TC6. A SpO2 de repouso n&#227;o apresentou associa&#231;&#227;o significativa com desfechos nos p&#243;s-operat&#243;rios. Estudos que reportam a SpO2 como um poss&#237;vel preditor de eventos adversos nesses pacientes apresentam a medida do SpO2 em repouso.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B12">12</xref> , <xref ref-type="bibr" rid="B13">13</xref></sup> O diferencial que identificamos no presente trabalho de Inoue et al.,<sup><xref ref-type="bibr" rid="B11">11</xref></sup> &#233; o desempenho na SpO2 no momento da recupera&#231;&#227;o ao TC6. Essa vari&#225;vel pode vir a ser uma nova medida relevante na avalia&#231;&#227;o dessa popula&#231;&#227;o estudada.</p>
    <p>Na popula&#231;&#227;o pedi&#225;trica, ainda s&#227;o escassos estudos sobre a avalia&#231;&#227;o de risco de mortalidade no seguimento p&#243;s-cir&#250;rgico, considerando dados pr&#233;-operat&#243;rios. Atrav&#233;s da Intelig&#234;ncia Artificial, pesquisadores desenvolveram e validaram um modelo de predi&#231;&#227;o de risco de morte pr&#233;-operat&#243;rio em pacientes com DCC submetidos &#224; cirurgia. As vari&#225;veis preditoras mais relevantes inclu&#237;ram: satura&#231;&#227;o arterial de oxig&#234;nio, admiss&#227;o anterior &#224; UTI, grupo de diagn&#243;stico, altura do paciente, s&#237;ndrome do cora&#231;&#227;o esquerdo hipopl&#225;sico, massa corporal e atresia pulmonar. Essas vari&#225;veis preditoras combinadas representam 67,8% da import&#226;ncia para o risco de mortalidade no algoritmo Random Forest. Segundo os autores, um dos maiores desafios no desenvolvimento de preditores de morte relacionada &#224; CCC &#233; a heterogeneidade de anomalias card&#237;acas cong&#234;nitas. Ao contr&#225;rio da cirurgia card&#237;aca em adultos (onde h&#225; um n&#250;mero limitado de procedimentos cir&#250;rgicos e um n&#250;mero muito grande de pacientes submetidos a tais procedimentos), o oposto se aplica &#224; cirurgia card&#237;aca pedi&#225;trica. Nesta &#250;ltima, existem diversas t&#233;cnicas e pequeno n&#250;mero de pacientes submetidos a cada tipo de procedimento. Assim, para construir um modelo preditivo de risco &#250;til, a experi&#234;ncia de locais com muitos pacientes deveria ser analisada.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B13">13</xref></sup></p>
    <p>Por fim, podemos considerar que abordagens inovadoras para procedimentos, gerenciamento de pacientes e pesquisa cl&#237;nica impulsionaram o campo da medicina cardiovascular pedi&#225;trica desde o seu in&#237;cio. A evolu&#231;&#227;o no diagn&#243;stico e o tratamento dos defeitos cardiovasculares anat&#244;micos em um ambiente hospitalar apresentam potencial para o desenvolvimento de novos modelos de atendimento. Esses modelos ser&#227;o centrados no paciente e cada vez mais personalizados, com abordagens mais assertivas, dado o perfil de risco individual. Evitando assim eventos adversos, otimizando a sobrevida, a funcionalidade e a qualidade de vida dos pacientes.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
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        <label>1</label>
        <country country="BR">Brazil</country>
        <institution content-type="original">Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS &#8211; Brazil</institution>
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      <author-notes>
        <corresp id="c01001">Mailing Address: Maurice Zanini &#8226; Universidade Federal do Rio Grande do Sul &#8211; Rua Ramiro Barcelos,2400. Postal Code 90040-060, Porto Alegre, RS &#8211; Brazil. E-mail: mauricezanini@gmail.com</corresp>
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        <kwd>Heart Defects,Congenital/surgery</kwd>
        <kwd>Pre-Operative Period</kwd>
        <kwd>Risk Assessment</kwd>
        <kwd>Retrospective Studies</kwd>
        <kwd>Risk Factors</kwd>
        <kwd>Survival</kwd>
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      <p>Congenital heart disease (CHD) is the most common class among malformations. These are important malformations that can compromise the patient&#8217;s survival and quality of life. Although there is slight variation among many population-based studies, CHD occurs in approximately 1% of live births (data range from 4 to 10 per 1000 live births), with a similar prevalence worldwide. It is also the main cause of mortality from birth, and its incidence is considered high given its severity.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref> - <xref ref-type="bibr" rid="B4">4</xref></sup></p>
      <p>Critical CHD is often lethal in the absence of treatment. Since the first repair using cardiopulmonary bypass in 1953, accurate diagnosis and effective treatment have become feasible, even in the case of more complex congenital heart lesions. Effective surgical therapies have increased life expectancy.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
      <p>According to a Swedish study, the survival rate in children with congenital heart disease has increased substantially since the 1980s. Currently, more than 97% of children with CHD can reach adulthood.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B5">5</xref></sup></p>
      <p>Despite the improvement in the survival of these patients in recent decades, their management is still complex due to the interdependent cardiac and pulmonary physiology. Pulmonary complications of CHD can be structural due to compression or disruption of Starling forces. In certain types of CHD, these structural changes damage the alveolar-capillary membrane and pulmonary edema. In turn, such damage results in low-compliance lungs and a restrictive pattern of function that can deteriorate and progress to hypoxemia. Under such circumstances, the heart&#8217;s ability to increase systemic and/or pulmonary blood flow is often limited. Shunt injuries can decrease partial pressure in arterial oxygen, and oxygen delivery cannot meet tissue needs. Often, the circulatory disturbance also puts pressure on the respiratory system itself. Pathologies in both systems often coexist and impact each other, making diagnosis and patient management more challenging.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B6">6</xref></sup></p>
      <p>Still, in this context, we have congenital heart diseases that can be classified as cyanotic and acyanotic. Acyanotic CHDs are still subclassified into shunt lesions and obstructive lesions.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B7">7</xref></sup> Central cyanosis affects a small proportion of all newborns and usually points to a serious underlying disorder that may require emergency treatment.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B8">8</xref></sup></p>
      <p>In Brazil, observational findings showed that the profile of patients with congenital heart disease was infants, preschoolers and schoolchildren, with no predominance of gender. A higher prevalence of acyanotic congenital heart disease was observed. On the other hand, most deaths were among cyanotic heart diseases.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B9">9</xref></sup></p>
      <p>Despite significant improvements in early survival after congenital heart surgery (CHS), patients still have significant short- and long-term morbidity and mortality. To develop more individualized strategies, we must deepen our knowledge of the predictors that put patients at risk after CHS. Data suggest that predictors not traditionally incorporated into risk models can have an important impact on outcomes. According to Pasquali et al.,<sup><xref ref-type="bibr" rid="B10">10</xref></sup> these factors explain a relatively small proportion of variation in total mortality. This unexplained variation highlights the need to explore new predictors in patients requiring CHS.</p>
      <p>In this issue of <italic>Arquivos Brasileiros de Cardiologia</italic> , Inoue et al.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B11">11</xref></sup> present information on predictive factors, such as the impact of preoperative functional capacity on postoperative CHS results. This observational study evaluated the association of preoperative conditioning in children and adolescents with heart disease, through the 6-minute walk test (6MWT) and heart rate variability (HRV), with the occurrence of cardiogenic shock septic and death in the postoperative period. The findings suggest that oxygen desaturation after applying the 6MWT preoperatively appears to be an independent predictor of prognosis. However, the distance covered in the 6MWT and the HRV variables did not show the same association.</p>
      <p>It is important to highlight that peripheral oxygen saturation (SpO2) values identified as an independent predictor of prognosis are a specific measure after exertion at the end of the 6MWT. Resting SpO2 was not significantly associated with postoperative outcomes. Studies that report SpO2 as a possible predictor of adverse events in these patients have measured SpO2 at rest.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B12">12</xref> , <xref ref-type="bibr" rid="B13">13</xref></sup> The difference that we identified in the present study by Inoue et al.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B11">11</xref></sup> is the performance in SpO2 at the time of recovery to the 6MWT. This variable may prove to be a new relevant measure in evaluating this population studied.</p>
      <p>There are still few studies on the assessment of mortality risk in the postoperative follow-up in the pediatric population, considering preoperative data. Using Artificial Intelligence, researchers developed and validated a model for predicting the risk of preoperative death in CHD patients undergoing surgery. The most relevant predictor variables included: arterial oxygen saturation, previous ICU admission, diagnostic group, patient height, hypoplastic left heart syndrome, body mass, and pulmonary atresia. These combined predictor variables account for 67.8% of the importance of mortality risk in the Random Forest algorithm. According to the authors, one of the biggest challenges in developing predictors of CHS-related death is the heterogeneity of congenital cardiac anomalies. Unlike adult cardiac surgery (where there are a limited number of surgical procedures and a very large number of patients undergoing such procedures), the opposite applies to pediatric cardiac surgery. There are several techniques and a small number of patients undergoing each type of procedure in the latter. Thus, to build a useful predictive risk model, the experience of sites with many patients should be analyzed.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B13">13</xref></sup></p>
      <p>Finally, we can consider that innovative approaches to procedures, patient management and clinical research have driven the field of pediatric cardiovascular medicine since its inception. The evolution in the diagnosis and treatment of anatomical cardiovascular defects in a hospital environment presents the potential for developing new models of care. Given the individual risk profile, these models will be patient-centered and increasingly personalized, with more assertive approaches, thus avoiding adverse events optimizing patient survival, functionality and quality of life.<sup><xref ref-type="bibr" rid="B1">1</xref></sup></p>
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          <p>Short Editorial related to the article: Impact of Preoperative Functional Capacity on Postoperative Outcomes in Congenital Heart Surgery: An Observational and Prospective Study</p>
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